quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

"Viver sem dinheiro e renunciar a tudo deu-me outra qualidade de vida, bem-estar interior e liberdade"

Ok! Isto já é antiguinho e tal, mas... opiniões sobre a matéria?

Será mesmo possivel, a partir de uma determinada altura e em teoria, viver sem um cêntimo, ou os Euritos fazem mesmo uma falta do camandro?

10 comentários:

  1. eu gosto de ganhar e gastar dinheiro, comigo e com os outros. detestaria era viver à custa do estado, que nem uma carraça, como muitos portugueses vivem. também gostava de... exterminar com toda a classe politica existente (incluindo pais e avós) e gostava que de uma vez por todas as pessoas percebessem que politica são são clubes de futebol nem doutrinas impingidas na escola. politica é o que nos controla, gere e enraba. é necessário estar atento (de preferência antes de as merdas serem feitas e não depois do leite derramado). votar, reclamar, exigir. porque as manifestações tardias de nada valem, para além de boas fotos para vender jornais...

    Beijo

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  2. *NÃO são/(ou será É?) clubes... blá, blá, blá...

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  3. Na teoria, parece-me possível e muito difícil.
    Ainda hoje li uma versão portuguesa desta situação, alguém com 36 anos. E questionei-me logo: se adoece, troca o preço duma consulta médica por uma limpeza do consultório a posteriori? E as contas da EDP são pagas como? Ou a pessoa viva ao ar livre? E como faz para lavar a roupa? Mesmo à mão, precisa de sabão e de água. Não consigo imaginar alguém a fazê-lo à beira rio em pleno inverno.

    Mas pronto, isto sou eu, que vivo rodeada de mordomias e luxos que me fazem muita falta!

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  4. E se de hoje para amanhã todos os bancos do mundo fossem ao charco, e os cofres, pura e simplesmente implodissem, e o dinheiro desaparecesse numa questão de dias, ou semanas?
    Vivíamos de? Vivíamos como?
    Recomeçávamos tudo de novo? Ou teríamos de adoptar uma nova forma de vida?
    (foda-se! Vou escrever um livro a partir disto.)

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  5. Obviamente que recomeçávamos tudo de novo, com as puras trocas directas. Não era esse mesmo o ideal comunista do século XIX? pelo menos, foi assim que me foi vendido por 2 familiares comunistas que hoje adoram fazer cruzeiros e um deles tem casa de praia :)

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    1. De certeza que a casa de praia é para usufruto comum.

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    2. Bem, eu fui lá duas vezes, há quase 2 décadas. Isso conta como usufruto comum? :)

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  6. o dinheiro faz falta SIM!!
    mas vivemos agarrados ao consumismo e isso tira-nos anos de VIDA e felicidade.....

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    1. Então? Faz muita falta, alguma falta, ou assim-assim?

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