terça-feira, 29 de maio de 2012

Alerta laranja! (ou da fraca exploração do marketing)

Bom... não se trata bem de um alerta, no sentido da Protecção Civil, mas de um aviso, segundo os cânones do Mg: a partir deste post, todo o blog fica sujeito ao "estigma" da bolinha laranja.

Laranja, apenas, e não vermelha, porque, ainda assim, fica aberto a maiores de 14 anos, que, nos dias que correm já começam a perceber da poda, sem necessidade de recurso a Gina´s ou Playboy´s.

Pois bem.
No seguimento deste post, foram tecidas considerações várias acerca da virtude de determinada faixa etária.
Propositadamente, e um pouco na sequência das declarações do nosso Primeiro (bolinha laranja aqui também!), apenas foram referidos objectos de perdição de nacionalidade estrangeira.
Seria isso, julguei eu (embora erradamente, percebo-o agora), uma oportunidade - e invertendo o sentido das palavras do Primeiro - para os leitores assíduos deste blog - que julgo resumir-se a uma só anónima alma - procurarem no Portugal profundo focos de interesse e de referência.
Para imenso desgosto deste escriba, tal não aconteceu.

Surge, agora, a oportunidade para emendar o erro e mostrar ao mundo as virtudes desta nossa Nação.

Estava, pois, o escriba a jantar sozinho e abandonado, quando farto por não ver quer o jornal generalista, quer o desportivo, a serem libertos das mãos de outros comensais se decide (oh vergonha imensa!) a pegar numa dessas revistas ditas cor-de-rosa (mais uma vez, a bolinha laranja, por oposição à bolinha cor-de-rosa).

Logo logo se apercebe de uma das falhas do Português típico: a dificuldade de comunicação, no sentido de melhor aproveitar todos os recursos endógenos, potenciando-os, através de uma boa acção de marketing, em seu favor.

Refiro-me concretamente à TVI, estação de televisão que não soube aproveitar todo o enorme potencial de uma sua colaboradora no sentido de fazer disparar as audiências, relegando para as profundezas de um qualquer indicador da Marktest, de vez e sem remédio, toda a concorrência.

Refiro-me, concretamente, a uma dança - dita do varão -  que redundou em muito e boa chichinha à mostra e que, ainda hoje,  deve ser motivo de algumas arritmias e consequentes entradas nas urgências deste país.



(Quem quiser foto em tamanho maior, que faça pela vida!)

Como é que é possível que não se aproveite estas imagens (que, seguramente, valem mais que qualquer enciclopédia inteira), capitalizando-as em proveito próprio?

Ganharam um adepto fiel ao vosso programa (serei devoto mesmo que hajam repetições diárias durante os próximos vinte anos, é certo...), mas tal deve-se a uma revista e não ao trabalho do Departamento de Marketing e Comunicação, senhores da TVI (será que, eventualmente, ainda não se esqueceram das suas raízes de carácter marcadamente religioso?)!!!

Uma falha a rever, então.

Fica, pois, rectificada a minha falha - o que é Nacional (também) é (muito) bom - e a certeza de que passarei, de hoje em diante, a estar muito mais atento à rica, diversa e imensamente instrutiva produção portuguesa.

Obrigado por este momento. Ainda não estou em mim.
TVI sempre!


Nota final: todo este palavreado não passa de um embuste. Com efeito, o escriba não vê televisão em casa há, seguramente, mais de seis meses.
Uma situação a rever, portanto, quanto mais não seja porque há vestidos cor-de-rosa que valem bem a pena.





5 comentários:

  1. sabes que mais Mg? estou a adorar ler-te a cada dia que passa :) a serio. fico muito feliz por andar por aqui.

    e ja merecias muitas mais galdérias aqui a aplaudir!

    bj grande

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  2. entao, meu Porras, andas desaparacido!!! dá noticias, começo a preocupar me...

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  3. Para quem gosta muito do tema "sexo", poderia fazer alguns trocadilhos com o termo "porra".

    E "desaparacido" andam os tintins em dias de frio!

    Preocupada, porquê? A que devo tamanha consideração?

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