A nova moda japonesa é alterar o formato da testa.
Enquanto por cá se opta, não raras vezes, por cornos (ou um tipo similar de adorno), por lá, a moda é a cabeça de bagel.
O que vale é que aquilo parece que tem "uma duração limitada, pois o corpo absorve a substância após 16 horas, fazendo a testa regressar ao seu formato original".
Espera-se que, com isso, também os neurónios regressem ao seu formato e quantidade originais.
Sayonara!
domingo, 7 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
Mais uma maravilha.
A Igreja de Santa Maria Madalena, em Olivença, único lugar de culto espanhol de estilo Manuelino, foi eleita "O Melhor Recanto de Espanha ", num passatempo promovido pela petrolífera Repsol. O imóvel, datado do início do século XVI, destronou a Lagoa da Cigana (Castilla La Mancha), que ficou em segundo lugar, e o Forau de Aiguallut (Aragão), o terceiro mais votado. Rica em azulejos e em motivos decorativos marítimos que remetem para a época dos Descobrimentos portugueses, a Igreja de Santa Maria Madalena (Extremadura) é visitada diariamente por centenas de turistas. A Igreja de Santa Maria Madalena fica em Olivença, uma cidade fronteiriça, anexada por Espanha em 1801 mas ainda hoje reclamada por Portugal. A votação decorreu na internet e os resultados da final foram divulgados na quarta-feira à noite.
Rica em azulejos alusivos à época dos Descobrimentos portugueses, a Igreja de Santa Maria Madalena é visitada milhares de turistas.
Mal por mal os Espanhóis, que escolhem para "Maravilha de Recanto" uma Igreja Portuguesa (em território Portunhol, mas isso não interessa por ora...)
Já os Alemães, esse cães danados, escolhem para Maravilha os nossos Euros.
De longe, que fiquem com as Igrejas, os Conventos, os Mosteiros, as Abadias e as Capelas, que a mim não me fazem falta nenhuma. Dass....
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Vida malvada.
Sabes que algo não está bem quando:
- deixas cair o telemóvel ao chão quatro vezes num dia;
- dói-te o corpo todo e praticamente não consegues mexer o pescoço;
- procuras pelos óculos, que deixaste em parte incerta e, afinal, estavam mesmo debaixo do teu nariz;
- bebes meio copito de vinho e dá-te a volta ao estômago.
- deixas cair o telemóvel ao chão quatro vezes num dia;
- dói-te o corpo todo e praticamente não consegues mexer o pescoço;
- procuras pelos óculos, que deixaste em parte incerta e, afinal, estavam mesmo debaixo do teu nariz;
- bebes meio copito de vinho e dá-te a volta ao estômago.
Adeus, adeus, 5!
Para o ano que vem, já não há feriado.
E para me começar a habituar, hoje vou trabalhar.
Há que dar produção!
Vítor Gaspar agradece (digo eu...)!
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Eh, lá!!!!! :p
Matosinhos, pelos vistos, tem uma linha SOS Amamentação.
O escriba esta(va) a ponderar, seriamente, fazer as malas e zarpar para longe.
Perante as noticias que agora saem a público, a viagem será mais curta.
Matosinhos é O destino!
Afinal de contas, não é em todos os lugares que existe uma especialista em amamentação 24 h /dia!
E eu quero o meu quinhão. Ao domicilio!
E por falar em mamas, alegria, é isto!
Fica o exemplar:
O escriba esta(va) a ponderar, seriamente, fazer as malas e zarpar para longe.
Perante as noticias que agora saem a público, a viagem será mais curta.
Matosinhos é O destino!
Afinal de contas, não é em todos os lugares que existe uma especialista em amamentação 24 h /dia!
E eu quero o meu quinhão. Ao domicilio!
E por falar em mamas, alegria, é isto!
Fica o exemplar:
Pedir desculpas é uma atitude nobre.
Mas há que pensar na conjuntura do país e não contribuir para o aumento da taxa de desemprego.
Sá(i) Pinto forever!
Sá(i) Pinto forever!
Foi ontem.
A meio da tarde.
Custava-me sentar.
Doía-me tudo.
Peidava-me à brava.
Foi então que percebi: fui enrabado.
Novamente.
A diferença é que vão fazendo a coisa cada vez mais à bruta: não só não usam vaselina, como pegam em grãos de areia para a coisa doer ainda mais.
E foi assim.
Reclamar para quê?
Custava-me sentar.
Doía-me tudo.
Peidava-me à brava.
Foi então que percebi: fui enrabado.
Novamente.
A diferença é que vão fazendo a coisa cada vez mais à bruta: não só não usam vaselina, como pegam em grãos de areia para a coisa doer ainda mais.
E foi assim.
Reclamar para quê?
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Vai uma última passa?
Tenho-te por um desgraçado.
Um triste.
Um inapto.
Uma vergonha.
Uma desgraça.
Uma miséria.
Mas se o fizeres, sobes um pouquinho na minha consideração.
Um triste.
Um inapto.
Uma vergonha.
Uma desgraça.
Uma miséria.
Mas se o fizeres, sobes um pouquinho na minha consideração.
Faz lá as contas (em caso de dúvida, não peças ao Gaspar, que o homem engana-se bastante...) e vê quanto gasta a Saúde com doenças e maleitas directa e indirectamente relacionadas com o tabaco.
Aumentando o preço dos cigarros (não digo em 20 ou 30 por cento, mas para o dobro), podes até perder algum em impostos, mas recuperas no SNS e afins e ficas com um povo forte e pujante, saudável e apto para o trabalho (se e quando o houver) até aos 80.
Pelo meio, e depois das constantes enrabadelas fiscais, considero isto como um incentivo. Daqueles a sério.
É desta que deixo de fumar.
Antes, bato três vezes na parede (com a cabeça, mesmo!), mas sou gajo para vir cá dizer: "Obrigado, animal*"
E se aumentar a criminalidade, que tenhas os tomates suficientes para fazer o que nunca ninguém fez: colocar essa malta toda a trabalhar em prol da comunidade.
Limpar valetas, varrer as ruas, podar árvores, tratar de jardins, pintar muros, recuperar edifícios degradados, fazer pequenas reparações, limpar as florestas (que o Verão, volta e meia, já está aí e há cada vez menos para arder...), etc, etc, etc...
Quem toma conta deles? Militares, por ex, pode ser? Já que não colocamos os nossos submarinos em uso numa guerra qualquer, os nossos aviões mal se aguentam em pé, quanto mais no ar, e não temos a possibilidade de tirar as teias de aranha às G3, pelo menos que se façam úteis, que a vida não é só andar pelos quartéis e coiso e tal a treinar o 1, 2, esquerda, direita.
* Um coelho é um animal, correcto?
Adeus, Verão!
(Sim, já vou atrasado. Como sempre)
Acabou por não correr mal.
Apesar de:
1- (mais uma vez) não ter ido ao Avante;
2- não ter posto os pés na praia;
3- ter o Governo a pisar-me os calcantes.
Tive direito a:
1- 8 dias úteis de férias seguidos (sete e meio, vá... um record cá para as minhas bandas);
2- uma prenda, no mínimo, original e ousada, entregue, em semi-secretismo, em plena via pública (que me vai dar muita chatice no futuro, mas um gajo só vive uma vez, pelo que...);
3- minis com fartura;
Mais haveria a dizer, mas pesados os prós e os contras, não foi mau, não senhor.
Venha agora o Outono, para me mentalizar para o "Inverno" que se aproxima a passoscoelhos largos.
Acabou por não correr mal.
Apesar de:
1- (mais uma vez) não ter ido ao Avante;
2- não ter posto os pés na praia;
3- ter o Governo a pisar-me os calcantes.
Tive direito a:
1- 8 dias úteis de férias seguidos (sete e meio, vá... um record cá para as minhas bandas);
2- uma prenda, no mínimo, original e ousada, entregue, em semi-secretismo, em plena via pública (que me vai dar muita chatice no futuro, mas um gajo só vive uma vez, pelo que...);
3- minis com fartura;
Mais haveria a dizer, mas pesados os prós e os contras, não foi mau, não senhor.
Venha agora o Outono, para me mentalizar para o "Inverno" que se aproxima a passos
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Sábado, nas ruas; hoje, os praças.
Praças pedem a demissão de Passos Coelho
«Senhor primeiro-ministro, a bem de Portugal e dos portugueses, faça-lhes um favor, demita-se e já agora emigre»
A Associação de Praças (AP) pediu esta segunda-feira a demissão do primeiro-ministro, acusando o Governo PSD/CDS-PP de «destroçar o país» e de «utilizar o povo português como cobaia de experiências sociais» com as novas medidas de austeridade.
«É por demais evidente o falhanço das políticas impostas por este Governo, que se baseou na desvalorização do trabalho e dos direitos sociais, impondo mais e mais austeridade, mais desemprego, mais precariedade», afirma a AP em comunicado enviado aos órgãos de comunicação social.
Numa referência às novas medidas de austeridade anunciadas, a AP diz não querer «ficar ligada a mais este vil ataque que está a ser perpetrado» e salienta que «não faz parte da condição militar iludir as situações» e «utilizar o povo português como cobaia de experiências sociais».
«Senhor primeiro-ministro, a bem de Portugal e dos portugueses, faça-lhes um favor, demita-se e já agora emigre», exorta a AP.
Nesta nota, a associação acusa o Governo PSD/CDS-PP de ter transformado «os pobres deste país em miseráveis e a classe média em novos pobres» e de dar origem a «um país destroçado, sem rumo e a caminhar para o abismo».
«Não podemos permitir que, ao sabor de qualquer troika, sejam retirados direitos legalmente consagrados na Constituição da República Portuguesa que jurámos defender e não podemos nem devemos permitir que uma nação como a nossa com mais de 900 anos definhe porque uns quantos senhores decidiram fazer de Portugal uma colónia dos interesses da alta finança europeia e mundial», advoga a AP.
As praças das Forças Armadas lembram que todos os militares são obrigados a «um juramento de defender a Pátria e guardar e fazer guardar a Constituição e as Leis da República e repudiam veementemente as políticas que estão a ser seguidas pois contradizem» tudo o que juraram «defender», cita a Lusa.
in TVI24
Começa a aquecer...
Onde irá parar?
E qual o papel das chefias? Estarão os homens das estrelas ao peito com vontade de se levantarem da cadeira e fazer alguma coisa?
Veremos.
«Senhor primeiro-ministro, a bem de Portugal e dos portugueses, faça-lhes um favor, demita-se e já agora emigre»
A Associação de Praças (AP) pediu esta segunda-feira a demissão do primeiro-ministro, acusando o Governo PSD/CDS-PP de «destroçar o país» e de «utilizar o povo português como cobaia de experiências sociais» com as novas medidas de austeridade.
«É por demais evidente o falhanço das políticas impostas por este Governo, que se baseou na desvalorização do trabalho e dos direitos sociais, impondo mais e mais austeridade, mais desemprego, mais precariedade», afirma a AP em comunicado enviado aos órgãos de comunicação social.
Numa referência às novas medidas de austeridade anunciadas, a AP diz não querer «ficar ligada a mais este vil ataque que está a ser perpetrado» e salienta que «não faz parte da condição militar iludir as situações» e «utilizar o povo português como cobaia de experiências sociais».
«Senhor primeiro-ministro, a bem de Portugal e dos portugueses, faça-lhes um favor, demita-se e já agora emigre», exorta a AP.
Nesta nota, a associação acusa o Governo PSD/CDS-PP de ter transformado «os pobres deste país em miseráveis e a classe média em novos pobres» e de dar origem a «um país destroçado, sem rumo e a caminhar para o abismo».
«Não podemos permitir que, ao sabor de qualquer troika, sejam retirados direitos legalmente consagrados na Constituição da República Portuguesa que jurámos defender e não podemos nem devemos permitir que uma nação como a nossa com mais de 900 anos definhe porque uns quantos senhores decidiram fazer de Portugal uma colónia dos interesses da alta finança europeia e mundial», advoga a AP.
As praças das Forças Armadas lembram que todos os militares são obrigados a «um juramento de defender a Pátria e guardar e fazer guardar a Constituição e as Leis da República e repudiam veementemente as políticas que estão a ser seguidas pois contradizem» tudo o que juraram «defender», cita a Lusa.
in TVI24
Começa a aquecer...
Onde irá parar?
E qual o papel das chefias? Estarão os homens das estrelas ao peito com vontade de se levantarem da cadeira e fazer alguma coisa?
Veremos.
domingo, 16 de setembro de 2012
Ouro à vista!
Pelos vistos, temos petróleo por cá ( shale gás também!).
Yupi? Yeiy? Wow? Espectáculo? Maravilha? Loucura? Fantástico?
Não! Nada disso.
Como andamos em maré de "sorte", uma de três coisas vão acontecer.
1 - o potencial resume-se a meia dúzia de barris, que entretanto já foram extraídos durante as perfurações, pelo que toda a trabalheira que se teve até ao momento só resultou numa coisa: prejuízo. Nada de novo.
2 - existe, de facto, uma reserva de dimensões consideráveis, que, depois de explorada garantirá um proveito financeiro considerável, mas os gajos com quem temos parceria detêm 99% dos direitos, pelo que a nós caberá pouco mais que um punhado de moedas de 2 cêntimos, hora sim, hora não.
3 - existe, de facto, uma reserva de dimensões consideráveis, que, depois de explorada garantirá um proveito financeiro considerável, mas nunca o chegaremos a saber porque os Espanhóis, nos entretantos, fizeram um bypass nas tubagens e desviaram tudo para território espanhol (provavelmente, Olivença..., que fica logo ali na fronteira) e passam, a partir daquele momento, a gozar de uma exploração petrolífera paga por nós.
E assim acaba o sonho. E a última gota de petróleo que jamais veremos.
Yupi? Yeiy? Wow? Espectáculo? Maravilha? Loucura? Fantástico?
Não! Nada disso.
Como andamos em maré de "sorte", uma de três coisas vão acontecer.
1 - o potencial resume-se a meia dúzia de barris, que entretanto já foram extraídos durante as perfurações, pelo que toda a trabalheira que se teve até ao momento só resultou numa coisa: prejuízo. Nada de novo.
2 - existe, de facto, uma reserva de dimensões consideráveis, que, depois de explorada garantirá um proveito financeiro considerável, mas os gajos com quem temos parceria detêm 99% dos direitos, pelo que a nós caberá pouco mais que um punhado de moedas de 2 cêntimos, hora sim, hora não.
3 - existe, de facto, uma reserva de dimensões consideráveis, que, depois de explorada garantirá um proveito financeiro considerável, mas nunca o chegaremos a saber porque os Espanhóis, nos entretantos, fizeram um bypass nas tubagens e desviaram tudo para território espanhol (provavelmente, Olivença..., que fica logo ali na fronteira) e passam, a partir daquele momento, a gozar de uma exploração petrolífera paga por nós.
E assim acaba o sonho. E a última gota de petróleo que jamais veremos.
Afinal, é simples!
O segredo para o sucesso: "está em ter uma boa equipa", diz a filha do presidente de Angola, esse grande democrata e gente séria como pouco se vê por aí fora.
Abençoado.
Presenteou-nos também a senhora com um conselho, o seguinte, e, por acaso, o primeiro: "O meu primeiro conselho para os jovens é que primeiro tem que estudar, a formação é chave. Depois, o primeiro emprego, onde se aprende muita coisa, o que também permite criar uma pequena poupança" para mais tarde "empreender e criar qualquer coisa", aconselhou.
Claro está que isto dos conselhos vale o que vale.
Se se for da família do distinto JES, pode-se até dispensar os estudos (o que não foi o caso, parece...), a formação, e o emprego, que a poupança, mais barril de petróleo, menos barril de petróleo ou mais diamante, menos diamante, acaba sempre por ser criada, ao ponto de dar para ZON´s, BPI´s, GALP,´s e por aí fora...
Já em Portugal, a coisa está mais dificil.
É quase como eu aconselhar alguém que está perdido no meio do deserto, a comprar um mini frigorifico para ter bebidas frescas. Assim, de repente, parece-me que não vale de nada, mas pronto... Que sei eu?
Abençoado.
Presenteou-nos também a senhora com um conselho, o seguinte, e, por acaso, o primeiro: "O meu primeiro conselho para os jovens é que primeiro tem que estudar, a formação é chave. Depois, o primeiro emprego, onde se aprende muita coisa, o que também permite criar uma pequena poupança" para mais tarde "empreender e criar qualquer coisa", aconselhou.
Claro está que isto dos conselhos vale o que vale.
Se se for da família do distinto JES, pode-se até dispensar os estudos (o que não foi o caso, parece...), a formação, e o emprego, que a poupança, mais barril de petróleo, menos barril de petróleo ou mais diamante, menos diamante, acaba sempre por ser criada, ao ponto de dar para ZON´s, BPI´s, GALP,´s e por aí fora...
Já em Portugal, a coisa está mais dificil.
É quase como eu aconselhar alguém que está perdido no meio do deserto, a comprar um mini frigorifico para ter bebidas frescas. Assim, de repente, parece-me que não vale de nada, mas pronto... Que sei eu?
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