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domingo, 8 de março de 2015

Feliz dia da Mulher.

E não mais que isso.

Parto do principio, que, em celebrando a data, a coisa deu-se ontem, num jantar rodeado de mulherio, a comer comida feita por um homem (que é para verem como se cozinha!) e a beber vinho carrascão.

Portantos, ao dia de hoje, é favor o favor de voltar lá prás vossas lides que isto não pode haver festa o fim de semana todo.*



É fazer o pequeno almoço, que já se faz tarde, pensar no almoço, botar a roupa (que tá na máquina) estendida ao sol e pôr outra a lavar.

Passar a ferro, arranjar a roupa pró marido ir trabalhar amanhã, dar banho à canalha e fazer umas comprinhas de Domingo lá no hipermercado de um magnata qualquer.

No final, em correndo bem e já não havendo futebol, podereis, enfim, descansar e ver aquilo lá da Casa dos Degredos.

Agora, ide lá.
Não tivésseis ido ontem para a rambóia, abandonando maridos, namorados, filhos e/ou amantes e hoje estaria mais simpático para convosco.



(mas pronto,) * se vos despachardes a tempo, informo que lá prás 22h devo estar livre, pelo que ainda podereis reservar hora para o strip, que aqui o escriba aceita marcações, apresentando como credenciais BB, que é como quem diz Bom e Barato, assim como qualquer tasca que se preze.


domingo, 18 de janeiro de 2015

Sua Santidade diz coisas de muito valor e com as quais o escriba concorda.

"as mulheres têm um papel muito importante na sociedade de hoje".

Ah pois têm!

Se não, com quem é que o escriba faria o amor, quem lhe prepararia as refeições, quem lhe lavaria e passaria a roupa?

De facto, o Papinha diz coisas acertadas.




(brincadeira, tá? O escriba gosta deste Papa e até chega ao ponto de dizer que é - ou parece ser - um tipo às direitas. Agora siga, que eu quero comer e preciso de roupa pronta para amanhã)

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Mg, a começar o ano a abrir os olhos às pessoas.

- Olha... Já temos o video do casamento do teu primo.

e depois?

- Não queres ver?

pra quê?

- é o video, então?! Do casamento...? Hello!

Foda-se! Mas então eu não estive lá, caralho? Quero ver o video pra quê?

A primeira intervenção de ano novo do escriba não poderia deixar de ser para o povo da capital.

Da cidade belíssima, conhecida, entre outros, por ser poiso das aves raras que nos governam, razão para, por si só, dever ser rodeada de um muro bem alto e impermeável, e enchida de àgua.

Antes, porém, o Estádio da Luz deveria ficar a salvo, como é natural nestas coisas de destruição da doença e da peste.


Esclareçam então o escriba, oh povo que foi festejar para a Praça do Comércio ou Terreiro do Paço,  ou lá que raio aquilo é, da duvida que o assiste:
- tendo em conta que dos Xutos nada há a dizer, o que vos saiu na passagem de ano? A fava ou o chouriço?




domingo, 20 de abril de 2014

E porque este também é um blog Pascal, o escriba não poderia deixar de vir ao seu modesto tasco para deixar um abraço fraterno a toda a sua clientela (e aproveita, já que cá está, para relatar mais um episódio fofinho da sua vida)

O escriba: já que é Páscoa, podíamos fazer um compasso caseiro.
A Maria: um quê?
- um compasso caseiro. Essa coisa das cruzes.
- ai é?
- sim.
- e como é que fazemos isso?
- queres mesmo saber?
- sim.
- está bem. Já que pedes...
- que chato... Diz lá.
- tá bem. É assim: eu ponho-me de pé e estico os braços. Tu ajoelhas-te e beijas-me a cruz...
- tu vais tão para o Inferno....
- tu é que quiseste saber...

domingo, 12 de janeiro de 2014

Mg, a produzir bivalves desde 1849.

Mg tem um ataque de tosse no preciso momento em que o telemóvel começa a tocar.
Mg olha para o visor e decide que convém atender desde já.
Continua a tossir.
Telemóvel continua a tocar.
Algo se desprende e Mg, com o telemóvel na mão, dirige-se à casa de banho e larga logo ali, no lavatório, o resultado da sua tosse.

Mg tinha acabado de produzir uma ostra.




(estou? Então, está bom?)


terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Porque isto do Ano Novo e da passagem de ano, é sempre fodido.

Mg nunca ouviu ninguém dizer "ah e tal, passei o ano a foder".

Em bom rigor, Mg, que já escalou uns largos pares de anos, só por uma vez passou do 31/12 para o 01/01 a fazer o amor.

E que bom que foi, a cada badalada do sino que ao longe se ouvia, acompanhar com uma badalada própria do seu badalo.

Foi um bom ano, e o escriba, desde então, pode dizer que passou um ano a foder.

Neste ano, que também se pode dizer que foi fodido, e à hora em que isto sai para o ar, o escriba estará, provavelmente, rodeado de gente, com taça de champanhe numa mão e a porcaria das uvas passas noutra.

"come, que dá sorte", dir-lhe-ão, enquanto faz uma cara feia e repete, pela milésima vez, que essa tradição é uma tradição tão parva quanto usar uma peça de roupa interior azul (será para atirar ao chão, de qualquer modo, e o escriba nem quererá saber se o embrulho é azul ou preto, ou vermelho, ou cor de rosa às bolinhas brancas, estando mais interessado no presente).

E a cada uva passa se pedirá um desejo, e Mg, que terá alguma dificuldade em pensar em 12 desejos, tentará compensar com 12 goles no copo (se um não chegar, outros se seguirão).

E a determinado momento, irá pensar que se 2013 foi fodido, 2014 será ainda pior, por muito que a gente diga - e queira - que não, e que por cá continuarão os coelhos e os anibais desta vida, acompanhados da sua comandita de inegável valor e inquestionáveis qualidades, a fazer, durante todo o ano, aquilo que Mg preferia estar a fazer na passagem de um para o outro.

A badalar, com maior ou menor intensidade.

E Mg, uma vez mais, sentir-se-á pequeno, porque só consegue foder uma de cada vez, ao invés de outros, que de uma assentada, fodem os que querem e lhes apetece, dando umas atrás das outras sem tirar, e cada vez com mais vontade e mais vigor.

E, para miséria de um povo, ninguém os fode a eles.

E assim chega o Ano Novo.

Feliz Ano Novo!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Diz que na passagem de ano se tem de usar cuecas novas, não é? Pensem muito bem nisso...

... apresento-vos a Zulmira!


Zulmira era moça do campo e um dia foi convidada para um baile.
Lá arranjou um vestido, mas faltavam as cuecas. Então pensou e teve uma ideia: foi ao armazém e de um saco de serapilheira lá fez umas cuecas.
E toda contente entrou no autocarro em direcção ao baile.
Sentou-se de perna aberta deixando um homem que ia em frente a olhar embasbacado.
E ela:
-Ai o carago! Oiça lá....nunca viu umas cuecas?
-Ver já vi... mas a dizer " ração para porcos", é que não!

domingo, 29 de dezembro de 2013

Mg, esse ingénuo.

O gajo dá sinal para a direita.
Para atabalhoadamente.
Recua. Vira o volante. Tenta enfiar a viatura no espaço vazio.
1ª tentativa: quase bate no carro que estava parado, estacionado à frente do local onde o gajo pretende estacionar.
2ª tentativa: bate no passeio e volta á posição inicial.
3ª tentativa: não bate no passeio, mas quase bate no carro de trás.

Mg começa a impacientar-se. "Estás trengo, oh meu? Anda lá com essa porcaria que a minha vida não é isto!"

4ª tentativa: Quase toca no passeio, o carro fica todo torto, mas lá dá para Mg passar.

Siga!
O escriba olha para o lado e....

... era uma gaja!


Mg, esse ingénuo....




(á primeira vista, e em abono da verdade, parecia um gajo. Agora percebo que, claro, não podia ser!!!)



sábado, 28 de dezembro de 2013

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Mg às vezes declara coisas.

Como agora, em que declara encerrado o Natal.

Do que antigamente era possível e hoje já não é.

E eis que o escriba se prepara para deitar e aguardar pelo sono dos justos.

Não pode deixar de observar, uma vez mais, o incrivel que é o efeito que uma queca dada fora do matrimónio, por uma jovem casada com um velho já sem força na verga, queca essa que termina em gravidez, tem, passados mais de dois milénios de anos.

Foi esperta, a moça.
Salvou-se de morrer apedrejada e ainda hoje, à custa da história da Carochinha, é a virgem mãe do senhor.

Agora, ide.
Ide em paz e que o senhor vos acompanhe.

E não pequeis, como a jovem de há 2000 anos.
Hoje em dia, ninguém acredita em virgens.
E há testes de ADN.

O Natal, em breves pinceladas.

No tempo do muito antigamente, uma jovem, que não "conhecia o homem", engravida do espirito santo.
2013 anos depois, ainda se comemora o facto, com presentes, SMS's, emails, mensagens no facebook e afins, arvores de Natal e sorrisinhos nem sempre genuínos.

Hoje em dia, uma jovem solteira engravida e é uma vaca.

Pergunta-se (desculpa lá Scolari, o plágio): e o burro sou eu?


Pensando bem, havendo burro e havendo vaca, ainda se monta o presépio num instante, não?

A todos, um bacanal (ou bom Natal, já nem sei..)

A todos um bacanal
A todos um bacanal
Que seja um bacanal, para todos vós
Que seja um bacanal, para todos nós


No Blogger pela manhã
Ouvem-se os posts tocar
E há uma grande alegria, no ar


A todos um bacanal
A todos um bacanal
Que seja um bacanal, para todos vós
Que seja um bacanal, para todos nós


Nesta manhã de bloguice
Há em todos os países
Muitos milhões de escribas, felizes

A todos um bacanal
A todos um bacanal
Que seja um bacanal, para todos vós
Que seja um bacanal, para todos nós


Vão aos saltos pela casa
Com os tablets ou telemovéis
Procurar os seus blogs, tão belos

A todos um bacanal
A todos um bacanal
Que seja um bacanal, para todos vós
Que seja um bacanal, para todos nós


Depois há troca de comentários
Os escribas postam fotografias
No Natal todos os posts... são de alegria!


A todos um bacanal
A todos um bacanal
Que seja um bacanal, para todos vós
Que seja um bacanal, para todos nós


Se isto fosse verdade
Para todos os escribas
Era bom ouvir os gadgets tocar.

A todos um bacanal
A todos um bacanal
Que seja um bacanal, para todos vós
Que seja um bacanal, para todos nós

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Estou triste.

A puta da velha  não me desejou um Feliz Natal.

Mg reconsidera sobre esta coisa dos posts sobre o Natal

e acaba por sucumbir (e publicar*) a uma musiquinha fofinha, adequada à época, de que tanto gosta.

Jinglem as belas, então!

Jingle bell, jingle bell,
Já não há papel.
Não faz mal, não faz mal,
Limpa-se ao jornaaaaaal.


Jingle bell, jingle bell,

Já não há papel.

Não faz mal, não faz mal,
Limpa-se ao jornaaaaaal.

(Todos juntos, agora!)

Jingle bell, jingle bell,
Já não há papel.
Não faz mal, não faz mal,
Limpa-se ao jornaaaaaal.