quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Grândola, Vila Morena


Para quem já se tiver esquecido, fica um empurrãozinho...



Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina, um amigo
Em cada rosto, igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto, igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola, a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Cada qual tem direito ao seu atentado.


Hoje calhou-nos a nós.
Será pelo simbolismo da data?






JN, 11 de Setembro de 2012






Sabes que algo vai mal...

Quando o ponto alto do teu dia é o momento em que chegas a casa e carregas o frigorifico com 24 garrafas de cerveja.

E ficas a pensar para com os teus botões quanto tempo demorará até ficarem no ponto...

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

11 anos

11 de Setembro.

Ainda hoje me lembro do que tinha para fazer nesse dia e não fiz.
Recordo-me das repetições sem fim e do monopólio que nesse dia (e nos seguintes), os ataques geraram (naturalmente!) em tudo quanto era órgão de comunicação social.

Com Osama ou sem Osama, ainda hoje há coisas que me fazem confusão:

- Porque é que se fizeram seguros bilionários dia(s) antes dos ataques?
- Porque é que se mudaram montes e montes de documentos do local do ataque para outros locais, também dia(s) antes?
- Porque é que ainda há gente que diz que os aviões que embateram nas torres não pareciam aviões "normais" (descaracterizados e nada parecidos com um normal avião de passageiros)?
- Porque é que as torres ruiram, como um baralho de cartas, sem que nada o explique?
- Porque é que ainda se insiste que a temperatura eventualmente gerada pela combustão do combustível jamais seria motivo suficiente para deitar abaixo dois monstros daquela envergadura?
- Porque é que, aquando do desmoronar das torres, se veem pequenas explosões, que em câmara lenta dão toda a impressão de serem "controladas" e sincronizadas?
- Porque é que, também em câmara lenta, se vê que o que atinge o Pentágono não se parece em nada com um avião?
- Porque é que há aviões, e respectivos componentes que, pura e simplesmente, "desapareceram"?  Evaporaram-se com o impacto e com o calor do fogo?
- Porque é que um Presidente da Nação mais poderosa do Mundo continua impávido e sereno em frente a umas dezenas de criancinhas, depois de, supostamente, saber das noticias (e das "novidades")?
- E porque é que, depois de as deixar, uma das primeiras coisas que faz é um discurso à Nação?
Se fosse eu, quereria, em primeiro lugar, saber o que aconteceu, com todos os pormenores possíveis, em segundo, saber quem estava no terreno e onde estavam os seguintes na linha de sucessão e em terceiro, saber as medidas tomadas e as ordens já dadas, no sentido de delinear as acções de socorro, as acções preventivas e garantir a segurança do que ainda restava. Sentido de Estado? Pois...

A história continua mal contada.
A verdade? Alguém a saberá.
Será que o Mundo (ainda) vive na mentira?

domingo, 9 de setembro de 2012

E não fica por aqui!

Mas como o povo é sereno, não me vou alongar muito.

Só para dizer o seguinte:
se o objectivo é colocar 95% da população de calças na mão (na melhor das hipóteses) e de braço estendido, delapidar os sectores estratégicos em favor dos privados e entregar o que ainda dá lucro aos amigos, então todos os olhos do Mundo se devem virar para cá, porque este governo é o exemplo perfeito da competência.

18% para chegar à idade (qual será nessa altura? 80 anos?) e ter direito a.. vá lá.. 30 euros de reforma?
Promover o emprego? Pois sim...
Daqui a seis meses falamos novamente.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

E a história repete-se.

Ano após ano, é sempre a mesma coisa.

Até quando? Até não haver mais nada para queimar?

Falta fazer o quê, oh senhores que percebem disto?


O Presidente e o Rei

Realmente, este país é uma anedota!

Primeiro, foi este.

Atrás dele, vem o Rei(naldo).

Ora, uma vez que o menino não passa por nenhum problema familiar grave, tratando-se, apenas e só, de uma questão profissional, pergunto: triste porquê, ó meu?!

Por isto? Não te chega?
Ou o prémio que o Iniesta tem em casa tinha de ser teu, desse por onde desse?

Tristeza é isto, ou isto, ou isto, ou isto, ou isto, ou isto, ou isto (podia continuar nisto a noite toda, com links mais ou menos recentes, que seriam sempre actuais, mas penso que já deu para perceber...).

Tristeza é aumentar de dia para dia o número de casais desempregados.
Tristeza é haver milhares e milhares de jovens que têm de seguir o conselho / convite do nosso digníssimo e excelso PM e zarpar daqui pra fora.
Tristeza é haverem cada vez mais crianças que vão para a escola de barriga vazia.
Triste é a nossa justiça que gasta milhares de euros para julgar um caso de um roubo de 14 enquanto os gajos que desviam milhões continuam por aí a rir-se.
Por causa dos submarinos, há gente condenada na Alemanha. Aqui. no Eldorado, e no mesmo caso, no pasa nada. E isso também é triste.

Gente semi-analfabeta, que, na maioria dos casos, o máximo que consegue escrever é o seu nome em jeito de autógrafo, ainda tem a lata de vir para a Comunicação Social chorar-se?
Brincamos?
Nos dias de hoje, brincamos?
Cambada de tristes (sim, tristes!!!) que não têm a mínima noção do país e do mundo real e das dificuldades que milhares e milhares e milhares passam no dia a dia.

Triste?
Pah... se não dá para comprar um Ferrari, compra uma coisa mais económica e dá-te por feliz por ainda estares a abastecer o depósito em Espanha, porque se tivesse de ser em Portugal, upa, upa, então é que não te aguentavas...

E antes de vires falar em tristezas, lembra-te que ganhas mais num mês que muitas famílias inteiras ganham (todas juntas) numa vida de trabalho árduo.

Por isso, continua a fazer o que sabes melhor, concentra-te no teu trabalho (e sim, reconheço-te a capacidade de trabalho e de sacrifício), e dá-te por feliz pelos gordos cheques mensais mas, por todos aqueles que estão realmente tristes, faz-lhes um favor: fecha a matraca e poupa-te a cenas... tristes.

Vão mas é mamar no real manguito do Zé Povinho e não gozem com os parolos que vos sustentam!


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Também eu!

"Jorge Neves. Este portuense quer morrer em Israel" , algures no JN (links para a noticia indisponíveis)

Chama-lhe burro!

Também eu quero. Parece que é por aquelas bandas que temos 70 virgens à nossa espera quando a hora chega...

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Ele há coisas engraçadas...

Aqui há uns tempos, respondi a um desses testes de brincadeira que circulam pelos emails.
Curiosamente (medo!!!) a resposta em que pensei foi a resposta que, mais à frente, era dada como a mais provável.
Segue, então, o teste, para que cada um possa verificar por si se a coisa confere, ou não.














Alguma vez já se perguntaram se somos mesmo diferentes ou se pensamos a
mesma coisa? Façam este exercício de reflexão e encontrem a resposta!!!
Siga as instruções e responda as perguntas uma de cada vez MENTALMENTE e
tão rápido quanto possível mas não siga adiante antes de ter respondido
a anterior.
E se surpreendam com a resposta!!! 


Agora, responda uma de cada vez: 





Quanto é: 


15+6 
























....21... 
























3+56 



























.....59... 






















89+2 
























...91... 


























12+53 



























......65... 

























75+26 






























....101... 


























25+52 































....77... 






















63+32 





























...95.... 




























Sim, os cálculos mentais são difíceis mas agora vem o verdadeiro teste.
Seja persistente e siga adiante. 



















123+5 



























..128.... 

















RÁPIDO! PENSE EM UMA FERRAMENTA E UMA COR! 





















........ 













E siga adiante... 





















....... 





















Mais um pouco... 





















........ 












Um pouco mais... 













........ 









Em que é que pensaram?

A resposta mais provável está escrita no comentário ao post.


Não vale aldrabar. Quero a resposta verdadeira...





segunda-feira, 30 de julho de 2012

A tropa e a seita


O General Pires Veloso (  retirado daqui )

O general Pires Veloso, um dos protagonistas do 25 de Novembro de 1975 que naquela década ficou conhecido como "vice-rei do Norte", defende um novo 25 de Abril, de raiz popular, para acabar com "a mentira e o roubo institucionalizados".
"Vejo a situação atual com muita apreensão e muita tristeza. Porque sinto que temos uma mentira institucionalizada no país. Não há verdade. Fale-se verdade e o país será diferente. Isto é gravíssimo", disse hoje, em entrevista à Lusa.
Para o general, que enquanto governador militar do Norte foi um dos principais intervenientes no contra-golpe militar de 25 de Novembro que pôs fim ao "Verão Quente" de 1975, "dá a impressão de que seria preciso outro 25 de abril em todos os termos, para corrigir e repor a verdade no sistema e na sociedade".
Pires Veloso, 85 anos, considera que não poderão ser as forças militares a promover um novo 25 de Abril: "Não me parece que se queiram meter nisto. Não estão com a força anímica que tinham antigamente, aquela alma que reagia quando a pátria está em perigo".
"Para mim, o povo é que tem a força toda. Agora é uma questão de congregação, de coordenação, e pode ser que alguém surja" a liderar o processo.


Inversão de valores
E agora que "o povo já não aguenta mais e não tem mais paciência, é capaz de entrar numa espiral de violência nas ruas, que é de acautelar", alertou, esperando que caso isso aconteça não seja com uma revolução, mas sim com "uma imposição moral que leve os políticos a terem juízo".Como solução para evitar que as coisas se compliquem, Pires Veloso defendeu uma cultura de valores e de ética. "Há uma inversão que não compreendo desses valores e dessa ética. Não aceito a atuação de dirigentes como, por exemplo, o Presidente da República, que já há pelo menos dois anos, como economista, tinha obrigação de saber em que estado estava o país, as finanças e a economia. Tinha obrigação moral e não só de dizer ao país em que estado estavam as coisas", defendeu.
Pires Veloso lamentou a existência de "um gangue que tomou conta do país. Tire-se o gangue, tendo-se juízo, pensando no que pode acontecer.
E ponha-se os mais ricos a contribuir para acabar a crise. Porque neste momento não se vai aos mais poderosos".
O general deu como exemplo o salário do administrador executivo da Eletricidade de Portugal (EDP) para sublinhar que "este Governo deve atender a privilégios que determinadas classes têm".
"Não compreendo como Mexia recebe 600 mil euros e há gente na miséria sem ter que dar de comer aos filhos. Bem pode vir Eduardo Catroga dizer que é legal e que os acionistas é que querem, mas isto não pode ser assim. Há um encobrimento de situação de favores aos mais poderosos que é intolerável. E se o povo percebe isso reage de certeza", disse.
Para Pires Veloso, "se as leis permitem um caso como o Mexia, então é preciso outro 25 de abril para mudar as leis", considerando que isto contribui para "a tal mentira institucionalizada que não deixa que as coisas tenham a pureza que deviam ter".
Casos como este, que envolvem salários que "são um insulto a um povo inteiro, que tem os filhos com fome", fazem, na opinião do militar, com que em termos sociais a situação seja hoje pior, mesmo, do que antes do 25 de Abril: "Na altura havia um certo pudor nos gastos e agora não: gaste-se à vontade que o dinheiro há de vir".


Inversão do 25 de Abril
Quanto ao povo, "assiste passivamente à mentira e ao roubo, por enquanto. Mas se as coisas atingirem um limite que não tolere, é o cabo dos trabalhos e não há quem o sustenha. Porque os cidadãos aguentam, têm paciência, mas quando é demais, cuidado com eles"."Quando se deu o 25 de Abril de 1974, disseram que havia de haver justiça social, mais igualdade e melhor repartição de bens. Estamos a ver uma inversão do que o 25 de Abril exigia", considerou Pires Veloso, para quem "o primeiro-ministro tem de arrepiar caminho rapidamente".
Passos Coelho "tem de fazer ver que tem de haver justiça, melhor repartição de riqueza e que os poderosos é que têm que entrar com sacrifícios nesta crise", defendeu, apontando a necessidade de rever rapidamente as parcerias público-privadas.
"Julgo que Passos Coelho quer a verdade e é esforçado, mas está num sistema do qual está prisioneiro. O Governo mexe nos mais fracos, vai buscar dinheiro onde não há. E, no entanto, na parte rica e nos poderosos ainda não mexeu. Falta-lhes mais tempo? Não sei. Sei é que tem de mudar as coisas", disse Pires Veloso.




A tropa?! Tá bem, tá...
Já não é o que era dantes: agora são só meninos.
Ou será apenas uma questão de falta de dinheiro para munições?

Uma questão de... "fé"!

O vigário de um vilarejo tinha um pinto como mascote, o Valente.
Certo dia, o pinto Valente desapareceu, e ele achou que alguém o havia roubado.

No dia seguinte, na missa, o vigário perguntou à congregação:
-Algum de vocês aqui tem um pinto?
Todos os homens se levantaram.

-Não, não, disse o vigário, não foi isso que eu quis dizer.
-O que eu quero saber é se algum de vocês viu um pinto?
Todas as mulheres se levantaram..

-Não, não, repetiu o vigário... o que eu quero dizer é se algum de vocês viu um pinto que não lhes pertence.
Metade das mulheres se levantou.

- Não, não, disse o vigário novamente muito atrapalhado. Talvez eu possa formular melhor a pergunta:
-O que eu quero saber é se algum de vocês viu o meu pinto?
Todas as freiras se levantaram.

-Esqueçam, esqueçam .... vamos continuar a missa!!!!!!!!!!!!!!!!




Numa outra localidade, e mais ou menos á mesma hora, uma menina de cinco anos perguntou à Mãe:

-Mãe! O que é isto que eu tenho entre as pernas?
A Mãe:
-Isso é uma capelinha sagrada onde ninguém pode entrar!...

Já com 17 anos, a miuda começou a namorar e um dia o namorado quis iniciar a vida sexual, querendo fazer sexo.
A resposta dela foi:
- Nãoo!!!! Isto é um local sagrado e não podes entrar!

Após alguma resistência o namorado lembrou-se:
- Deixa-me meter o meu santinho dentro da tua capelinha!

Ela acabou por ceder e ao gostar tanto, questiona o namorado:
- Querido! Esses dois não entram também?!...

Ao que ele responde:
-Não, amor! Estes ficam à porta! São Jeóvas!!!!....








A bem da Nação

A verdade é que já ando para me pisgar deste cantinho à beira-mar plantado há muito tempo.

Por algumas razões (falta de coragem ou ainda não ter "perdido" completamente a cabeça) ando a adiar a decisão.

Depois de ler este estudo ganho novo alento e mais uma razão a favor do pró.

Está quase decidido. Quanto mais não seja, a bem da Nação.

Depois de me ir (quase fazia aqui um belo trocadilho...) as coisas, por certo, irão melhorar.

___
Uma outra conclusão que se pode retirar do estudo - e que lá não aparece - é que os Finlandeses têm a pila pequena.
Para quem interessar.