Mg passa o dia fora, nos seus afazeres.
Quando chega, o ninho do amor está impecavelmente arrumado e limpo.
O amor é lindo, não é?
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sábado, 20 de junho de 2015
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
E que mais rendeu a quadra, tu que sabes que nem só de quecas vive o homem?
Ora bem...
Um garrafão de maduro tinto, de lá de cima do Douro. Caseiro.
Top.
4 garrafas de verde tinto, colheita deste ano.
Menos top, mas também vão marchar.
E agora, calou, que tenho de trabalhar. Produzir para pagar impostos, ok?
Um garrafão de maduro tinto, de lá de cima do Douro. Caseiro.
Top.
4 garrafas de verde tinto, colheita deste ano.
Menos top, mas também vão marchar.
E agora, calou, que tenho de trabalhar. Produzir para pagar impostos, ok?
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assim sim,
clap clap,
coisas cor de rosinha que de tão fofinhas que são até nos vêm lágrimas aos olhos,
É do caralho,
É o que temos,
Gosto,
Obrigado!
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Continuam a achar que sou mentiroso, é? E que este estabelecimento não tem freguesia que vai lá, vai?
Como o escriba não falha, eis!
Créditos para a Senhora Dona Linda Porca, que gentilmente se disponibilizou para se revelar ao mundo aqui no meu tasco.
Fiquei comovido.
E excitado (acho que já o disse antes).
(Mas fiquei, e as verdades são para ser ditas).
E aposto que cada centímetro quadrado de pele cheira a rosas. Rosas, senhores. Qual estrume, qual quê?
Créditos para a Senhora Dona Linda Porca, que gentilmente se disponibilizou para se revelar ao mundo aqui no meu tasco.
Fiquei comovido.
E excitado (acho que já o disse antes).
(Mas fiquei, e as verdades são para ser ditas).
E aposto que cada centímetro quadrado de pele cheira a rosas. Rosas, senhores. Qual estrume, qual quê?
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Mg também fala sobre a comunicação social.
E sobre a sede de audiências.
E sobre a enorme falta de bom senso em determinadas alturas.
E entristece-me, de certa forma, constatar que há alturas em que o que mais importa é a luta desenfreada por mais uma cabeça nos shares e um numero nas pageviews.
Porque há pessoas que merecem ser recordadas pelas imagens do que fizeram num campo de futebol, num palco algures por esse mundo fora, numa sala de um bloco operatório ou num laboratório de investigação cientifica.
Não merecem que a ultima recordação dos mortais que cá ficaram para assistir seja uma urna a ser depositada 7 palmos abaixo da terra.
Num local onde, mais tarde ou mais cedo, todos irão parar.
E porque merecem mais, não merecem isto.
Não é serviço publico. Não é serviço privado. Não é nada. Nada!
Não sou Benfiquista por tua causa.
Não me fiz do Benfica pelos teus golos.
Não assisti ao vivo a nenhuma das tuas arrancadas.
Nunca falei contigo.
Não tenho nenhum autógrafo teu.
E, talvez por isso mesmo, e por só ter percebido quem foste muito depois de ser vermelho:
Obrigado, Eusébio.
Por seres um símbolo, por seres um Embaixador de Portugal no mundo, por seres uns dos maiores na tua arte, mas, sobretudo, por seres (teres sido) uma pessoa boa, uma pessoa humilde, uma pessoa de bem.
E, no fundo, o que nós precisamos é disso: gente boa.
E aos que vestem outras cores (verde, azul, amarelo, branco, preto ou, até, outros vermelhos) obrigado também pelo reconhecimento.
Porque há coisas que transcendem os clubes ou as SAD's e porque a rivalidade deveria ficar sempre dentro das quatro linhas.
Cá fora, somos todos iguais. Comuns mortais.
Descansa em paz, King.
E sobre a enorme falta de bom senso em determinadas alturas.
E entristece-me, de certa forma, constatar que há alturas em que o que mais importa é a luta desenfreada por mais uma cabeça nos shares e um numero nas pageviews.
Porque há pessoas que merecem ser recordadas pelas imagens do que fizeram num campo de futebol, num palco algures por esse mundo fora, numa sala de um bloco operatório ou num laboratório de investigação cientifica.
Não merecem que a ultima recordação dos mortais que cá ficaram para assistir seja uma urna a ser depositada 7 palmos abaixo da terra.
Num local onde, mais tarde ou mais cedo, todos irão parar.
E porque merecem mais, não merecem isto.
Não é serviço publico. Não é serviço privado. Não é nada. Nada!
Não sou Benfiquista por tua causa.
Não me fiz do Benfica pelos teus golos.
Não assisti ao vivo a nenhuma das tuas arrancadas.
Nunca falei contigo.
Não tenho nenhum autógrafo teu.
E, talvez por isso mesmo, e por só ter percebido quem foste muito depois de ser vermelho:
Obrigado, Eusébio.
Por seres um símbolo, por seres um Embaixador de Portugal no mundo, por seres uns dos maiores na tua arte, mas, sobretudo, por seres (teres sido) uma pessoa boa, uma pessoa humilde, uma pessoa de bem.
E, no fundo, o que nós precisamos é disso: gente boa.
E aos que vestem outras cores (verde, azul, amarelo, branco, preto ou, até, outros vermelhos) obrigado também pelo reconhecimento.
Porque há coisas que transcendem os clubes ou as SAD's e porque a rivalidade deveria ficar sempre dentro das quatro linhas.
Cá fora, somos todos iguais. Comuns mortais.
Descansa em paz, King.
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