terça-feira, 13 de janeiro de 2015

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Daquilo das televendas.

Porque é que o povo de lá diz que os produtos estão disponíveis por tempo limitado, se o raio dos anúncios estão sempre a passar?

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

E que diferença faria um neurónio mais.

Alerta não sei das quantas.
Temperaturas abaixo de coiso.
O povo chega, ao final da tarde, com as suas viaturas.
Pensa-se que no dia seguinte irá estar frio, muito frio, pela manhã.
Carros ao relento, gelo nos vidros, é o mais certo.
Montes de lugares para estacionar, mas quanto mais perto de casa, melhor (o ideal até seria lá dentro), que isto de andar 20 ou 30 metros a pé é muito.
Ora, perto de casa, longe dos primeiros raios de sol.
Mg chega e sabe que vai deixar a viatura cá fora durante a noite. Olha os lugares livres e escolhe um dos mais afastados. 20 segundos a passo até casa, o que dá uma miséria de metros.
Mg olha o povo, todo contente por ter estacionado mesmo à porta.
Amanhã, será Mg a rir-se dos espertos, lixados da vida logo pela manhã, porque a porcaria do gelo não derrete, enquanto os primeiros raios de sol da manhã já fizeram esse trabalho pelo escriba, que liga a viatura e arranca com ar triunfante, na certeza que amanhã, em havendo gelo pela manhã, e em ficando a viatura do escriba ao relento, a cena se repetirá e sairá reforçada a certeza que um neurónio (um só!) faz mesmo muita falta e podia ter feito toda a diferença.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Bolas, Mg, às 3 da manhã?

Que foi? Não posso?
Não tinha sono...


E não eram 3. Eram 02.53 a virar para as 02.54.
Eu é que tenho a mania de agendar para horas ou meias horas, nem que com isso só atrase um ou dois minutos.

Que foi? Não posso?

Ménes, então?

Claro que se agora forem lá não vêem nada disso.

Primeiro, porque eu já botei faladura e saltei ainda mais lá pra cima, e depois, porque a faladura que eu botei não era sobre passas, mas sobre estátuas ou lá que raio é que o escriba faz, por isso, o que viram (quem viu) já não vêem mais, daí que se devam dar por afortunados, porque são daquelas coisas que acontecem uma vez na vida, o que é ainda melhor que sair o Euromilhões, que é daquelas coisas que não acontece vez nenhuma na vida.
E, melhor de tudo, não paga impostos!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

O escriba também faz umas estátuas que (infelizmente) o Ronaldo não conhece.*

E as uvas passas? Foram as 12?

Quê?!

Não como disso e não é por as comer feito alarve e pedir desejos à doida que a coisa se dá.

E ao segundo dia do ano da graça de dois mil e quinze,

o escriba informa a sua clientela que já não lhe dói a cabeça e que a coisa já se compôs.
Adianta também que o problema deve ter derivado da meia dúzia de taças de champanhe, que aquilo é coisa para ter mais bolhas de gás que sabe lá o quê, e depois sobem e ficam na cabeça e enquanto não rebentam todas a coisa fica assim para o esquisito, mas hoje a coisa já tá composta e obrigado por perguntarem.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Mg, a começar o ano a abrir os olhos às pessoas.

- Olha... Já temos o video do casamento do teu primo.

e depois?

- Não queres ver?

pra quê?

- é o video, então?! Do casamento...? Hello!

Foda-se! Mas então eu não estive lá, caralho? Quero ver o video pra quê?

A primeira intervenção de ano novo do escriba não poderia deixar de ser para o povo da capital.

Da cidade belíssima, conhecida, entre outros, por ser poiso das aves raras que nos governam, razão para, por si só, dever ser rodeada de um muro bem alto e impermeável, e enchida de àgua.

Antes, porém, o Estádio da Luz deveria ficar a salvo, como é natural nestas coisas de destruição da doença e da peste.


Esclareçam então o escriba, oh povo que foi festejar para a Praça do Comércio ou Terreiro do Paço,  ou lá que raio aquilo é, da duvida que o assiste:
- tendo em conta que dos Xutos nada há a dizer, o que vos saiu na passagem de ano? A fava ou o chouriço?




Resoluções de ano novo?

Em podendo, fazer deste blog um blog ainda mais palerma.

Conto com a ajuda de todos!