sábado, 6 de dezembro de 2014

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

E, assim, num repente, o que é que te deixou assim, sei lá, a modos que condoído, com algo que tenhas visto, oh escriba?

E era ver as moças bem novas, daquelas entre os vinte e os trinta (sim, que o escriba é ancião para mais de cento e oitenta anos de idade, pelo que as moças novas, daquelas entre os vinte e os trinta, são moças bem novas), jeitosas e tal, na rua, diz que com um frio de rachar, saia curta, saia, às vezes, bem curta, às vezes de casaco bem grosso e outras sem ele, nariz a tiritar de frio e Mg a pensar no frio que devia passar por aquelas peles e em como as devia aquecer, pois que é Natal e devemos ser uns para os outros, nas outras alturas também, mas agora mais que é Natal, e elas olhavam a medo, com Mg a enfrentar bravamente o frio que não era tão frio assim, e que bem que se notava que a timidez as impedia de pedir que o escriba as aquecesse e elas longe de adivinhar que é Natal e que nestas alturas o coração do escriba amolece e que este seria bem capaz de aquecer as moças bem novas a tiritar do frio que lhes entrava pelas peles.


(e é este o meu conto de Natal)

Podias repensar isso e fazer qualquer coisa, sei lá...

(e o pinheirinho pelo cu acima, não!?)

Uma coisa qualquer no centro da mesa da sala, assim a lembrar a modos que a quadra festiva...?

(oh, caralho!, eu não falei já?!)