sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

As coisas boas de se ficar doente.

Vais para a cama muito mais cedo que o habitual, e apesar de acordares mais vezes durante a noite do que aquelas que, em dias normais, costumas acordar, dormes muito mais do que costumas dormir.

E ainda criticam o escriba por este, de quando em vez, ler o CM.

Parecendo que não, foi lá que Mg descobriu que Tozé Martinho e Ana Maria Magalhães são irmãos. Quem sabe não fará falta no Quem Quer Ser Milionário.

Por outro lado, e mais importante ainda, também foi lá que Mg descobriu que Luciana e Djaló estão, oficialmente, divorciados.
A garantia que, a partir dessa data, às crianças passarão novamente a ser dados nomes normais.

Sabes que a coisa está a ficar nos trinques quando...?

Quando são 23.47h e ainda estás a pé, como se nada fosse.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Na sequência das ultimas palavras há quem se interrogue da seguinte forma: "estás doente rapaz?"

Mg, naturalmente, ri-se e agradece, sentido, os desejos de melhoras, não sem antes dizer que o escriba nunca adoece.
Apenas fica em baixo de forma.

Grazie! Como o aço!
Como o aço...




E porque não há nada que aconteça por acaso,

Mg sente-se feliz por ter decidido trocar, no fim de semana passado, a roupa da cama para roupa de inverno.
Parece que não, mas está-se mesmo melhor.

Mg, o tipo que nunca tem frio e que às vezes anda em camisa, quando há quem já ande de camisola e cachecol.

Mas quando lhe dá, fonix...

Mg, a beber o fantástico acumulado de dois copos de vinho em dois dias, desde 1824.

Era só.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Mg, a encharcar três t-shirts e três sweats numa noite.

Acho que nunca suei tanto numa só noite.
E, para mal dos meus pecados, estive sossegadito.

Mg, a tossir com sabores três dias seguidos.

Traduzindo em miúdos:

1- de como conseguir um título mais do que original.
2- de como, cada vez que tosse, o sabor que vem à garganta do escriba é o sabor do ben-u-ron.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Mg também fala sobre a comunicação social.

E sobre a sede de audiências.
E sobre a enorme falta de bom senso em determinadas alturas.

E entristece-me, de certa forma, constatar que há alturas em que o que mais importa é a luta desenfreada por mais uma cabeça nos shares e um numero nas pageviews.

Porque há pessoas que merecem ser recordadas pelas imagens do que fizeram num campo de futebol, num palco algures por esse mundo fora, numa sala de um bloco operatório ou num laboratório de investigação cientifica.

Não merecem que a ultima recordação dos mortais que cá ficaram para assistir seja uma urna a ser depositada 7 palmos abaixo da terra.

Num local onde, mais tarde ou mais cedo, todos irão parar.

E porque merecem mais, não merecem isto.

Não é serviço publico. Não é serviço privado. Não é nada. Nada!

Não sou Benfiquista por tua causa.
Não me fiz do Benfica pelos teus golos.
Não assisti ao vivo a nenhuma das tuas arrancadas.
Nunca falei contigo.
Não tenho nenhum autógrafo teu.

E, talvez por isso mesmo, e por só ter percebido quem foste muito depois de ser vermelho:

Obrigado, Eusébio.

Por seres um símbolo, por seres um Embaixador de Portugal no mundo, por seres uns dos maiores na tua arte, mas, sobretudo, por seres (teres sido) uma pessoa boa, uma pessoa humilde, uma pessoa de bem.

E, no fundo, o que nós precisamos é disso: gente boa.

E aos que vestem outras cores (verde, azul, amarelo, branco, preto ou, até, outros vermelhos) obrigado também pelo reconhecimento.

Porque há coisas que transcendem os clubes ou as SAD's e porque a rivalidade deveria ficar sempre dentro das quatro linhas.

Cá fora, somos todos iguais. Comuns mortais.


Descansa em paz, King.

Interroga-se o escriba

se ainda irá a tempo de montar a árvore de Natal e o presépio.

domingo, 5 de janeiro de 2014

A Múmia.

Tantas e tantas foram as vezes que a figura podia, e devia, ter dito alguma coisa, e nada...
Se julga que por cavalgar, em directo, a onda da morte, está a marcar pontos, pela parte que me toca já vem tarde.
E hoje sim, podia muito bem ter estar calado. Pelo menos não estragava.