Parece que não, mas está-se mesmo melhor.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
E porque não há nada que aconteça por acaso,
Mg sente-se feliz por ter decidido trocar, no fim de semana passado, a roupa da cama para roupa de inverno.
Mg, o tipo que nunca tem frio e que às vezes anda em camisa, quando há quem já ande de camisola e cachecol.
Mas quando lhe dá, fonix...
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Mg, a encharcar três t-shirts e três sweats numa noite.
Acho que nunca suei tanto numa só noite.
E, para mal dos meus pecados, estive sossegadito.
E, para mal dos meus pecados, estive sossegadito.
Mg, a tossir com sabores três dias seguidos.
Traduzindo em miúdos:
1- de como conseguir um título mais do que original.
2- de como, cada vez que tosse, o sabor que vem à garganta do escriba é o sabor do ben-u-ron.
1- de como conseguir um título mais do que original.
2- de como, cada vez que tosse, o sabor que vem à garganta do escriba é o sabor do ben-u-ron.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Mg também fala sobre a comunicação social.
E sobre a sede de audiências.
E sobre a enorme falta de bom senso em determinadas alturas.
E entristece-me, de certa forma, constatar que há alturas em que o que mais importa é a luta desenfreada por mais uma cabeça nos shares e um numero nas pageviews.
Porque há pessoas que merecem ser recordadas pelas imagens do que fizeram num campo de futebol, num palco algures por esse mundo fora, numa sala de um bloco operatório ou num laboratório de investigação cientifica.
Não merecem que a ultima recordação dos mortais que cá ficaram para assistir seja uma urna a ser depositada 7 palmos abaixo da terra.
Num local onde, mais tarde ou mais cedo, todos irão parar.
E porque merecem mais, não merecem isto.
Não é serviço publico. Não é serviço privado. Não é nada. Nada!
Não sou Benfiquista por tua causa.
Não me fiz do Benfica pelos teus golos.
Não assisti ao vivo a nenhuma das tuas arrancadas.
Nunca falei contigo.
Não tenho nenhum autógrafo teu.
E, talvez por isso mesmo, e por só ter percebido quem foste muito depois de ser vermelho:
Obrigado, Eusébio.
Por seres um símbolo, por seres um Embaixador de Portugal no mundo, por seres uns dos maiores na tua arte, mas, sobretudo, por seres (teres sido) uma pessoa boa, uma pessoa humilde, uma pessoa de bem.
E, no fundo, o que nós precisamos é disso: gente boa.
E aos que vestem outras cores (verde, azul, amarelo, branco, preto ou, até, outros vermelhos) obrigado também pelo reconhecimento.
Porque há coisas que transcendem os clubes ou as SAD's e porque a rivalidade deveria ficar sempre dentro das quatro linhas.
Cá fora, somos todos iguais. Comuns mortais.
Descansa em paz, King.
E sobre a enorme falta de bom senso em determinadas alturas.
E entristece-me, de certa forma, constatar que há alturas em que o que mais importa é a luta desenfreada por mais uma cabeça nos shares e um numero nas pageviews.
Porque há pessoas que merecem ser recordadas pelas imagens do que fizeram num campo de futebol, num palco algures por esse mundo fora, numa sala de um bloco operatório ou num laboratório de investigação cientifica.
Não merecem que a ultima recordação dos mortais que cá ficaram para assistir seja uma urna a ser depositada 7 palmos abaixo da terra.
Num local onde, mais tarde ou mais cedo, todos irão parar.
E porque merecem mais, não merecem isto.
Não é serviço publico. Não é serviço privado. Não é nada. Nada!
Não sou Benfiquista por tua causa.
Não me fiz do Benfica pelos teus golos.
Não assisti ao vivo a nenhuma das tuas arrancadas.
Nunca falei contigo.
Não tenho nenhum autógrafo teu.
E, talvez por isso mesmo, e por só ter percebido quem foste muito depois de ser vermelho:
Obrigado, Eusébio.
Por seres um símbolo, por seres um Embaixador de Portugal no mundo, por seres uns dos maiores na tua arte, mas, sobretudo, por seres (teres sido) uma pessoa boa, uma pessoa humilde, uma pessoa de bem.
E, no fundo, o que nós precisamos é disso: gente boa.
E aos que vestem outras cores (verde, azul, amarelo, branco, preto ou, até, outros vermelhos) obrigado também pelo reconhecimento.
Porque há coisas que transcendem os clubes ou as SAD's e porque a rivalidade deveria ficar sempre dentro das quatro linhas.
Cá fora, somos todos iguais. Comuns mortais.
Descansa em paz, King.
domingo, 5 de janeiro de 2014
A Múmia.
Tantas e tantas foram as vezes que a figura podia, e devia, ter dito alguma coisa, e nada...
Se julga que por cavalgar, em directo, a onda da morte, está a marcar pontos, pela parte que me toca já vem tarde.
E hoje sim, podia muito bem ter estar calado. Pelo menos não estragava.
Se julga que por cavalgar, em directo, a onda da morte, está a marcar pontos, pela parte que me toca já vem tarde.
E hoje sim, podia muito bem ter estar calado. Pelo menos não estragava.
Quer-se dizer que as festividades, afinal, ainda não acabaram?
Pois... Esqueci-me das Janeiras.
Mais uma parvoíce.
Orçamento de estado fresquinho, governo velho e que já mostrou ao que vem, presidente que é o que é, chove como o caraças, etc, etc, etc, e vêm desejar o quê?
Ao menos passem isto para o carnaval e passem a cantar as fevereiras ou as marças, que assim ninguem leva a coisa a sério...
Mais uma parvoíce.
Orçamento de estado fresquinho, governo velho e que já mostrou ao que vem, presidente que é o que é, chove como o caraças, etc, etc, etc, e vêm desejar o quê?
Ao menos passem isto para o carnaval e passem a cantar as fevereiras ou as marças, que assim ninguem leva a coisa a sério...
sábado, 4 de janeiro de 2014
O escriba pede desculpa por ser repetitivo e escrever o que centenas de outros escribas também escreverão, mas...
"Bombeiro" é a "palavra do ano" 2013, e por dois ou três posts recentes neste tasco, parece claro que o escriba está de acordo.
Bombeiros e demais voluntários.
Sem interesses. Sem vaidades. Sem protagonismos pretendidos. Sem publicidade.
Bombeiros e demais voluntários.
Sem interesses. Sem vaidades. Sem protagonismos pretendidos. Sem publicidade.
Obrigado a todos.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
A puta da velha continua com maus fígados.
Mg entra no tasco ao mesmo tempo que o sr. P.
A puta da velha está à porta, a fumar o seu pensativo cigarro.
"bom ano, sr. P", diz a personagem. Olha para Mg e nem uma nem duas.
Mg olha para a personagem e sai-lhe um "Entao, sr. P? Está tudo? Bom ano!"
Olha de relance para a puta da velha e entra no tasco. (havias de te constipar, caralho!)
A puta da velha está à porta, a fumar o seu pensativo cigarro.
"bom ano, sr. P", diz a personagem. Olha para Mg e nem uma nem duas.
Mg olha para a personagem e sai-lhe um "Entao, sr. P? Está tudo? Bom ano!"
Olha de relance para a puta da velha e entra no tasco. (havias de te constipar, caralho!)
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