segunda-feira, 23 de setembro de 2013

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O escriba disserta sobre variáveis macro-económicas de Portugal e chega à conclusão que o (pobre) estado deste país, mais que aos ladrões, aos vagabundos, aos gatunos e aos chico-espertos, se deve às árvores de fruto.

Sim, é verdade e já faz furor nos meios académicos.
O novo estudo, realizado pelo escriba, chegou à conclusão que o estado desgraçado deste país se deve às árvores de fruto, nomeadamente às cerejeiras.
Senão, vejamos.

Facto:
É usual ver-se à venda, em determinadas épocas do ano, e de norte a sul do país, a cereja de Resende.

Hipóteses:
Muito sucintamente (até porque não há tempo para mais e quem o quiser ler na integra, poderá aceder a www.ohescribatensaquiumestudodocaralhoesoqueriasertaoespertocomotu.pt, e fazer o respectivo download), as hipóteses que se verificaram como plausíveis foram as seguintes:
1 - Se, de facto, toda a cereja vendida com sendo cereja de Resende for efectivamente de Resende, não se verificam variações positivas significativas no respectivo encaixe com receitas de IVA, IRS, IRC e IMI, daí que se possa concluir que, apesar de as cerejeiras produzirem à brava e darem à luz cereja como se não houvesse amanhã a fuga aos impostos é uma verdade.

2 - Se, por outro lado, a cereja dita de Resende não for efectivamente de Resende, estamos perante um caso (milhares de casos, aliás), de contrafacção, usurpação de nome / marca e consequente fuga aos impostos, na medida em que a cereja produzida e, depois, vendida, não é registada em sede própria, dando lugar ao crescimento da chamada economia paralela, onde, como se sabe, o lobby da cereja tem uma importância fundamental.

Conclusão:
BPN´s, PPP´s, subvenções vitalícias, reformas chorudas no final de dez anos de "trabalho", subsídios de reintegração, rendimentos mínimos a quem não precisa, coçar a micose em local de trabalho, obras megalómanas, esbanjamento de dinheiro em concursos, ajustes e afins, viatura, combustível, motorista e telemóvel 24/7, cartão de crédito, viagens em 1ª classe, impostos em níveis nunca antes vistos, desemprego em massa, pobreza em crescendo.

Tanta gente enganadinha...
Motosseras e gasolina. Temos de acabar com este flagelo, já!
Cortemos as cerejeiras de Resende pela raíz.

Não à cereja. Sim ao Aloé-Vera.

Por um mundo mais saudável.
www.ohescribatensaquiumestudodocaralhoesoqueriasertaoespertocomotu.pt

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

É sexta-feira!!!




-   13, Mg. 13!!!

 -  Oh diacho... Agora que já coloquei o vídeo..  :s  
     Devia trocar por uma coisa mais austera, é?
  

Tivesse o escriba uma educação destas quando era petiz, e seria hoje uma pessoa melhor

Mas não.
Eram todas velhas, sem qualquer hipótese na arte.
Com tantas escolas a fechar por esse país fora, talvez se encontre aqui um nicho de mercado e se possam, agora, reconverter em verdadeiros estabelecimentos de ensino.

Abençoado século XXI. Abençoadas criancinhas (a ser verdadeira a história, claro...)

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

E ia o escriba perder a oportunidade de reentrar em grande na cena blogosférica? Naaaa.. nada disso!

Sim!
Posso bem com as criticas.
Podem cá vir dizer que sou fraquinho, que o tasco é uma merda, que isto é só trafulhice e que nunca fiz nada de jeito na vida.
Quero lá saber.
Os cães passam e a caravana ladra. Ou vice-versa. Ou semi-vice-versa. Ou o caralho. Não quero saber.
Com vocês, posso eu bem.

E para poupar nos posts, segue já de seguida uma das rubricas habituais: as noticias do dia.
Este sim, gente boa. À maneira. E deve estar com um bronze upa-upa!
De fazer ver ao tristes que foram 5 noites e 4 dias para um parque de campismo ao pé do mar.
Gentinha... Ponham os olhos. Assim, sim!


Isto não se faz!

domingo, 8 de setembro de 2013

Mg dirige-se aos sedentos.

Se um dia quiserdes beber uma cerveja e vos desafiarem a beber uma mistura nova, que parece que é cerveja com sumo, o que a torna numa cerveja boa, fresca e levezinha, dizei que não, que se pedísteis uma cerveja foi porque cerveja era o que queríeis, caso contrário tínheis pedido um sumo, daqueles cuja marca começa com S e acaba em "ol", que esse ao menos não engana e é o que é.

Sumos travestidos de cerveja com sumo, em garrafa de vidro, é que não.

Ou é cerveja ou é sumo cuja marca termina em "ol". Meios termos é que não, que esses sabem igualzinho aos sumos, e ficamos a pensar onde raio terão metido a cerveja.

(para quando os patrocinadores chegarem-se aqui ao escriba, hein?)

domingo, 1 de setembro de 2013

Algumas considerações sobre records e de como todo o país pode beneficiar com isso.

Mulher polaca pretende fazer sexo com 100 mil homens e inscrever o nome no Guiness Book

(para começar, a noticia é retirada da Visão, pelo que quem insinuou que o escriba só lia um determinado jornal, pode começar a meter a viola ao saco. Toma!)


Adiante.

Diz que a coisa se passa assim:

São 100000 gajos, cada um com direito a, no máximo, 20 minutos, durante os quais a candidata ao record parece fazer de tudo, incluindo sexo "tradicional" (deve ter a ver com as tradições próprias de cada país, digo eu...)

Pelo meio, ainda se desloca de cidade em cidade, o que demonstra bem o seu caracter inovador e empreendedor, ao bom estilo das entregas ao domicilio da comidinha. Neste caso, quem é comida é ela. Parece-me bem, que anda aí muita gente com fome.

Agora, as contas.

Vamos imaginar que ela só trabalhará 8 horas por dia (um horário de trabalho normal, até porque o resto do tempo será passado entre viagens e a pôr gelo na passarinha) e que os fregueses, chamemos-lhes assim, não são toinos e aproveitam os 20 minutos que lhes são concedidos.

Numa lógica dessas, seriam aviadas três pilas por hora, o que perfazeria 24 por dia e 8760 por ano (não, não estamos a considerar feriados nem datas religiosas, porque estas coisas do pinanço não se compadecem com isso: 8 horas por dia, ai ai, ui ui, dá-me de força mas não me rebentes toda que ainda estão 96532 gajos à espera de vez, sim?)

Quer também isto dizer que a coisa, a este ritmo de caracol, se daria por concluída, em cerca de 11 anos e meio.

Ora, eu não sei quais são os planos do Governo, nem como as coisas andam de dinheiro para grandes obras entretanto interrompidas, mas se quisermos ser pacientes e aguardar uma dúzia de anos, pode ser que a proponente, a troco de umas toneladas de gelo e um carregamento de Halibut, aceite terminar a tournée em Portugal.

No final, nacionalizamos a mulher e temos o problema do túnel do Marão resolvido, sem custos para o erário publico!

Escusam de agradecer.
Tenham um Santo Domingo.


(para os que andam indignados nas redes sociais, informo que já saiu o valor da inscrição, e que por menos de 10 euros se faz a coisa, pelo que escusam de andar por aí a dizer que ela é só mais uma chupista - ok, ok, também o é, mas não é isso o que importa - e que não tem decência e só quer é ganhar dinheiro e fama e coiso e tal. É preço de amigo, está bem?!)