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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Post de Natal para os graúdos.
Feliz Natal!
sábado, 8 de dezembro de 2012
Já estão a pensar nisto?
Em 1983, a série “AutoMan” surpreendeu os espetadores do canal de TV
ABC com um protagonista que era um misto de humano e computador e que
tinha a particularidade de fazer curvas em ângulo reto num carro
desportivo. Quase 30 anos depois, o nome AutoMan volta a dar que falar:
mais uma vez o foco das atenções é um misto de humano e máquina, mas
desta vez não se trata de uma ficção científica de domingo à tarde, mas
sim de um projeto de investigação que tem por objetivo criar a próxima
geração de gestores, empresários e líderes de empresas, que distribuem
tarefas pelos humanos e os recompensam de acordo com o trabalho que
executam.
Ainda não se sabe o que pensam os sindicatos sobre os patrões feitos de inteligência artificial e crowdsourcing, mas já é possível ter uma primeira apreciação do criador do sistema, Daniel Barowy, em declarações para o site da NewScientist: «As pessoas acabam por gostar porque sabem que é imparcial».
O AutoMan não tem partido, clube, paixonetas ou ódios de estimação – nem pode ter. Afinal este “boss 2.0” mais não é que um algoritmo que recorre a plataformas de crowdsourcing de forma automatizada para lançar reptos e desafios aos humanos. Não adianta enviar currículos ou cunhas: o algoritmo não discrimina nem valoriza nenhum dos candidatos – o que pode ser visto como uma injustiça para os especialistas mais experientes, mas também abre caminho a candidatos que desenvolveram conhecimentos fora do circuito académico e empresarial.
Para AutoMan o que conta é a qualidade do trabalho – venha ele de onde vier. Como qualquer chefia humana, este algoritmo também tem dúvidas. E quando assim é mantém o repto ativo até que um humano consiga apresentar a resposta mais adequada. À semelhança dos chefes de carne e osso, o algoritmo também mantém a prerrogativa de remunerar os trabalhos de acordo com a qualidade e a prontidão apresentadas.
Ainda não chegou a hora de o algoritmo criado por Barowy se sentar no cadeirão da administração – mas o conceito já começou a dar mostras de viabilidade na plataforma Mechanical Turk, que a Amazon criou com o objetivo de promover a partilha de tarefas pelas multidões. Nesta plataforma, o algoritmo apresenta questões e espera respostas dos humanos. A este ensaio juntou-se outro: o mentor do AutoMan também testou o algoritmo na app VizWiz como forma de apoio à recolha, na Internet, de descrições de fotos tiradas por cegos. O que confirmou a possibilidade de integrar este patrão artificial em aplicações tão simples como as que usamos nos telemóveis.
Barowy acredita que, mais do que mandar patrões para o desemprego, AutoMan promete abrir caminho a nova classes profissionais, que podem dar novo impulso à economia mundial. Pode ser excesso de otimismo, mas o investigador da Universidade de Massachusetts garante que, mais tarde ou mais cedo, os algoritmos vão assumir a liderança: «Uma forma de ver as coisas é que, pelo menos, o sistema reserva as partes do trabalho que são interessantes, criativas e divertidas para os humanos».
Ainda não se sabe o que pensam os sindicatos sobre os patrões feitos de inteligência artificial e crowdsourcing, mas já é possível ter uma primeira apreciação do criador do sistema, Daniel Barowy, em declarações para o site da NewScientist: «As pessoas acabam por gostar porque sabem que é imparcial».
O AutoMan não tem partido, clube, paixonetas ou ódios de estimação – nem pode ter. Afinal este “boss 2.0” mais não é que um algoritmo que recorre a plataformas de crowdsourcing de forma automatizada para lançar reptos e desafios aos humanos. Não adianta enviar currículos ou cunhas: o algoritmo não discrimina nem valoriza nenhum dos candidatos – o que pode ser visto como uma injustiça para os especialistas mais experientes, mas também abre caminho a candidatos que desenvolveram conhecimentos fora do circuito académico e empresarial.
Para AutoMan o que conta é a qualidade do trabalho – venha ele de onde vier. Como qualquer chefia humana, este algoritmo também tem dúvidas. E quando assim é mantém o repto ativo até que um humano consiga apresentar a resposta mais adequada. À semelhança dos chefes de carne e osso, o algoritmo também mantém a prerrogativa de remunerar os trabalhos de acordo com a qualidade e a prontidão apresentadas.
Ainda não chegou a hora de o algoritmo criado por Barowy se sentar no cadeirão da administração – mas o conceito já começou a dar mostras de viabilidade na plataforma Mechanical Turk, que a Amazon criou com o objetivo de promover a partilha de tarefas pelas multidões. Nesta plataforma, o algoritmo apresenta questões e espera respostas dos humanos. A este ensaio juntou-se outro: o mentor do AutoMan também testou o algoritmo na app VizWiz como forma de apoio à recolha, na Internet, de descrições de fotos tiradas por cegos. O que confirmou a possibilidade de integrar este patrão artificial em aplicações tão simples como as que usamos nos telemóveis.
Barowy acredita que, mais do que mandar patrões para o desemprego, AutoMan promete abrir caminho a nova classes profissionais, que podem dar novo impulso à economia mundial. Pode ser excesso de otimismo, mas o investigador da Universidade de Massachusetts garante que, mais tarde ou mais cedo, os algoritmos vão assumir a liderança: «Uma forma de ver as coisas é que, pelo menos, o sistema reserva as partes do trabalho que são interessantes, criativas e divertidas para os humanos».
E então? Bom ou mau?
E as cunhas, pá? Como é?
E os olhinhos ao chefe?
E se o "patrão" falha, desconta para férias ou fica em banco de horas?
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Nota mental
Nunca, jamais e em tempo algum te atrevas a gritar golo da Espanha, mesmo que por brincadeira, e mesmo que numa série de penaltis.
Principalmente num local pejado de genuínos Tugas, que se estão a borrifar para o facto de estarem em causa nuestros hermanos, mesmo que irmãos na pobreza (que os tempos de riqueza já lá vão).
Não tentes, também, qual Jesus Cristo, explicar-te por parábolas: que um golo de Espanha equivale a um levantar de saias de uma jovem moça e que tal facto nos dá um motivo para irmos para cima dela (num remate certeiro e pleno de pujança!), na certeza de que enormes alegrias - leiam-se golos - se seguirão (entre as quais, uma bela de uma espanholada...!).
É que, parecendo que não, e qual Jesus Cristo, arriscas-te a ser crucificado na cruz.
E com esta estás condenado a ser prisioneiro na tua própria casa, sem poder sair à rua, pelo menos enquanto Portugal não estiver qualificado para o próximo Mundial.
Por isso, Mg, se quiseres viver tempo suficiente para assistir ao final da crise, deixa a poeira assentar e, no Mundial 2014, e no Euro 2016, e no Mundial 2018, e por aí fora..., não repitas a gracinha.
Alguém se oferece para te entregar mantimentos ao domicilio?
Não é fácil ter a cabeça a prémio...
E o perdão é coisa da Bíblia. Não da vida real.
Terminando:
1 - Reconheço, no entanto, Mg, que estiveste bem, quando te perguntaram se eras Espanhol e respondeste alto e bom som: "Não! Sou Português! Boa noite."
2 - Amanhã, todos de volta à vida, ok?
3 - Para a Selecção, na pessoa do Paulo Bento, umas breves palavras: vejam isto pela positiva. Já deixam de ser obrigados a vestir aquelas camisas e podem ir de férias para um qualquer destino paradisíaco. Os pobres, os idosos, os desempregados - e os que hoje ainda não são, mas amanhã passam a ser -, os que não têm comida para dar aos filhos, os que querem trabalhar e não podem - porque não há trabalho - e os gatunos que por aí andam - embora só os que roubam uma lata de ervilhas num supermercado é que sejam presos - estão convosco.
Os de barriga proeminente que foram ao Euro à pala e os que pagaram as despesas com o desvio de fundos comunitários também!
Principalmente num local pejado de genuínos Tugas, que se estão a borrifar para o facto de estarem em causa nuestros hermanos, mesmo que irmãos na pobreza (que os tempos de riqueza já lá vão).
Não tentes, também, qual Jesus Cristo, explicar-te por parábolas: que um golo de Espanha equivale a um levantar de saias de uma jovem moça e que tal facto nos dá um motivo para irmos para cima dela (num remate certeiro e pleno de pujança!), na certeza de que enormes alegrias - leiam-se golos - se seguirão (entre as quais, uma bela de uma espanholada...!).
É que, parecendo que não, e qual Jesus Cristo, arriscas-te a ser crucificado na cruz.
E com esta estás condenado a ser prisioneiro na tua própria casa, sem poder sair à rua, pelo menos enquanto Portugal não estiver qualificado para o próximo Mundial.
Por isso, Mg, se quiseres viver tempo suficiente para assistir ao final da crise, deixa a poeira assentar e, no Mundial 2014, e no Euro 2016, e no Mundial 2018, e por aí fora..., não repitas a gracinha.
Alguém se oferece para te entregar mantimentos ao domicilio?
Não é fácil ter a cabeça a prémio...
E o perdão é coisa da Bíblia. Não da vida real.
Terminando:
1 - Reconheço, no entanto, Mg, que estiveste bem, quando te perguntaram se eras Espanhol e respondeste alto e bom som: "Não! Sou Português! Boa noite."
2 - Amanhã, todos de volta à vida, ok?
3 - Para a Selecção, na pessoa do Paulo Bento, umas breves palavras: vejam isto pela positiva. Já deixam de ser obrigados a vestir aquelas camisas e podem ir de férias para um qualquer destino paradisíaco. Os pobres, os idosos, os desempregados - e os que hoje ainda não são, mas amanhã passam a ser -, os que não têm comida para dar aos filhos, os que querem trabalhar e não podem - porque não há trabalho - e os gatunos que por aí andam - embora só os que roubam uma lata de ervilhas num supermercado é que sejam presos - estão convosco.
Os de barriga proeminente que foram ao Euro à pala e os que pagaram as despesas com o desvio de fundos comunitários também!
terça-feira, 19 de junho de 2012
Já está!
Depois de termos dado a estocada final, enrabado, ajudado a eliminar os Holandeses, passamos à segunda fase do Euro.
Apesar de ter havido um Alemanha vs Dinamarca anterior ao jogo oficial do Campeonato, os profissionais do futebol dinamarquês não seguiram o exemplo das congéneres profissionais dos filmes pornográficos (que, com valentia e mestria sublime no manejo da bola aplicaram uma bela foda sova nas Alemãs) e foram, também eles, eliminados.
Está visto que aquela gente das Alemanhas só se supera perante os outros à força do dinheiro e do poder politico. No que é bom, tá quieto!
Querem pôr toda a gente de quatro, mas quando apanham um país com melhor estrutura pela frente (e por estrutura, pode entender-se o que cada um bem quiser), quem sente na carne a humilhação da derrota são eles.
O jogo jogou-se com valentia, tendo as "atletas" dado sempre o corpo às bolas e nunca se negando a nenhuma tarefa, ofensiva ou defensiva, que pudesse ajudar o colectivo.
Momento alto, como sempre acontece nestas ocasiões, deu-se quando se cantaram os respectivos hinos nacionais, como se pode observar pela foto seguinte, bem demonstrativa do amor à pátria (e há por ali uns belos pares de pátrias...), onde não faltou, sequer, uma demonstração de bem manejar o pau.
Da bandeira, note-se. Da bandeira!
O jogo em si teve alguns momentos altos (nomeadamente os dos fotógrafos presentes) e primou, do inicio ao fim, pelo espírito do fair-play, como se nota abaixo, onde uma jogadora, depois de ter feito uma falta por trás a uma
Ao intervalo o resultado era o menos importante.
Realce para os exercícios de aquecimento inovadores, numa técnica de 4, que trabalha todos os membros em simultâneo e facilita a recepção das bolas.
Não há dúvida, portanto, que um aquecimento bem feito é muito importante para que o jogo seja bem jogado e a contento de ambas as partes.
Ah!!! (como se fosse importante...): ganharam as Dinamarquesas por 13-1.
Se quiserem saber ver mais, basta clicar aqui.
Aguardemos agora que as Gregas sodomizem as Alemãs e que as Tugas, depois de um banho Checo como manda a pintarola, tenham a oportunidade de uma desforra.
Sim, porque o Euro 2004 ainda está cá entalado.
E, portanto, mais do que dizê-lo, está na altura de fazê-lo.
Até as comemos. Como elas mais gostarem.
domingo, 3 de junho de 2012
Jane (com parêntesis no N )
Bate três vezes na madeira, Mg, que a mulher já é do sec. XVII.
Bate três vezes na madeira...
Mas que dei por mim a pensei, ai isso dei.
Damn...
Para terminar, o que quererá ela dizer com "I'm a 74-year-old woman who is sending a message to people behind me, mostly women, but some men as well"?
Bate três vezes na madeira...
Mas que dei por mim a pensei, ai isso dei.
Damn...
[ ao que parece, a senhora já tem 74! Muita inveja deve andar por aí! :) ]
Para terminar, o que quererá ela dizer com "I'm a 74-year-old woman who is sending a message to people behind me, mostly women, but some men as well"?
terça-feira, 29 de maio de 2012
Alerta laranja! (ou da fraca exploração do marketing)
Bom... não se trata bem de um alerta, no sentido da Protecção Civil, mas de um aviso, segundo os cânones do Mg: a partir deste post, todo o blog fica sujeito ao "estigma" da bolinha laranja.
Laranja, apenas, e não vermelha, porque, ainda assim, fica aberto a maiores de 14 anos, que, nos dias que correm já começam a perceber da poda, sem necessidade de recurso a Gina´s ou Playboy´s.
Pois bem.
No seguimento deste post, foram tecidas considerações várias acerca da virtude de determinada faixa etária.
Propositadamente, e um pouco na sequência das declarações do nosso Primeiro (bolinha laranja aqui também!), apenas foram referidos objectos de perdição de nacionalidade estrangeira.
Seria isso, julguei eu (embora erradamente, percebo-o agora), uma oportunidade - e invertendo o sentido das palavras do Primeiro - para os leitores assíduos deste blog - que julgo resumir-se a uma só anónima alma - procurarem no Portugal profundo focos de interesse e de referência.
Para imenso desgosto deste escriba, tal não aconteceu.
Surge, agora, a oportunidade para emendar o erro e mostrar ao mundo as virtudes desta nossa Nação.
Estava, pois, o escriba a jantar sozinho e abandonado, quando farto por não ver quer o jornal generalista, quer o desportivo, a serem libertos das mãos de outros comensais se decide (oh vergonha imensa!) a pegar numa dessas revistas ditas cor-de-rosa (mais uma vez, a bolinha laranja, por oposição à bolinha cor-de-rosa).
Logo logo se apercebe de uma das falhas do Português típico: a dificuldade de comunicação, no sentido de melhor aproveitar todos os recursos endógenos, potenciando-os, através de uma boa acção de marketing, em seu favor.
Refiro-me concretamente à TVI, estação de televisão que não soube aproveitar todo o enorme potencial de uma sua colaboradora no sentido de fazer disparar as audiências, relegando para as profundezas de um qualquer indicador da Marktest, de vez e sem remédio, toda a concorrência.
Refiro-me, concretamente, a uma dança - dita do varão - que redundou em muito e boa chichinha à mostra e que, ainda hoje, deve ser motivo de algumas arritmias e consequentes entradas nas urgências deste país.
Como é que é possível que não se aproveite estas imagens (que, seguramente, valem mais que qualquer enciclopédia inteira), capitalizando-as em proveito próprio?
Ganharam um adepto fiel ao vosso programa (serei devoto mesmo que hajam repetições diárias durante os próximos vinte anos, é certo...), mas tal deve-se a uma revista e não ao trabalho do Departamento de Marketing e Comunicação, senhores da TVI (será que, eventualmente, ainda não se esqueceram das suas raízes de carácter marcadamente religioso?)!!!
Uma falha a rever, então.
Fica, pois, rectificada a minha falha - o que é Nacional (também) é (muito) bom - e a certeza de que passarei, de hoje em diante, a estar muito mais atento à rica, diversa e imensamente instrutiva produção portuguesa.
Obrigado por este momento. Ainda não estou em mim.
TVI sempre!
Nota final: todo este palavreado não passa de um embuste. Com efeito, o escriba não vê televisão em casa há, seguramente, mais de seis meses.
Uma situação a rever, portanto, quanto mais não seja porque há vestidos cor-de-rosa que valem bem a pena.
Laranja, apenas, e não vermelha, porque, ainda assim, fica aberto a maiores de 14 anos, que, nos dias que correm já começam a perceber da poda, sem necessidade de recurso a Gina´s ou Playboy´s.
Pois bem.
No seguimento deste post, foram tecidas considerações várias acerca da virtude de determinada faixa etária.
Propositadamente, e um pouco na sequência das declarações do nosso Primeiro (bolinha laranja aqui também!), apenas foram referidos objectos de perdição de nacionalidade estrangeira.
Seria isso, julguei eu (embora erradamente, percebo-o agora), uma oportunidade - e invertendo o sentido das palavras do Primeiro - para os leitores assíduos deste blog - que julgo resumir-se a uma só anónima alma - procurarem no Portugal profundo focos de interesse e de referência.
Para imenso desgosto deste escriba, tal não aconteceu.
Surge, agora, a oportunidade para emendar o erro e mostrar ao mundo as virtudes desta nossa Nação.
Estava, pois, o escriba a jantar sozinho e abandonado, quando farto por não ver quer o jornal generalista, quer o desportivo, a serem libertos das mãos de outros comensais se decide (oh vergonha imensa!) a pegar numa dessas revistas ditas cor-de-rosa (mais uma vez, a bolinha laranja, por oposição à bolinha cor-de-rosa).
Logo logo se apercebe de uma das falhas do Português típico: a dificuldade de comunicação, no sentido de melhor aproveitar todos os recursos endógenos, potenciando-os, através de uma boa acção de marketing, em seu favor.
Refiro-me concretamente à TVI, estação de televisão que não soube aproveitar todo o enorme potencial de uma sua colaboradora no sentido de fazer disparar as audiências, relegando para as profundezas de um qualquer indicador da Marktest, de vez e sem remédio, toda a concorrência.
Refiro-me, concretamente, a uma dança - dita do varão - que redundou em muito e boa chichinha à mostra e que, ainda hoje, deve ser motivo de algumas arritmias e consequentes entradas nas urgências deste país.
(Quem quiser foto em tamanho maior, que faça pela vida!)
Como é que é possível que não se aproveite estas imagens (que, seguramente, valem mais que qualquer enciclopédia inteira), capitalizando-as em proveito próprio?
Ganharam um adepto fiel ao vosso programa (serei devoto mesmo que hajam repetições diárias durante os próximos vinte anos, é certo...), mas tal deve-se a uma revista e não ao trabalho do Departamento de Marketing e Comunicação, senhores da TVI (será que, eventualmente, ainda não se esqueceram das suas raízes de carácter marcadamente religioso?)!!!
Uma falha a rever, então.
Fica, pois, rectificada a minha falha - o que é Nacional (também) é (muito) bom - e a certeza de que passarei, de hoje em diante, a estar muito mais atento à rica, diversa e imensamente instrutiva produção portuguesa.
Obrigado por este momento. Ainda não estou em mim.
TVI sempre!
Nota final: todo este palavreado não passa de um embuste. Com efeito, o escriba não vê televisão em casa há, seguramente, mais de seis meses.
Uma situação a rever, portanto, quanto mais não seja porque há vestidos cor-de-rosa que valem bem a pena.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
E guerra!
(Editado)
(Coloquei uma etiqueta nisto mas, não sei porquê, ficou no topo do blog. Quer dizer: saber até sei, que o blogger também sabe o que é bom!)
Porque nem só de pão vive o homem, e porque hoje é dia de concentração motard (...) !
(Coloquei uma etiqueta nisto mas, não sei porquê, ficou no topo do blog. Quer dizer: saber até sei, que o blogger também sabe o que é bom!)
Porque nem só de pão vive o homem, e porque hoje é dia de concentração motard (...) !
A cereja no topo do bolo seria a Kim.
Assim, e só para mim!
domingo, 13 de maio de 2012
Damn!
Não há volta a dar.
Confesso: as mulheres mais velhas tiram-me do sério.
Não há nada como uma quarentona (até mesmo, não raras vezes, uma cinquentona), para me deixar a babar.
E, pelos vistos, e graças ao Senhor, não faltam senhoras destas colheitas a preferir um homem mais novo.
Desde já, anuncio: estou cá! Para o que der e vier.
Vem isto a propósito de... Bom... Por enquanto não vem a propósito de nada, que o tasco ainda é recente e não pode estar já a ser veículo de revelações maiores.
Fica, então, a confissão e quatro belíssimos exemplares para amostra.
Damn... So fuckin hot.
Give me strengths, Jesus!
Confesso: as mulheres mais velhas tiram-me do sério.
Não há nada como uma quarentona (até mesmo, não raras vezes, uma cinquentona), para me deixar a babar.
E, pelos vistos, e graças ao Senhor, não faltam senhoras destas colheitas a preferir um homem mais novo.
Desde já, anuncio: estou cá! Para o que der e vier.
Vem isto a propósito de... Bom... Por enquanto não vem a propósito de nada, que o tasco ainda é recente e não pode estar já a ser veículo de revelações maiores.
Fica, então, a confissão e quatro belíssimos exemplares para amostra.
Damn... So fuckin hot.
Give me strengths, Jesus!
(para evitar arritmias, as fotos pouco ou nada revelam do pescoço para baixo...)
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