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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Nem de propósito. Quem vos...

Dizei-me, oh gente que vai a esses restaurantes pseudo snob chiques de culinária não sei das quantas, onde se come uma ervilha, meia folha de alface e umas migalhas de pão, que, para serem pagas, obrigam à visita prévia ao balcão lá do bairro para contratar um crédito bancário especificamente para o efeito, que, a correr bem, lá para meados de 2021 estará totalmente pago.


Sois vós?



sábado, 2 de janeiro de 2016

É que já só me falta arranjar um nome catita, antecedido de Professor, e um texto para uns papeizinhos a colocar nos para-brisas das viaturas.

Fosse hoje um dia anterior ao dia de ontem (para os que ainda estão em dificuldade: fosse hoje - ainda - um dia de 2015), e o escriba poderia tentar adivinhar o futuro, escrevendo-o para memória, também ela futura, logo após Maria o ter informado que já havia adquirido cuecas, mais concretamente em número de duas, azuis.


- Foda-se!, vais usar as duas ao mesmo tempo?Que raio de mania, essa, da roupa de cor tal, das passas, da cadeira, da nota na mão. Como se isso fosse mudar alguma coisa..
- Não, vou usar só umas. E tu também. Em azulinho!
- Hein? Deves estar mesmo a pensar que vou usar isso...
- Estas não, parvo, mas tens aí muitas por estrear, e azuis, portanto, já sabes...
- Sabes bem que não uso disso: o que tenho são boxers.
- Desde que sejam novos e azuis está bom.
- Então espera sentada..


E Mg, como burro teimoso que é, nesse momento decide fazer uma surpresa a Maria (quando, já depois da meia-noite, provavelmente bem bebido, e já em sua casa, chegar a hora de "desembrulhar os presentes", tarefa para o qual é preciso passar primeiro pelas ditas peças azuis) apresentando um dos exemplares em pior estado de que é orgulhoso detentor, praticamente já sem elástico e com um buraco, embora pequeno e quase imperceptível, numa das nalgas.

E é aqui que, chegados à parte da adivinhação, Mg aposta que as palavras de Maria serão algo do género:
"- O QUÊ? NEM NA PASSAGEM DE ANO? Eu já te disse que se um dia tiveres um problema qualquer e tiveres de ir para o hospital, podes ligar a toda a gente, menos a mim, não disse? É que até me envergonhas... Não tinhas coisa mais velha para usar? Francamente...",
ao qual Mg retorquirá com um
"- por acaso até tenho uns piores, e sabes bem que sim, mas queres tratar disso agora, ou pode ficar para depois?"
"- tira isso, agora, e não os voltas a usar...!"

E Mg assim fará, pelo menos quanto à sua rápida retirada..

Mas como já não estamos em 2015, não pode o escriba deitar-se a tarefas de adivinhação de coisas que já o foram, e nem sequer vai revelar se os seus dotes de adivinho são alguma coisa de jeito ou se não se pode contar com ele lá para aquilo da chave do Euromilhões.


Feliz Natal para todos.

Feliz Ano Novo!



quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Sua excelência altíssima falou.

E disse.

Só darei posse a um governo que garanta maioria no Parlamento e estabilidade para quatro anos.

(mas se meter comunas e bloquistas, esqueçam lá isso...)


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

E que tens feito tu, oh escriba, que andas assim um tanto ou quanto arredado deste admirável mundo dos blogs e ninguém sabe nada de ti?

Basicamente, o mesmo de sempre, que sou moço pacato e recatado.

E o que não tenho feito? Ora...
- não vi filmes do Oliveira;
- não li, não comprei (também não sei um único título de um dos livros lá dele), nem faço a mínima ideia de quem seja esse Modiano;
- não comi bagas nem sementes;
- não bebi desses sumos feitos com bróculos e couves;
- não tirei selfies (mas folgo em saber que há quem fique contente em meter o respectivo pau no cú);
- não fiquei colado à televisão a ver o passeio de um morto pelas ruas de Lisboa, nem especialmente eufórico por ver um dos "meus" lá naquilo do Panteão, que parece que tem lá os supra-sumos todos, tudo gente que em tempos foi muito boa, muito válida e coiso e tal, Amén;
- pior que isso, a heresia das heresias, a mãe de toda a podridão mental e a madrasta da pobreza de espirito, não fui Charlie. É também certo que não tenho conta lá naquilo do livro das caras, mas, fosse eu integro e de valor, e tinha aberto uma propositadamente para poder ser Charlie. Não o fiz. Não o fui. Sou um traste.

Mas isso não me incomoda nada.
O que me incomoda, e que, no fundo, é o que me traz aqui, é ver incomodados lá com as fotos de uma mulher grávida, que, por sinal, mostra um bocado de pele (já vi mulheres na praia a mostrar bem mais) e que, por (não) acaso, vai a votos daqui a um mês.

Ora, é ver as mulheres incomodadas porque o que queriam, no fundo e com aquela idade, era ter um corpo e uma carinha laroca como a dela, sem falar naquele ar de furacão selvagem que rebenta tudo por onde passa e ver os homens incomodados, porque o que queriam, no fundo, era estar lá na capa da revista a segurar-lhe as mamas, e tê-la ao lado, na cama, todas as noites, em vez do bisonte com quem casaram.

Por mim, que não percebo nada disto, acho que está muito bem como está, não tenho nada contra lá isso da revista e sou até capaz de garantir que, em vindo com (mais ou menos, não importa: o que importa é que venha) jeitinho, lhe colocava o voto na urna.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

O rebuliço que será se um dia tivermos um papa tuga (não confundir com papa tudo)

Ora vamos lá a ver só uma hipótese.

O escriba poderia dizer, por exemplo, que havia uma freira que engravidou e que parece que ninguém sabe quem foi o responsável.

Poderia dizer, também, que há excepções e, como tal, parece que o escriba sabe.

E depois vinham para aqui perguntar como é que o escriba sabe e o escriba lá teria de dizer..

(e já acabou, certo?)

Ou ainda devemos continuar a falar lá naquilo dos vestidos?

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

ALTO! PAROU TUDO.

Diz que já tenho 69 almas perdidas com coise de seguimento cá no tasco.

A 69ª sou eu próprio. Ou mais ou menos, vá...

(note to self: começar a beber menos)


Mg também podia falar lá naquilo dos Óscares, mas...

... Não percebe nada de modas, tendências, cores, tecidos, corte e coise...

Basicamente, só sabe dizer se a gaja é boa ou não, e isso, para opinar sobre aquilo lá dos Óscares e dos vestidos, é capaz de não ser suficiente.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

De quando Mg chega a horas decentes...

Canal 1 - o Gordo.
SIC - champinhons com o Sporting, resultado 0-0.

Mg opta pelo Gordo.

Mg a páginas tantas faz zapping. 2-0 prós alemães.

Mg ri-se e volta para o Gordo (salvo seja)...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Mg até nem é muito de ver televisão, mas lá calha de quando em vez, e quando calha, Mg lá se lembra porque nem é muito de ver televisão

A ver uma noticia sobre aquilo do Charlie e dos milhões de exemplares impressos (o equivalente a um ano de jornais, mais coisa menos coisa, se tiver carácter semanal) e a ouvir uma senhora dizer que encomendou "soixante quinze" e só recebeu trinta.

Nas legendas, nesta televisão pública que também eu pago, a senhora parece que tinha encomendado 515.

Ora, não sendo o francês o meu forte (só 3 anos de aulas quando era mais catraio, embora sempre com nota 5) ainda sei que "soixante quinze" são sessenta mais quinze, o que, na minha 2ª classe já deveria dar qualquer coisa como 75.

E depois anda o povo a pagar para esta gente, que podia ter um pouco de lisura e cuidado, mas não, que o que interessa é vomitar informação, muitas vezes, desinformando, e outras, esquecendo questões mais importantes que as noticiadas, enquanto se recalca vezes sem fim, coisas que poderiam ser esquecidas logo à partida.

Confuso? Nem por isso..

Uhhhhhhhhhh.

E viva o Acordo, já agora.


(isto foi ontem à noite. Não vi se hoje já corrigiram isso lá na RTP, mas logo vejo, já que é coisa para passar até aos últimos noticiários do dia).

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

E que diferença faria um neurónio mais.

Alerta não sei das quantas.
Temperaturas abaixo de coiso.
O povo chega, ao final da tarde, com as suas viaturas.
Pensa-se que no dia seguinte irá estar frio, muito frio, pela manhã.
Carros ao relento, gelo nos vidros, é o mais certo.
Montes de lugares para estacionar, mas quanto mais perto de casa, melhor (o ideal até seria lá dentro), que isto de andar 20 ou 30 metros a pé é muito.
Ora, perto de casa, longe dos primeiros raios de sol.
Mg chega e sabe que vai deixar a viatura cá fora durante a noite. Olha os lugares livres e escolhe um dos mais afastados. 20 segundos a passo até casa, o que dá uma miséria de metros.
Mg olha o povo, todo contente por ter estacionado mesmo à porta.
Amanhã, será Mg a rir-se dos espertos, lixados da vida logo pela manhã, porque a porcaria do gelo não derrete, enquanto os primeiros raios de sol da manhã já fizeram esse trabalho pelo escriba, que liga a viatura e arranca com ar triunfante, na certeza que amanhã, em havendo gelo pela manhã, e em ficando a viatura do escriba ao relento, a cena se repetirá e sairá reforçada a certeza que um neurónio (um só!) faz mesmo muita falta e podia ter feito toda a diferença.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014