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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Entretanto, na regie, o alvoroço é grande e como prova de que tudo está ser feito para resolver os problemas surgidos, levamos a emissão em directo até vossas casas no momento em que o escriba chega à redacção para se inteirar da gravidade das coisas.

"F*da-se, pá!
C*ralho! É sempre a mesma m*rda!
Um gajo não pode confiar em ninguém! Que m*rda é que fizeram ao c*ralho da cassete, pá?!
Cambada de incompetentes. F*da-se!
E agora? Como é que vou explicar isto às telespectadoras, que já estavam a babar e com a língua de fora, à espera da p*ta da reportagem e agora não temos nada para apresentar?!
Que raio aconteceu aqui, afinal?!
Quero respostas! E rápido!"




Um drama, senhoras. Um drama. Mas tenhamos esperança. Tudo se resolverá pelo melhor.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Eu não sei, mas...

... acho que seria boa ideia retirar esta noticia do ar.

Pode-se dar o caso de "alguém" ver isso e contratá-la.
Contenção de custos...

quarta-feira, 27 de março de 2013

Hum... É caso para ficar desconfiado.

Chipre não é um modelo para futuros resgates, dizem eles.

Até aqui, tudo bem. Eles dizem, a gente acredita, que são pessoas sérias e nós não estamos cá para complicar.

Não me preocupei.

O problema é que o Gaspar das Finanças (e não, não é o da repartição cá da terra, mas o Ministro), também o disse.

Ora, como disse uma vez que isso não ia acontecer, a probabilidade de acontecer já é, neste momento,  muita.
Se o disser uma segunda vez, podemos dar a coisa por garantida.
Se o disser uma terceira, podemos ter a certeza que passados cinco minutos já nos foram ao bolso (neste caso, ao banco), e se nós lá quisermos ir (ao banco, entenda-se), vamos bater com o nariz na porta.

Portanto, é começar a pensar nisso e ver se debaixo do colchão há condições para guardar os euros que ainda restam.

Desabafo.

Muito triste com o que se passou aqui.
Extremamente desapontado, mesmo.

Já que este blog trata, de vez em quando, de questões fracturantes, esperava-se um pouco mais de participação.

Depois queixem-se que nos dias de hoje não se dá voz ao povo.
Propôs-se um debate sério e o que é que dali saiu? Uma mão cheia de nada.

Lamentável.




Andam a esticar muito a corda, estes...

Coreia do Norte corta linha telefónica militar com o Sul


Gente, vão lá ler isto e sosseguem, sim?
Não queremos cá peixeiradas...

segunda-feira, 11 de março de 2013

Um dia ainda vai dar barracada.

E não falo dos cortes de cabelo permitidos lá na terra.

Continuem a brincar ao "não atendo porque devem ser os gajos do telemarketing", mas não deixem a coisa aquecer demais, pode ser?

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Que las hay, las hay.

Mg tem TV no quarto.
TV de Mg está, a maior parte do tempo, desligada.
De vez em quando TV liga-se sozinha.

No creo em brujas, pero...

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Continuando nas aflições.

Aqui há tempos dei inicio a uma rubrica que versava sobre as coisas que me afligem.

Alguns pontos foram considerados, mas, por minha culpa, minha tão grande culpa, falhei ao não cumprir a promessa prometida de apresentar soluções claras e concretas, que visassem acabar com as ditas aflições.

Hoje, tal não acontecerá.

Avancemos, pois então.

Coisas que me afligem:
Gajas boas (antes que comecem a descontextualizar as coisas, peço que não interrompam a leitura).

Sim, gajas boas, tipo aquela que me apareceu hoje à frente, não sei se estão a ver.
Daquelas que põem um pé e depois outro em cima da passadeira e depois ficam ali numa indefinição enternecedora do género vou-não-vou.

E eu aflijo-me, porque fico sem saber se ela quer que lhe passe, ou não, por cima. Em sentido figurado ou, quem sabe, literal.

Solução: convidá-la para uma boleia, seguida de uma visita a um local ermo onde se possa debater calmamente esta problemática e, quem sabe, aprofundar os prós e contras do vou-não-vou e do passo-te-a-ferro-ou-deixo-me-estar.

Até à próxima. Muito obrigado.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Ai Lurdes...

Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas, creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
Anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha,
Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisana e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sozinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer.





António Lobo Antunes

Haja alegria.

Nada como uma bela gripe para animar as hostes.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

sábado, 24 de novembro de 2012

As polémicas do Cardeal-Mor.

Bento 16' o afamado Pastor Alemão, lembrou-se agora de escrever umas coisitas.

Pelos vistos, o grande chefe dele nasceu uns anos mais cedo do que por aí se diz.

Pela minha parte, nasce a dúvida: o homem era pregador, ou jogador? Casos de falsificação de BI costumam dar-se com atletas...

Por lá, o Gaspar do sítio já veio notificar a descendência, pedindo a devolução do abono de família pago a mais (o período de pagamento foi o mesmo, mas o valor pago foi mais elevado do que aquele devido, fruto dos aumentos, que naquela época se faziam sentir, com o passar dos anos), bem como a regularização do pagamento de IRS e IVA decorrente da sua actividade enquanto profissional liberal.

Parece, também, que não haviam animais no estábulo.
Falta só confirmar certa virgindade e assegurar, sem sombra para dúvidas, que nenhum dos presentes no presépio tem, realmente, cornos.

Quanto ao Pastor Alemão, se ele julga que estas polémicas (eventualmente estéreis e passageiras e que só servirão para lhe prolongar um pouco mais o nome no tempo) vão fazer com que eu gaste algum a comprar os livros e, por essa forma, contribuir para os pobres cofres desta humilde e austera igreja (ou, eventualmente, para os seus) está muito enganado.
É que eu não sou burro!

Agora, ide em paz.
(...)

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Oh do mastro!

Aos que, na TV, andam de bandeirinha na lapela:

Peguem no mastro e metam-no no real cagueiro (isto para não dizer no cú!)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Muitos filmes, é o que é!


Stallone lê o futuro através do traseiro.


Sylvester Stallone é especialista em "rumpologia", a habilidade de prever o futuro das pessoas através do traseiro.
No fim-de-semana passado, em Ibiza, o actor ensinou Kate Moss a adivinhar o futuro e até permitiu que a modelo praticasse a arte no rabo da sua mulher, Jennifer Flavin.
A mãe de Stallone é uma grande mestre de tal arte de adivinhação e, agora, Kate Moss prometeu que irá seguir as indicações recebidas e ler o futuro em Inglaterra.

in  http://www.jn.pt/PaginaInicial/Gente/Interior.aspx?content_id=975770 (a noticia é antiga, mas como ando alheado da vida real, só agora me apercebi desta "arte")



Fica a questão maior: e o passado, também se lê?
Se, durante o momento de adivinhação, o "cliente" soltar uma bela, farta, cheirosa e ruidosa bufa, será isso um sinal que se comeu uma feijoada há pouco?
Pode-se, através desse "sinal", teorizar acerca da qualidade dos ingredientes, do cozinheiro e da cozinha, em si, e prever sucesso ou insucesso ao Chef?



(Editado. Agora com os contactos da Senhora Dona Jacqueline. Só não sei o preço da "consulta"...)


http://jstallone.hubpages.com/hub/In-Defense-of-Rumpology


P.S - pelo sim, pelo não, levar o rabinho bem lavado, ok?

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Mais desculpas...

Desta vez, vindas da Tunísia.

Nem sei se li bem. Alguém que dê uma vista de olhos nisto, e que me diga se ainda estou sob o efeito do sono.
E, já agora, que me elucide acerca do conceito de indecência.