Mostrar mensagens com a etiqueta enfim.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta enfim.... Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

E que diferença faria um neurónio mais.

Alerta não sei das quantas.
Temperaturas abaixo de coiso.
O povo chega, ao final da tarde, com as suas viaturas.
Pensa-se que no dia seguinte irá estar frio, muito frio, pela manhã.
Carros ao relento, gelo nos vidros, é o mais certo.
Montes de lugares para estacionar, mas quanto mais perto de casa, melhor (o ideal até seria lá dentro), que isto de andar 20 ou 30 metros a pé é muito.
Ora, perto de casa, longe dos primeiros raios de sol.
Mg chega e sabe que vai deixar a viatura cá fora durante a noite. Olha os lugares livres e escolhe um dos mais afastados. 20 segundos a passo até casa, o que dá uma miséria de metros.
Mg olha o povo, todo contente por ter estacionado mesmo à porta.
Amanhã, será Mg a rir-se dos espertos, lixados da vida logo pela manhã, porque a porcaria do gelo não derrete, enquanto os primeiros raios de sol da manhã já fizeram esse trabalho pelo escriba, que liga a viatura e arranca com ar triunfante, na certeza que amanhã, em havendo gelo pela manhã, e em ficando a viatura do escriba ao relento, a cena se repetirá e sairá reforçada a certeza que um neurónio (um só!) faz mesmo muita falta e podia ter feito toda a diferença.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Bolas, Mg, às 3 da manhã?

Que foi? Não posso?
Não tinha sono...


E não eram 3. Eram 02.53 a virar para as 02.54.
Eu é que tenho a mania de agendar para horas ou meias horas, nem que com isso só atrase um ou dois minutos.

Que foi? Não posso?

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

E as uvas passas? Foram as 12?

Quê?!

Não como disso e não é por as comer feito alarve e pedir desejos à doida que a coisa se dá.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

sábado, 6 de dezembro de 2014

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Mg, que pensava voltar ao vosso convívio com um exclusivo mundial, lamenta informar que as coisas talvez demorem um pouco mais que o previsto.

E a protagonista, para completar a informação, diz que (dois pontos, mudar de linha, travessão)
(abre aspas, cita, fecha aspas)

 não sei onde pus a burqa e os óculos de plástico, mas, mal os encontre, assinamos a parceria. Redijo eu


Voltaremos logo que possível.

As minhas desculpas por vos ter defraudado.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Pergunta para milhão.

Porque é que Jesus ontem não esteve no banco no jogo contra a Olhanense?

Porque era Páscoa e tinha de ir na Cruz.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Mg também fala sobre a comunicação social.

E sobre a sede de audiências.
E sobre a enorme falta de bom senso em determinadas alturas.

E entristece-me, de certa forma, constatar que há alturas em que o que mais importa é a luta desenfreada por mais uma cabeça nos shares e um numero nas pageviews.

Porque há pessoas que merecem ser recordadas pelas imagens do que fizeram num campo de futebol, num palco algures por esse mundo fora, numa sala de um bloco operatório ou num laboratório de investigação cientifica.

Não merecem que a ultima recordação dos mortais que cá ficaram para assistir seja uma urna a ser depositada 7 palmos abaixo da terra.

Num local onde, mais tarde ou mais cedo, todos irão parar.

E porque merecem mais, não merecem isto.

Não é serviço publico. Não é serviço privado. Não é nada. Nada!

Não sou Benfiquista por tua causa.
Não me fiz do Benfica pelos teus golos.
Não assisti ao vivo a nenhuma das tuas arrancadas.
Nunca falei contigo.
Não tenho nenhum autógrafo teu.

E, talvez por isso mesmo, e por só ter percebido quem foste muito depois de ser vermelho:

Obrigado, Eusébio.

Por seres um símbolo, por seres um Embaixador de Portugal no mundo, por seres uns dos maiores na tua arte, mas, sobretudo, por seres (teres sido) uma pessoa boa, uma pessoa humilde, uma pessoa de bem.

E, no fundo, o que nós precisamos é disso: gente boa.

E aos que vestem outras cores (verde, azul, amarelo, branco, preto ou, até, outros vermelhos) obrigado também pelo reconhecimento.

Porque há coisas que transcendem os clubes ou as SAD's e porque a rivalidade deveria ficar sempre dentro das quatro linhas.

Cá fora, somos todos iguais. Comuns mortais.


Descansa em paz, King.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Quer-se dizer que as festividades, afinal, ainda não acabaram?

Pois... Esqueci-me das Janeiras.

Mais uma parvoíce.

Orçamento de estado fresquinho, governo velho e que já mostrou ao que vem, presidente que é o que é, chove como o caraças, etc, etc, etc, e vêm desejar o quê?

Ao menos passem isto para o carnaval e passem a cantar as fevereiras ou as marças, que assim ninguem leva a coisa a sério...