... apresento-vos a Zulmira!
Zulmira era moça do campo e um dia foi convidada para um baile.
Lá arranjou um vestido, mas faltavam as cuecas. Então pensou e teve uma ideia: foi ao armazém e de um saco de serapilheira lá fez umas cuecas.
E toda contente entrou no autocarro em direcção ao baile.
Sentou-se de perna aberta deixando um homem que ia em frente a olhar embasbacado.
E ela:
-Ai o carago! Oiça lá....nunca viu umas cuecas?
-Ver já vi... mas a dizer " ração para porcos", é que não!
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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
O escriba reflecte melhor e chega à conclusão que isto do casar não é, afinal, tão má ideia quanto isso.
A sogra cozinha que é uma maravilha.
O sogro, quer o escriba beba muito, quer beba pouco, nunca comenta (ao contrário da sua filha, que no inicio do segundo gole já está a reclamar...) as quantidades ingeridas e está sempre pronto para voltar a encher o copo.
O sogro, quer o escriba beba muito, quer beba pouco, nunca comenta (ao contrário da sua filha, que no inicio do segundo gole já está a reclamar...) as quantidades ingeridas e está sempre pronto para voltar a encher o copo.
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assim sim,
clap clap,
coisas cor de rosinha que de tão fofinhas que são até nos vêm lágrimas aos olhos,
É do caralho,
Gosto,
para entreter,
yupiiiiiiii
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Mg, a conduzir com prudência e a cumprir escrupulosamente o código da estrada na noite de 25 de Dezembro, desde 1827.
Não que a lei seja para cumprir, porque neste país, pelos vistos, e em algumas situações, não o é, mas porque qualquer movimento mais brusco poderia causar sérios danos ao estômago do escriba.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Poema de Natal.
O pai Natal é gordinho
E este ano vem de mota
De prendas vem cheiinho
Pra meter nojo, contra a Troika
As renas estão cansadas
Já não dão rendimento
A pelugem foi tirada
Para melhor arejamento
Já lhes sai o fulgor
Do corpo velho e cansado,
Coitadas
Para o ano será melhor,
E já farão o caminho de cor,
À casa da criançada.
E este ano vem de mota
De prendas vem cheiinho
Pra meter nojo, contra a Troika
As renas estão cansadas
Já não dão rendimento
A pelugem foi tirada
Para melhor arejamento
Já lhes sai o fulgor
Do corpo velho e cansado,
Coitadas
Para o ano será melhor,
E já farão o caminho de cor,
À casa da criançada.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Um breve conto de Natal (ou de como o escriba é uma besta!)
Esta cena fofinha passa-se com Mg na casa dos progenitores.
Mãe pergunta onde vai o escriba passar o Natal.
Mg responde que em casa dos progenitores, obviamente.
Mãe pergunta onde vai a Maria do escriba passar o Natal.
Mg responde que em casa dos progenitores dela.
Mãe diz que Maria pode, querendo, ir lá a casa.
E que o escriba, também querendo, pode passar em local alheio, que mãe não se importa.
Mg agradece o convite e a liberdade concedida, mas recusa gentilmente.
Mãe pede o número da Maria, para lhe ligar a desejar um bom Natal.
Mg diz que não sabe o número de cor e que o telemovel está na sua viatura.
Mãe coloca o telemovel dela em cima da mesa, ao lado do escriba, com uma recomendação para que, quando seja possivel, o escriba recolha o seu telemovel e guarde no telemovel da mãe o número da Maria.
Mg diz que vai já.
(o pai ri-se de forma controlada)
Até hoje.
E até hoje, Mg desconhece se o telemovel continua, calmo e sereno, em cima da mesa.
Mais logo, Mg ligará à Maria e passará o telemovel à mãe, para que esta lhe possa desejar um bom Natal.
Afinal, Mg, quando quer, também sabe ser fofinho.
E assim nasce um belo conto de Natal.
Mas ficar com o número da Maria é que não, que Mg gosta de ter as conversas entre ambas devidamente controladas, ao vivo, e em tempo real.
Mãe pergunta onde vai o escriba passar o Natal.
Mg responde que em casa dos progenitores, obviamente.
Mãe pergunta onde vai a Maria do escriba passar o Natal.
Mg responde que em casa dos progenitores dela.
Mãe diz que Maria pode, querendo, ir lá a casa.
E que o escriba, também querendo, pode passar em local alheio, que mãe não se importa.
Mg agradece o convite e a liberdade concedida, mas recusa gentilmente.
Mãe pede o número da Maria, para lhe ligar a desejar um bom Natal.
Mg diz que não sabe o número de cor e que o telemovel está na sua viatura.
Mãe coloca o telemovel dela em cima da mesa, ao lado do escriba, com uma recomendação para que, quando seja possivel, o escriba recolha o seu telemovel e guarde no telemovel da mãe o número da Maria.
Mg diz que vai já.
(o pai ri-se de forma controlada)
Até hoje.
E até hoje, Mg desconhece se o telemovel continua, calmo e sereno, em cima da mesa.
Mais logo, Mg ligará à Maria e passará o telemovel à mãe, para que esta lhe possa desejar um bom Natal.
Afinal, Mg, quando quer, também sabe ser fofinho.
E assim nasce um belo conto de Natal.
sábado, 21 de dezembro de 2013
Todos os dias aprendo coisas novas e há alturas em que chegamos a casa e nos sentimos realmente melhores e enriquecidos.
Como hoje.
Diz que os glosses da (ou do) Bruno Basari são mesmo bons.
Era esta, sem dúvida, a informação que me faltava.
Depois disto, nada mais foi necessário, e tudo o que foi sendo dito passou-me ao lado.
Diz que os glosses da (ou do) Bruno Basari são mesmo bons.
Era esta, sem dúvida, a informação que me faltava.
Depois disto, nada mais foi necessário, e tudo o que foi sendo dito passou-me ao lado.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Sabes que tens de mudar de óculos, quando te apercebes que ficas triste com o que não vês, ou vês a mais.
Como na passagem recente por uma faixa colocada num muro (ia o escriba no lugar do pendura do carro) e vê escrito "regresso às putas".
Mg torce o pescoço para tentar ver onde se dá o valoroso evento e, afinal, havia mesmo um regresso, mas "às aulas".
Porca miséria.
Mg torce o pescoço para tentar ver onde se dá o valoroso evento e, afinal, havia mesmo um regresso, mas "às aulas".
Porca miséria.
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coisas cor de rosinha que de tão fofinhas que são até nos vêm lágrimas aos olhos,
Como disse?,
E era...,
enfim...,
Foda-se...,
Não é fácil...,
Não há direito
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Mg, esse fantástico estudioso do social, após apurado trabalho, chega a conclusões e publica mais uma das suas Leis.
A diminuição das temperaturas cá fora é inversamente proporcional ao aumento do tamanho dos panos em cima das superfícies vidradas dos veículos.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Na sequência do post anterior, Mg aproveita para informar que
o saco plástico branco, travestido, no meio da escuridão, de gatinho pequenino, branco e fofinho, não sofreu qualquer dano, nem, tão-pouco, foi ao de leve beliscado por nenhum pneu da viatura do escriba.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Mg é amigo dos animaizinhos, nomeadamente dos gatinhos brancos, pequeninos e fofinhos.
Intervalo do jogo Glorioso x Párichanchermá.
Mg a acompanhar os acontecimentos, quando, ao intervalo, se vê livre dos seus afazeres.
Entra na sua viatura e ruma ao tasco, em velocidade suficiente para chegar a tempo do inicio da segunda parte do jogo e de evitar uma quebra de tensão por falta de combustivel no estômago.
Uma recta. Iluminada assim assim, que é como quem diz que podia haver mais luzes por ali.
Velocidade elevada para o local.
Ao longe, um gato, ou melhor, um gatinho. Branco. Pequenino. Fofinho.
Atravessa a estrada em passo lento, desde a via que o escriba ocupa, até à via contrária.
A meio do caminho, o gatinho pára. A meio da via. À espera que lhe passem por cima.
Mg, homem bondoso e com sentimentos, já vinha prevenido e tinha olhado pelo retrovisor.
Metros atrás, outra viatura. Velocidade idêntica à do escriba.
Há que reagir, e rápido.
Aproximando-se do gatinho, branco e fofinho, a pneus largos, Mg, homem bondoso e com sentimentos, não hesita.
Olha novamente para trás, liga os 4 piscas, não vá dar-se o caso de algo de mau acontecer, como, por exemplo, o/a condutor/a vir distraído, e trava a tempo de evitar uma desgraça maior.
O gatinho, branco e fofinho, fica mesmo a meio caminho entre o pneu esquerdo e o pneu direito da viatura do escriba.
Quando se reúnem as condições necessárias, Mg prossegue a sua marcha.
Não foi derramado sangue, e, apesar de não ter passado à fase seguinte da champinhons, o Glorioso levou de vencida o párrichencherma.
Tem dias em que Mg demonstra ser grande.
Hoje foi um desses dias.
Mg a acompanhar os acontecimentos, quando, ao intervalo, se vê livre dos seus afazeres.
Entra na sua viatura e ruma ao tasco, em velocidade suficiente para chegar a tempo do inicio da segunda parte do jogo e de evitar uma quebra de tensão por falta de combustivel no estômago.
Uma recta. Iluminada assim assim, que é como quem diz que podia haver mais luzes por ali.
Velocidade elevada para o local.
Ao longe, um gato, ou melhor, um gatinho. Branco. Pequenino. Fofinho.
Atravessa a estrada em passo lento, desde a via que o escriba ocupa, até à via contrária.
A meio do caminho, o gatinho pára. A meio da via. À espera que lhe passem por cima.
Mg, homem bondoso e com sentimentos, já vinha prevenido e tinha olhado pelo retrovisor.
Metros atrás, outra viatura. Velocidade idêntica à do escriba.
Há que reagir, e rápido.
Aproximando-se do gatinho, branco e fofinho, a pneus largos, Mg, homem bondoso e com sentimentos, não hesita.
Olha novamente para trás, liga os 4 piscas, não vá dar-se o caso de algo de mau acontecer, como, por exemplo, o/a condutor/a vir distraído, e trava a tempo de evitar uma desgraça maior.
O gatinho, branco e fofinho, fica mesmo a meio caminho entre o pneu esquerdo e o pneu direito da viatura do escriba.
Quando se reúnem as condições necessárias, Mg prossegue a sua marcha.
Não foi derramado sangue, e, apesar de não ter passado à fase seguinte da champinhons, o Glorioso levou de vencida o párrichencherma.
Tem dias em que Mg demonstra ser grande.
Hoje foi um desses dias.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Escolheram mal o título... (Frozen?!)
Cenas 'hardcore' de Lars von Trier exibidas antes de filme da Disney
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/cenas-hardcore-de-lars-von-trier-exibidas-antes-de-filme-da-disney=f844439#ixzz2mg6lsYCF
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Mg tem um estômago que upa, upa...
E a mania de açambarcar.
E é vê-lo a comer iogurtes e bolachas e batatas fritas e outros víveres com dois e três (e mais) meses passados além da data de validade.
E aos pedidos e suplicas de ah e tal, não faças isso que te vai fazer mal e vais andar com caganeira durante cinco dias, Mg responde com desdém e até hoje, em abono da verdade, não se tem dado mal.
E é vê-lo a comer iogurtes e bolachas e batatas fritas e outros víveres com dois e três (e mais) meses passados além da data de validade.
E aos pedidos e suplicas de ah e tal, não faças isso que te vai fazer mal e vais andar com caganeira durante cinco dias, Mg responde com desdém e até hoje, em abono da verdade, não se tem dado mal.
domingo, 3 de novembro de 2013
E o teu fim de semana como foi, oh enorme escriba?
Ora bem. Indo directamente ao que importa.
Entre as 18 de sábado e as 18 de domingo, aqui o escriba passou por, nada mais, nada menos, que três superfícies comerciais.
Tendo em conta o enorme prazer que o escriba retira destas incursões por esses belíssimos lugares onde se amontoa gente como mais não, onde os pais berram com os filhos a dizer que não, não há mais batatas fritas ou bolachas, onde o marido manda uma caralhada à mulher porque não se despacha, onde a mãe das gémeas me lança um caloroso "olá, está bom? Há tanto tempo que não o via. Já tinha saudades de o ver e perguntava-me por onde você andaria" enquanto o homem me olha de canto e onde dois senhores de meia idade se pegam aos berros a discutir a pole position na fila para levar um frango para casa, pode-se dizer que foi um fim de semana em grande.
Mas vamos a contas.
Entre as 18 de um dia e as 18 de outro, passam 24 horas.
O escriba dormiu cerca de 8 horas, coisa rara, pelo que esteve acordado cerca de 16.
Ora, 16 a dividir por 3, dá-me (e eu tenho uma boa 4ª classe) uma média de pouco mais de cinco horas entre uma incursão e outra.
Tendo em conta que Mg, nos entretantos, jantou, pequeno-almoçou e almoçou, deu a queca, viu um pouco de TV, lavou as partes baixas (e as altas, também) e fez outras coisas de menor importância, facilmente se conclui que boa parte do fim‑de‑semana do escriba foi passado a preparar-se psicologicamente para o frete, a caminho do frete, no frete propriamente dito, ou a vir embora do frete a pensar o quanto o frete lhe custou.
Para se vingar, Mg adquiriu uma quantidade de bolachas, snacks, batatas fritas e iogurtes capazes de manter alimentada uma cidade de média dimensão, durante três meses, em situação de guerra e com recolher obrigatório.
Entre as 18 de sábado e as 18 de domingo, aqui o escriba passou por, nada mais, nada menos, que três superfícies comerciais.
Tendo em conta o enorme prazer que o escriba retira destas incursões por esses belíssimos lugares onde se amontoa gente como mais não, onde os pais berram com os filhos a dizer que não, não há mais batatas fritas ou bolachas, onde o marido manda uma caralhada à mulher porque não se despacha, onde a mãe das gémeas me lança um caloroso "olá, está bom? Há tanto tempo que não o via. Já tinha saudades de o ver e perguntava-me por onde você andaria" enquanto o homem me olha de canto e onde dois senhores de meia idade se pegam aos berros a discutir a pole position na fila para levar um frango para casa, pode-se dizer que foi um fim de semana em grande.
Mas vamos a contas.
Entre as 18 de um dia e as 18 de outro, passam 24 horas.
O escriba dormiu cerca de 8 horas, coisa rara, pelo que esteve acordado cerca de 16.
Ora, 16 a dividir por 3, dá-me (e eu tenho uma boa 4ª classe) uma média de pouco mais de cinco horas entre uma incursão e outra.
Tendo em conta que Mg, nos entretantos, jantou, pequeno-almoçou e almoçou, deu a queca, viu um pouco de TV, lavou as partes baixas (e as altas, também) e fez outras coisas de menor importância, facilmente se conclui que boa parte do fim‑de‑semana do escriba foi passado a preparar-se psicologicamente para o frete, a caminho do frete, no frete propriamente dito, ou a vir embora do frete a pensar o quanto o frete lhe custou.
Estou mesmo contente, pá.
Melhor dizendo, estou enjoado!
Para se vingar, Mg adquiriu uma quantidade de bolachas, snacks, batatas fritas e iogurtes capazes de manter alimentada uma cidade de média dimensão, durante três meses, em situação de guerra e com recolher obrigatório.
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coisas cor de rosinha que de tão fofinhas que são até nos vêm lágrimas aos olhos,
enfim...,
Não é fácil...,
para entreter,
Santa paciência
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Mg, como é gente boa...
... vem desejar um bom feriado a toda a sua freguesia.
Bom feriado, fregueses! Um óptimo fim de semana prolongado!
Bom feriado, fregueses! Um óptimo fim de semana prolongado!
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
domingo, 27 de outubro de 2013
Mg, emocionado, dirige-se ao seu público feminino para que tenha em atenção e pense muito bem nestas coisas das dietas, porque, parecendo que não, apesar de as dietas vos tirar volume ao corpo, também o tira às mamas, e se não fordes generosas em termos de mamas, podereis perder muito mais do que o peso, dado que nisto de mamas e de volume, o que for mais é sempre bom, que já por isso é que temos duas mãos, e a gente fica triste quando está habituado a um par de mamas "x" e se vê, entretanto, em mãos com um par de mamas "x" menos "y" por cento. E depois a melancolia instala-se, as mãos já não se enchem tanto, e fica-se a pensar que isto das dietas é muito bonito, sim senhor, mas não sendo absolutamente necessário, o melhor é deixar a coisa ficar como está.
Se fordes mesmo mesmo generosas, daquela generosidade quase sem limites, deixai-vos estar e não ligueis, que continuarão, por certo, a ser grandes e a fazer grande a alegria da gente.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Mg revisita o passado.
Quase onze da noite.
Tasco cheio.
Cheio de gente nova.
Borrachões.
Despreocupados.
Entretidos.
Divertidos.
Cantam.
Imaculada Senhora dos Pastéis,
Fazei com que este vinho não se acabe nos tonéis,
E que a aguardente seja cada vez mais forte,
Juro, jurarei, beberei até à morte,
Juro, jurarei, beberei até à morte.
E por momentos, Mg volta ao passado e aos tempos em que era verdadeiramente feliz. Ele e o vinho e coiso e tal.
Oh tempo, volta pra trás...
(o escriba não se juntou ao grupo para lhes mostrar como se faz. E como esta juventude precisa de ser ensinada...)
Tasco cheio.
Cheio de gente nova.
Borrachões.
Despreocupados.
Entretidos.
Divertidos.
Cantam.
Imaculada Senhora dos Pastéis,
Fazei com que este vinho não se acabe nos tonéis,
E que a aguardente seja cada vez mais forte,
Juro, jurarei, beberei até à morte,
Juro, jurarei, beberei até à morte.
E por momentos, Mg volta ao passado e aos tempos em que era verdadeiramente feliz. Ele e o vinho e coiso e tal.
Oh tempo, volta pra trás...
(o escriba não se juntou ao grupo para lhes mostrar como se faz. E como esta juventude precisa de ser ensinada...)
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
O escriba comenta os comentários (senhoras, é ir para a cozinha - agora fala-se de futebol... - que ainda deve haver loiça para lavar. Se não houver, haverá, concerteza, roupa para passar. Façam por ser boas senhoras, sim?)
Jogo para a Champinhons.
Benfica x Olimpiakos.
42 minutos de jogo.
- Já estamos a perder? Foda-se... Quem marcou?
- Dominguez.
- Esse ainda joga? Quando estava no Porto era um jogador do camandro... Entretanto perdi-lhe o rasto.. Nem sabia que estava lá.
- ???
70 minutos de jogo.
1.
- O Alan John não está a jogar nada. O gajo tem o Cavaleiro no banco e não o mete porquê?
- Mas o Cavaleiro está a jogar!
- Ai está?
- Está. Entrou ao intervalo. A esta hora o Olá já tem o banho tomado.
- O Jesus é que é burro! Com um temporal daqueles vai meter um puto, que está a começar na equipa principal, ao intervalo. Depois queixam-se que não rendem...
2.
- A equipa não tem ligação nenhuma. Parece que a bola não rola... É só chuto para a frente!
- Foda-se! Já viu o estado do relvado? Quer o quê? Bola de pé para pé com o relvado assim?
- Então que joguem directo, caralho! Bola para a frente que o Cardozo resolve.
- ... .??
Benfica x Olimpiakos.
42 minutos de jogo.
- Já estamos a perder? Foda-se... Quem marcou?
- Dominguez.
- Esse ainda joga? Quando estava no Porto era um jogador do camandro... Entretanto perdi-lhe o rasto.. Nem sabia que estava lá.
- ???
70 minutos de jogo.
1.
- O Alan John não está a jogar nada. O gajo tem o Cavaleiro no banco e não o mete porquê?
- Mas o Cavaleiro está a jogar!
- Ai está?
- Está. Entrou ao intervalo. A esta hora o Olá já tem o banho tomado.
- O Jesus é que é burro! Com um temporal daqueles vai meter um puto, que está a começar na equipa principal, ao intervalo. Depois queixam-se que não rendem...
2.
- A equipa não tem ligação nenhuma. Parece que a bola não rola... É só chuto para a frente!
- Foda-se! Já viu o estado do relvado? Quer o quê? Bola de pé para pé com o relvado assim?
- Então que joguem directo, caralho! Bola para a frente que o Cardozo resolve.
- ... .??
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
A D. Angela e os senhores da Troika também fazem benchmarking.
Diz que foram tirar ideias lá para os lados da Líbia e que Portugal (que tem bom tempo e boa comida, com excepção do tempo, agora, que diz que chove, mas que até acaba por trazer água para os lagos) até dá um bom Parque.
Os Tugas fazem de patos.
(e o escriba voltou a ler o seu jornal de referência)
Os Tugas fazem de patos.
(e o escriba voltou a ler o seu jornal de referência)
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