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sábado, 3 de janeiro de 2015

Bolas, Mg, às 3 da manhã?

Que foi? Não posso?
Não tinha sono...


E não eram 3. Eram 02.53 a virar para as 02.54.
Eu é que tenho a mania de agendar para horas ou meias horas, nem que com isso só atrase um ou dois minutos.

Que foi? Não posso?

Ménes, então?

Claro que se agora forem lá não vêem nada disso.

Primeiro, porque eu já botei faladura e saltei ainda mais lá pra cima, e depois, porque a faladura que eu botei não era sobre passas, mas sobre estátuas ou lá que raio é que o escriba faz, por isso, o que viram (quem viu) já não vêem mais, daí que se devam dar por afortunados, porque são daquelas coisas que acontecem uma vez na vida, o que é ainda melhor que sair o Euromilhões, que é daquelas coisas que não acontece vez nenhuma na vida.
E, melhor de tudo, não paga impostos!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

E as uvas passas? Foram as 12?

Quê?!

Não como disso e não é por as comer feito alarve e pedir desejos à doida que a coisa se dá.

domingo, 28 de dezembro de 2014

E Mg que esteve tão, mas tão perto... (e sim, concerteza escreve-se separadamente, a modos que são dois, o com e a certeza)

E se se chamasse, pelo menos, Manuel Joaquim, quem sabe não poderia ir para aquilo dos aeroportos para ser feito, mas não, decidiram que seria só Manuel qualquer coisa, ou qualquer coisa Manuel, a modos que o Joaquim ficou de fora e o máximo que conseguiu até hoje foi ser feito numa auto-estrada, coisa que até nem é complicada, é só chegar lá de noite, que o trânsito é menos e os perigos menores, engatar a 5ª e lá vai disto, mas nos aeroportos é que é, que a senhora, de microfone na mão, pergunta às outras senhoras se já fizeram o seu Jaquim e elas que sim, que já fizeram, cada qual o seu, e que correu tudo muito bem e que estão encantadas e agora estão só à espera para levantar voo, e é nessa altura que Mg estranha, pois que se já fizeram o Jaquim e tudo correu às mil maravilhas, como é que vão para uma fila, à espera de levantar voo, se era suposto o próprio Jaquim ter tratado disso, e depois Mg percebe que talvez se esteja a falar de outra coisa qualquer e dá-se por feliz por não se chamar Joaquim e assim ter conseguido evitar viagem até ao aeroporto, onde, concerteza, iria fazer figura de urso, enquanto esperava ser feito por dama bem apessoada, que insiste em fazer Jaquins nos aeroportos.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Mg, o que respondes a quem te pergunta se já montaste o pinheirinho lá em casa?

Se for homem, digo-lhe para o meter no cu (os tomates servem de bolinhas).

Se for mulher, digo-lhe que não faço comentários, mas que se fosse homem lhe diria para o meter no cu, e que os tomates que então teria, serviriam de bolinhas.



(e então? Alguém com vontade de perguntar se já montei o pinheirinho?)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

E mais!

Enquanto não vier o Padre Roberto, nem mais um tostão para a igreja, nem esmolas, nem ajuda na catequese ou a dar a comunhão, nada!
Só se fosse 20 euros para cortar a gadelha ao novo padre e o troco servia para o meter num táxi e mandá-lo lá para a freguesia de tal, que o Padre deles já está a ficar para o velhote e mais dia menos dia reforma-se e eles como são assim um bocado para o coise, ficavam com este e nós tinhamos o Roberto de volta, que esse sim, é um Padre como manda a pintarola, que até resiste ao assédio de mulheres casadas, ai essa vaca, ainda bem que já cá não mora e foi para longe, porque valha-me Deus isso é o Diabo que se mete nas pessoas e se não temos cuidado, temos a vida perdida, a modos que enquanto não tiver Padre Roberto de volta, não há mais esmolas para a Igreja e depois quero ver como é.


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Será que é desta que o escriba revela mais de si?

Não me parece.

Mas, e já que me chamaram, aproveito o facto de estar aqui e dizer do que me vai na alma.

Quero o Padre Roberto!
Quero o Padre Roberto!
Quero o Padre Roberto!

E enquanto não tiver o Padre Roberto de volta, não volto a assumir as minhas funções de escriba cá da terra, e não participo em nada relacionado com os assunto de Deus, que sim senhor, é Ele que nos guia, mas, foda-se, o outro é tão mal vestido e tem uma gadelha que não é cortada há mais de seis meses, e fica assim com um ar de pastor alemão, que o Padre Roberto não tinha e que bom que era o Padre Roberto para as pessoas cá da terra e vieram aqueles filhos de uma égua e tiraram-nos o nosso Roberto e agora não temos quem noa guie e estamos todos aqui numa aflição sem saber porque raios é que Deus nos leva a percorrer este caminho, só porque não concordamos com uma estátua de dois metros de não sei quem, mas que não era de Deus, porque se fosse, aí tudo bem, que é Ele que nos guia e não esses filhos de uma grande égua que nos mandaram para cá o pastor e nos tiraram o Roberto e nem são capazes de cá vir dar a cara, esses....

O que vale é que temos fé, e não é qualquer filho de uma grandessissima égua mal parida que nos vai desviar do caminho da Luz.

Amén.



(oh Mg; estás a relatar conversas com a tua vizinhança, coisas daí da terra, ou é só mais uma parvoíce tua?)

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

O escriba sabe que não anda a todo o gás nesta coisa do admirável mundo dos blogs (nem nada que se pareça), mas mesmo assim pede que, se for para isso, não.

É que já falta pouco mais de um mês para a época da paz, amor e sininhos, e, foda-se!, o escriba não gosta muito dessa coisa de época de paz, amor e sininhos.

Assim, e em conformidade, agradece-se moderação, porque, sinceramente, não há pachorra, sim?

Xmas? Fuck Xmas.

Obrigado.


domingo, 20 de abril de 2014

E porque este também é um blog Pascal, o escriba não poderia deixar de vir ao seu modesto tasco para deixar um abraço fraterno a toda a sua clientela (e aproveita, já que cá está, para relatar mais um episódio fofinho da sua vida)

O escriba: já que é Páscoa, podíamos fazer um compasso caseiro.
A Maria: um quê?
- um compasso caseiro. Essa coisa das cruzes.
- ai é?
- sim.
- e como é que fazemos isso?
- queres mesmo saber?
- sim.
- está bem. Já que pedes...
- que chato... Diz lá.
- tá bem. É assim: eu ponho-me de pé e estico os braços. Tu ajoelhas-te e beijas-me a cruz...
- tu vais tão para o Inferno....
- tu é que quiseste saber...