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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Do que antigamente era possível e hoje já não é.

E eis que o escriba se prepara para deitar e aguardar pelo sono dos justos.

Não pode deixar de observar, uma vez mais, o incrivel que é o efeito que uma queca dada fora do matrimónio, por uma jovem casada com um velho já sem força na verga, queca essa que termina em gravidez, tem, passados mais de dois milénios de anos.

Foi esperta, a moça.
Salvou-se de morrer apedrejada e ainda hoje, à custa da história da Carochinha, é a virgem mãe do senhor.

Agora, ide.
Ide em paz e que o senhor vos acompanhe.

E não pequeis, como a jovem de há 2000 anos.
Hoje em dia, ninguém acredita em virgens.
E há testes de ADN.

O Natal, em breves pinceladas.

No tempo do muito antigamente, uma jovem, que não "conhecia o homem", engravida do espirito santo.
2013 anos depois, ainda se comemora o facto, com presentes, SMS's, emails, mensagens no facebook e afins, arvores de Natal e sorrisinhos nem sempre genuínos.

Hoje em dia, uma jovem solteira engravida e é uma vaca.

Pergunta-se (desculpa lá Scolari, o plágio): e o burro sou eu?


Pensando bem, havendo burro e havendo vaca, ainda se monta o presépio num instante, não?

A todos, um bacanal (ou bom Natal, já nem sei..)

A todos um bacanal
A todos um bacanal
Que seja um bacanal, para todos vós
Que seja um bacanal, para todos nós


No Blogger pela manhã
Ouvem-se os posts tocar
E há uma grande alegria, no ar


A todos um bacanal
A todos um bacanal
Que seja um bacanal, para todos vós
Que seja um bacanal, para todos nós


Nesta manhã de bloguice
Há em todos os países
Muitos milhões de escribas, felizes

A todos um bacanal
A todos um bacanal
Que seja um bacanal, para todos vós
Que seja um bacanal, para todos nós


Vão aos saltos pela casa
Com os tablets ou telemovéis
Procurar os seus blogs, tão belos

A todos um bacanal
A todos um bacanal
Que seja um bacanal, para todos vós
Que seja um bacanal, para todos nós


Depois há troca de comentários
Os escribas postam fotografias
No Natal todos os posts... são de alegria!


A todos um bacanal
A todos um bacanal
Que seja um bacanal, para todos vós
Que seja um bacanal, para todos nós


Se isto fosse verdade
Para todos os escribas
Era bom ouvir os gadgets tocar.

A todos um bacanal
A todos um bacanal
Que seja um bacanal, para todos vós
Que seja um bacanal, para todos nós

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Mg reconsidera sobre esta coisa dos posts sobre o Natal

e acaba por sucumbir (e publicar*) a uma musiquinha fofinha, adequada à época, de que tanto gosta.

Jinglem as belas, então!

Jingle bell, jingle bell,
Já não há papel.
Não faz mal, não faz mal,
Limpa-se ao jornaaaaaal.


Jingle bell, jingle bell,

Já não há papel.

Não faz mal, não faz mal,
Limpa-se ao jornaaaaaal.

(Todos juntos, agora!)

Jingle bell, jingle bell,
Já não há papel.
Não faz mal, não faz mal,
Limpa-se ao jornaaaaaal.



segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Um breve conto de Natal (ou de como o escriba é uma besta!)

Esta cena fofinha passa-se com Mg na casa dos progenitores.


Mãe pergunta onde vai o escriba passar o Natal.
Mg responde que em casa dos progenitores, obviamente.
Mãe pergunta onde vai a Maria do escriba passar o Natal.
Mg responde que em casa dos progenitores dela.
Mãe diz que Maria pode, querendo, ir lá a casa.
E que o escriba, também querendo, pode passar em local alheio, que mãe não se importa.
Mg agradece o convite e a liberdade concedida, mas recusa gentilmente.
Mãe pede o número da Maria, para lhe ligar a desejar um bom Natal.
Mg diz que não sabe o número de cor e que o telemovel está na sua viatura.
Mãe coloca o telemovel dela em cima da mesa, ao lado do escriba, com uma recomendação para que, quando seja possivel, o escriba recolha o seu telemovel e guarde no telemovel da mãe o número da Maria.
Mg diz que vai já.
(o pai ri-se de forma controlada)

Até hoje.

E até hoje, Mg desconhece se o telemovel continua, calmo e sereno, em cima da mesa.
Mais logo, Mg ligará à Maria e passará o telemovel à mãe, para que esta lhe possa desejar um bom Natal.

Afinal, Mg, quando quer, também sabe ser fofinho.

E assim nasce um belo conto de Natal.

Mas ficar com o número da Maria é que não, que Mg gosta de ter as conversas entre ambas devidamente controladas, ao vivo, e em tempo real.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Mg, será isto a retenção de líquidos?

Quase 22.00h, não tocar numa pinga de álcool há cerca de 18 horas e meia e ainda ter a sensação da cerveja baloiçar no estômago.

E o vinho, Mg?
Ah!, o vinho: esse fermentou novamente e está alojado na cabeça.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O país (e, até, quem sabe?, o mundo) pergunta.

Também eu venho a publico, dar a cara e responder aos meus concidadãos.

Assim, o que gostariam de perguntar ao vosso Primeiro-Escriba?
Não se acanhem: responderei a todas as questões.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

E ia o escriba perder a oportunidade de reentrar em grande na cena blogosférica? Naaaa.. nada disso!

Sim!
Posso bem com as criticas.
Podem cá vir dizer que sou fraquinho, que o tasco é uma merda, que isto é só trafulhice e que nunca fiz nada de jeito na vida.
Quero lá saber.
Os cães passam e a caravana ladra. Ou vice-versa. Ou semi-vice-versa. Ou o caralho. Não quero saber.
Com vocês, posso eu bem.

E para poupar nos posts, segue já de seguida uma das rubricas habituais: as noticias do dia.
Este sim, gente boa. À maneira. E deve estar com um bronze upa-upa!
De fazer ver ao tristes que foram 5 noites e 4 dias para um parque de campismo ao pé do mar.
Gentinha... Ponham os olhos. Assim, sim!


Isto não se faz!

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Já não há respeito pelo (descanso do) escriba.

O escriba anda cansado.
De rastos. Sem férias e sem previsão para que estas cheguem.
Tenta dormir. Está calor e a Maria está na cama. Dorme. Mexe-se. Escriba assiste.
Entretanto, adormece.
Não sabe quanto tempo depois, sente em cima de si um corpo a mexer.
Roça daqui, mexe dali, trinca d'acolá.
Mg ainda tem os olhos fechados.
A sessão não para.
Mg abre um olho. Depois o outro.
"porque é que as tuas mãos ainda não estão a apalpar o meu rabo?" é a forma com que Mg é interpelado, recém acordado do sono dos justos.
Já não há respeito... O mundo perdeu todos os seus valores morais.

Já disse que o escriba anda cansado e tinha sono? Pois bem... Passou.


sábado, 17 de agosto de 2013

O escriba só cá vem para debitar meia dúzia de singelas palavras

e informar que, para escriba.... está muito mal informado!

Obrigado a todos.




- ah... se todos os posts do universo fizessem tanto sentido como este... :) -

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Como se duvidas houvessem... Pfffff....

Mg chega a casa.
Abre a porta com estrondo e grita, alto e bom som: "como é caralho?!"
Tira os sapatos e atira-os contra a parede.
Vai ao frigorifico, bebe uma mini de golada.
Deixa a garrafa na banca e a porta do frigorifico aberta.
Arrota. Coça os tomates. Ri-se.
Novamente, alto e bom som:"quem é que manda nesta merda toda?".

Nem uma viv'alma se manifestou contra.

Quem é o maior, quem é?

(e, já agora, quem é que escreve "houvessem"? O escriba, pois claro. O Grande Escriba!)