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quarta-feira, 17 de julho de 2013

sábado, 13 de julho de 2013

Coisas lixadas?

É estares numa cerimónia supimpa, estar um calor dos diabos, e teres de ir para dentro da Igreja porque lá está mais fresco e não há nenhum tasco aberto ao pé.

Escriba sofre.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Mg já está a delinear estratégias para passar a perna ao Gaspar e comandita (se bem que, como a nossa comunicação social é o que é, e publica as noticias à última hora, só o pode fazer em 2014)

Parece que o dia da Libertação de Impostos acontece a 4 de Junho para os portugueses. Isto, em 2013.

Como este ano o escriba já não vai a tempo, a estratégia está montada para 2014: por alturas do Natal (antes, durante e depois), enfardar como um desalmado. Comer e beber como se não houvesse amanhã. Apanhar uma caganeira descomunal. Comer e beber ainda mais. Correr 20 kms por dia. Chegar a 31 de Dezembro literalmente podre. A 1 de Janeiro, ir às urgências de um hospital. Não seguir a medicação nem as orientações dadas. Sacar atestados médicos de forma consecutiva até 5 de Junho.
Começar a trabalhar a partir dessa data.

Conclusão: Mg não paga impostos no próximo ano!

(o pior é se o Gaspar me troca as voltas e, em vésperas de regressar ao trabalho e depois de ter dito que já estou fino e apto para vergar a mola, o tipo - ou quem o substitua - informe que será preciso trabalhar até 31 de Dezembro para pagar as contribuições para o Estado...)


domingo, 12 de maio de 2013

As putas das velhas...

Caralhos ma fodam, mas as putas das velhas, pá...
Dass... As putas das velhas, não fossem tão velhas e tinham levado dois sopapos que ficavam 3 dias a perguntar-se de que terra eram.
E a fedelha, pá!? A fedelha que já anda a treinar para ser ainda mais intratável que as putas das velhas? E um gajo ali, que nem era nada com ele, mas que lá teve de aturar as putas das velhas e a fedelha que treina, com afinco, para lhes suceder.
A essas e aos "meninos" que iam na rua a rir-se como florzinhas histéricas a quem enfiaram um cacho de bananas pelo c* acima.
Tirando isso, a noite até correu bem, obrigado.
Dei uma queca!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Das coisas da sede.

Pois bem...

É o seguinte: entre este momento (menos feliz) e este momento (já melhorzinho), Mg, como não podia deixar de ser, tratou de repor algum, pouco, stock de vinho.

Numa breve incursão por um hiper do tio Azevedo, Mg dirige-se à sua zona predilecta (juntamente com a das batatas fritas, snacks e bolachas) para iniciar procedimento de escolha.

Opta pelo habitual: uma box de 5 litros, que dá para o dia-a-dia, tem preço em conta e é prático.
Como já tinha experimentado algumas das marcas disponiveis, opta por algo que não fosse muito caro e que lhe parecesse mais ou menos (ou que, pelo menos, lhe inspirasse alguma confiança).
Como o tempo não era muito, vai de escolher ao calhas, dentro do preço que lhe parecia aceitável.
Dirige-se à caixa, todo contente da vida, a fazer festinhas ao pipo e já a salivar.

Chegado a casa, a desilusão.
Ainda hoje Mg não sabe se aquilo era vinho com água a mais, ou se era groselha misturada com um bocado de água.
Após o primeiro gole, vai de olhar para a caixa com olhos de ver e a coisa era produzida em terra de nuestros hermanos.
Não prestava. Fraco, fraco, fraco.

Como não sou de falar mal das coisas, até porque gostos não se discutem, não lhes vou dizer qual era a moarca do vinho...

sábado, 27 de abril de 2013

Ele há dias que foda-se!!

Mg deita-se já depois da meia noite.
Mg acorda às 3 da manhã.
Mg tem um montão de papéis para tratar e tinha de ser hoje ou ia cair o Carmo e a Trindade.
Despertador estava para as 4.30 porque Mg já sabe como estas coisas são e se algo pode correr mal, vai correr de certeza, e o trabalho não era tão pouco quanto isso. Adiado em pequena parte por culpa do escriba e em grande parte por influência alheia.

Com este horário, e a correr bem, às 18 estava mais que despachado.
Ainda tencionava meter-me a caminho para ir beber uma cerveja à beira da praia, que já não vou lá praí há um ano e queria ter uma conversa com o mar. Ou ver as gajas em trajes menores, vá...

Acordo, deixo-me estar mais meia hora no choco e vou para o PC. Trabalho de merda, chato, repetitivo e capaz de me tirar do sério.
Volta e meia, pausa para cigarro e dizer mal da minha vida.

7.30. Banho.
Saio de casa às 8.15, vou tomar um café (nunca tomo café de manhã, mas hoje ia mesmo precisar).
Levava no bucho duas peças de fruta e sumo. A última vez que comi fruta deve ter sido há mais de dois meses, mas as vitaminas iam fazer falta.

9.00 já estou em frente a outro PC, com cópia do trabalho que trazia na pen reposta.
Almoçar, tá quieto!
A puta da papelada tira-me do sério e entre pausas para não dar em maluco e esperas para que a impressora imprima tudo o que lhe peço, chego às 19.30 e tenho as coisas prontas, e apercebo-me que fumei maço e meio de tabaco. Pelo menos!
A última vez em quantidades industriais? Talvez há pouco menos de um ano, num acampamento com malta amiga.
Com um buraco no estômago, vou comer uma bifana num pão e bebo um panache. Não fica composto, mas dá para aguentar, que a Maria está a chegar e já vamos jantar.
"Ah e tal, jantar só lá para as nove, que ainda tenho de ir a tal sítio fazer tal coisa."
Ahhhh... Lindo serviço. Arrasto-me para dentro do carro, quando me devia arrastar para o ninho, e vamos juntos.
Agora sim, hora de jantar.
E é quando o escriba vai para casa por-se de molho, enquanto a Maria vai procurar comida rápida.
Tenho fome, tenho sono e tenho os pés frios.
Se demorar mais 10 minutos vou adormecer.

Só quero comer, mimo (que também tenho direito) e dormir.
Se não adormecer durante o mimo, uma queca, que é para ter um soninho mais descansado.

A praia? Foda-se! Ainda bem que acabei aquilo tarde, porque se onde eu estava, estava um frio e uma ventania do caraças, imagino a 30 kms de distância, à beira-mar! Ou é de mim, ou se lá estivesse alguém, estaria em trajes maiores e isso não interessa para nada.

Foda-se! Adoro quando um dia corre bem!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Já não se pode dar uma queca em paz...

Caso do blogue “Esposas de Viseu” remetido para o Ministério Público

Site que divulgava matrículas de carros com destino à Quinta do Grilo, o "bairro vermelho" de Viseu, deixou de estar disponível na terça-feira.

E a economia a precisar tanto que o dinheiro circule...

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Entretanto, na regie, o alvoroço é grande e como prova de que tudo está ser feito para resolver os problemas surgidos, levamos a emissão em directo até vossas casas no momento em que o escriba chega à redacção para se inteirar da gravidade das coisas.

"F*da-se, pá!
C*ralho! É sempre a mesma m*rda!
Um gajo não pode confiar em ninguém! Que m*rda é que fizeram ao c*ralho da cassete, pá?!
Cambada de incompetentes. F*da-se!
E agora? Como é que vou explicar isto às telespectadoras, que já estavam a babar e com a língua de fora, à espera da p*ta da reportagem e agora não temos nada para apresentar?!
Que raio aconteceu aqui, afinal?!
Quero respostas! E rápido!"




Um drama, senhoras. Um drama. Mas tenhamos esperança. Tudo se resolverá pelo melhor.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Hum... É caso para ficar desconfiado.

Chipre não é um modelo para futuros resgates, dizem eles.

Até aqui, tudo bem. Eles dizem, a gente acredita, que são pessoas sérias e nós não estamos cá para complicar.

Não me preocupei.

O problema é que o Gaspar das Finanças (e não, não é o da repartição cá da terra, mas o Ministro), também o disse.

Ora, como disse uma vez que isso não ia acontecer, a probabilidade de acontecer já é, neste momento,  muita.
Se o disser uma segunda vez, podemos dar a coisa por garantida.
Se o disser uma terceira, podemos ter a certeza que passados cinco minutos já nos foram ao bolso (neste caso, ao banco), e se nós lá quisermos ir (ao banco, entenda-se), vamos bater com o nariz na porta.

Portanto, é começar a pensar nisso e ver se debaixo do colchão há condições para guardar os euros que ainda restam.

Desabafo.

Muito triste com o que se passou aqui.
Extremamente desapontado, mesmo.

Já que este blog trata, de vez em quando, de questões fracturantes, esperava-se um pouco mais de participação.

Depois queixem-se que nos dias de hoje não se dá voz ao povo.
Propôs-se um debate sério e o que é que dali saiu? Uma mão cheia de nada.

Lamentável.




sábado, 23 de março de 2013

sábado, 2 de março de 2013

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013