O escriba está-se a borrifar pra isso.
Calha ao Domingo e calha..
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domingo, 1 de dezembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
E o teu fim de semana como foi, oh enorme escriba?
Ora bem. Indo directamente ao que importa.
Entre as 18 de sábado e as 18 de domingo, aqui o escriba passou por, nada mais, nada menos, que três superfícies comerciais.
Tendo em conta o enorme prazer que o escriba retira destas incursões por esses belíssimos lugares onde se amontoa gente como mais não, onde os pais berram com os filhos a dizer que não, não há mais batatas fritas ou bolachas, onde o marido manda uma caralhada à mulher porque não se despacha, onde a mãe das gémeas me lança um caloroso "olá, está bom? Há tanto tempo que não o via. Já tinha saudades de o ver e perguntava-me por onde você andaria" enquanto o homem me olha de canto e onde dois senhores de meia idade se pegam aos berros a discutir a pole position na fila para levar um frango para casa, pode-se dizer que foi um fim de semana em grande.
Mas vamos a contas.
Entre as 18 de um dia e as 18 de outro, passam 24 horas.
O escriba dormiu cerca de 8 horas, coisa rara, pelo que esteve acordado cerca de 16.
Ora, 16 a dividir por 3, dá-me (e eu tenho uma boa 4ª classe) uma média de pouco mais de cinco horas entre uma incursão e outra.
Tendo em conta que Mg, nos entretantos, jantou, pequeno-almoçou e almoçou, deu a queca, viu um pouco de TV, lavou as partes baixas (e as altas, também) e fez outras coisas de menor importância, facilmente se conclui que boa parte do fim‑de‑semana do escriba foi passado a preparar-se psicologicamente para o frete, a caminho do frete, no frete propriamente dito, ou a vir embora do frete a pensar o quanto o frete lhe custou.
Para se vingar, Mg adquiriu uma quantidade de bolachas, snacks, batatas fritas e iogurtes capazes de manter alimentada uma cidade de média dimensão, durante três meses, em situação de guerra e com recolher obrigatório.
Entre as 18 de sábado e as 18 de domingo, aqui o escriba passou por, nada mais, nada menos, que três superfícies comerciais.
Tendo em conta o enorme prazer que o escriba retira destas incursões por esses belíssimos lugares onde se amontoa gente como mais não, onde os pais berram com os filhos a dizer que não, não há mais batatas fritas ou bolachas, onde o marido manda uma caralhada à mulher porque não se despacha, onde a mãe das gémeas me lança um caloroso "olá, está bom? Há tanto tempo que não o via. Já tinha saudades de o ver e perguntava-me por onde você andaria" enquanto o homem me olha de canto e onde dois senhores de meia idade se pegam aos berros a discutir a pole position na fila para levar um frango para casa, pode-se dizer que foi um fim de semana em grande.
Mas vamos a contas.
Entre as 18 de um dia e as 18 de outro, passam 24 horas.
O escriba dormiu cerca de 8 horas, coisa rara, pelo que esteve acordado cerca de 16.
Ora, 16 a dividir por 3, dá-me (e eu tenho uma boa 4ª classe) uma média de pouco mais de cinco horas entre uma incursão e outra.
Tendo em conta que Mg, nos entretantos, jantou, pequeno-almoçou e almoçou, deu a queca, viu um pouco de TV, lavou as partes baixas (e as altas, também) e fez outras coisas de menor importância, facilmente se conclui que boa parte do fim‑de‑semana do escriba foi passado a preparar-se psicologicamente para o frete, a caminho do frete, no frete propriamente dito, ou a vir embora do frete a pensar o quanto o frete lhe custou.
Estou mesmo contente, pá.
Melhor dizendo, estou enjoado!
Para se vingar, Mg adquiriu uma quantidade de bolachas, snacks, batatas fritas e iogurtes capazes de manter alimentada uma cidade de média dimensão, durante três meses, em situação de guerra e com recolher obrigatório.
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coisas cor de rosinha que de tão fofinhas que são até nos vêm lágrimas aos olhos,
enfim...,
Não é fácil...,
para entreter,
Santa paciência
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
O escriba comenta os comentários (senhoras, é ir para a cozinha - agora fala-se de futebol... - que ainda deve haver loiça para lavar. Se não houver, haverá, concerteza, roupa para passar. Façam por ser boas senhoras, sim?)
Jogo para a Champinhons.
Benfica x Olimpiakos.
42 minutos de jogo.
- Já estamos a perder? Foda-se... Quem marcou?
- Dominguez.
- Esse ainda joga? Quando estava no Porto era um jogador do camandro... Entretanto perdi-lhe o rasto.. Nem sabia que estava lá.
- ???
70 minutos de jogo.
1.
- O Alan John não está a jogar nada. O gajo tem o Cavaleiro no banco e não o mete porquê?
- Mas o Cavaleiro está a jogar!
- Ai está?
- Está. Entrou ao intervalo. A esta hora o Olá já tem o banho tomado.
- O Jesus é que é burro! Com um temporal daqueles vai meter um puto, que está a começar na equipa principal, ao intervalo. Depois queixam-se que não rendem...
2.
- A equipa não tem ligação nenhuma. Parece que a bola não rola... É só chuto para a frente!
- Foda-se! Já viu o estado do relvado? Quer o quê? Bola de pé para pé com o relvado assim?
- Então que joguem directo, caralho! Bola para a frente que o Cardozo resolve.
- ... .??
Benfica x Olimpiakos.
42 minutos de jogo.
- Já estamos a perder? Foda-se... Quem marcou?
- Dominguez.
- Esse ainda joga? Quando estava no Porto era um jogador do camandro... Entretanto perdi-lhe o rasto.. Nem sabia que estava lá.
- ???
70 minutos de jogo.
1.
- O Alan John não está a jogar nada. O gajo tem o Cavaleiro no banco e não o mete porquê?
- Mas o Cavaleiro está a jogar!
- Ai está?
- Está. Entrou ao intervalo. A esta hora o Olá já tem o banho tomado.
- O Jesus é que é burro! Com um temporal daqueles vai meter um puto, que está a começar na equipa principal, ao intervalo. Depois queixam-se que não rendem...
2.
- A equipa não tem ligação nenhuma. Parece que a bola não rola... É só chuto para a frente!
- Foda-se! Já viu o estado do relvado? Quer o quê? Bola de pé para pé com o relvado assim?
- Então que joguem directo, caralho! Bola para a frente que o Cardozo resolve.
- ... .??
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Não é intenção do governo torturar os Portugueses.
Eu também concordo.
Sob o ponto de vista do governo, são mimos.
Sob o ponto de vista dos tais Portugueses, são enrabadelas, mas com doses generosas de vaselina, o que, dizem os tais Portugueses, facilita muito mais as coisas.
Muito querida, a senhora.
Sob o ponto de vista do governo, são mimos.
Sob o ponto de vista dos tais Portugueses, são enrabadelas, mas com doses generosas de vaselina, o que, dizem os tais Portugueses, facilita muito mais as coisas.
Muito querida, a senhora.
sábado, 12 de outubro de 2013
Em verdade vos digo (ou de como Mg dá bons conselhos).
Por muito que sejais supersticiosos, mil vezes as sextas-feiras, 13, que as sextas-feiras, 13º.
sábado, 5 de outubro de 2013
Oh, Mg, tu que até nem és um gajo saudosista, diz-nos lá o que passa pela tua cabeça.
Fácil.
Saudades dos 20's, em que se estavam quase 60 horas sem dormir e ainda se tinha coragem para beber duas cervejas ao pequeno-almoço, antes de deitar.
Agora?
Agora meia dúzia de noites mal dormidas e já não vejo nada à minha frente.
Se aos 30 é assim, nem quero saber como será a "ternura" dos 40...
Saudades dos 20's, em que se estavam quase 60 horas sem dormir e ainda se tinha coragem para beber duas cervejas ao pequeno-almoço, antes de deitar.
Agora?
Agora meia dúzia de noites mal dormidas e já não vejo nada à minha frente.
Se aos 30 é assim, nem quero saber como será a "ternura" dos 40...
sábado, 28 de setembro de 2013
Mg está assim a modos que confuso, mas mesmo assim acha que a coisa até se deu bem.
Se os funcionários públicos têm, a partir se hoje (inclusivé), de trabalhar mais uma hora por dia, como raio é que vão dedicar o dia para a reflexão?
Parecendo que não, é menos uma hora para reflectir, e nestas coisas das reflexões, uma hora é sempre uma hora.
O que vale é que para a esmagadora maioria a coisa só começa a doer a partir de segunda-feira, pelo que o reflectido hoje, reflectido está e a partir de segunda não vale a pena grandes reflexões..
Bem vindos ao admiravél mundo das 40 horas (assim o Constitucional o permita)!
(ui, Mg, que se isto é lido por funcionários públicos, haverá quem cá venha para te soltar os cães e dizer que até já trabalham mais que isso, se assim for necessário. Nada em contrário, desta parte. Fazem as 40, em horário oficial, e o resto, se o faziam antes. Troika & Cia dixit!)
Parecendo que não, é menos uma hora para reflectir, e nestas coisas das reflexões, uma hora é sempre uma hora.
O que vale é que para a esmagadora maioria a coisa só começa a doer a partir de segunda-feira, pelo que o reflectido hoje, reflectido está e a partir de segunda não vale a pena grandes reflexões..
Bem vindos ao admiravél mundo das 40 horas (assim o Constitucional o permita)!
(ui, Mg, que se isto é lido por funcionários públicos, haverá quem cá venha para te soltar os cães e dizer que até já trabalham mais que isso, se assim for necessário. Nada em contrário, desta parte. Fazem as 40, em horário oficial, e o resto, se o faziam antes. Troika & Cia dixit!)
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
O escriba disserta sobre variáveis macro-económicas de Portugal e chega à conclusão que o (pobre) estado deste país, mais que aos ladrões, aos vagabundos, aos gatunos e aos chico-espertos, se deve às árvores de fruto.
Sim, é verdade e já faz furor nos meios académicos.
O novo estudo, realizado pelo escriba, chegou à conclusão que o estado desgraçado deste país se deve às árvores de fruto, nomeadamente às cerejeiras.
Senão, vejamos.
Facto:
É usual ver-se à venda, em determinadas épocas do ano, e de norte a sul do país, a cereja de Resende.
Hipóteses:
Muito sucintamente (até porque não há tempo para mais e quem o quiser ler na integra, poderá aceder a www.ohescribatensaquiumestudodocaralhoesoqueriasertaoespertocomotu.pt, e fazer o respectivo download), as hipóteses que se verificaram como plausíveis foram as seguintes:
1 - Se, de facto, toda a cereja vendida com sendo cereja de Resende for efectivamente de Resende, não se verificam variações positivas significativas no respectivo encaixe com receitas de IVA, IRS, IRC e IMI, daí que se possa concluir que, apesar de as cerejeiras produzirem à brava e darem à luz cereja como se não houvesse amanhã a fuga aos impostos é uma verdade.
2 - Se, por outro lado, a cereja dita de Resende não for efectivamente de Resende, estamos perante um caso (milhares de casos, aliás), de contrafacção, usurpação de nome / marca e consequente fuga aos impostos, na medida em que a cereja produzida e, depois, vendida, não é registada em sede própria, dando lugar ao crescimento da chamada economia paralela, onde, como se sabe, o lobby da cereja tem uma importância fundamental.
Conclusão:
BPN´s, PPP´s, subvenções vitalícias, reformas chorudas no final de dez anos de "trabalho", subsídios de reintegração, rendimentos mínimos a quem não precisa, coçar a micose em local de trabalho, obras megalómanas, esbanjamento de dinheiro em concursos, ajustes e afins, viatura, combustível, motorista e telemóvel 24/7, cartão de crédito, viagens em 1ª classe, impostos em níveis nunca antes vistos, desemprego em massa, pobreza em crescendo.
Tanta gente enganadinha...
Motosseras e gasolina. Temos de acabar com este flagelo, já!
Cortemos as cerejeiras de Resende pela raíz.
Não à cereja. Sim ao Aloé-Vera.
Por um mundo mais saudável.
www.ohescribatensaquiumestudodocaralhoesoqueriasertaoespertocomotu.pt
O novo estudo, realizado pelo escriba, chegou à conclusão que o estado desgraçado deste país se deve às árvores de fruto, nomeadamente às cerejeiras.
Senão, vejamos.
Facto:
É usual ver-se à venda, em determinadas épocas do ano, e de norte a sul do país, a cereja de Resende.
Hipóteses:
Muito sucintamente (até porque não há tempo para mais e quem o quiser ler na integra, poderá aceder a www.ohescribatensaquiumestudodocaralhoesoqueriasertaoespertocomotu.pt, e fazer o respectivo download), as hipóteses que se verificaram como plausíveis foram as seguintes:
1 - Se, de facto, toda a cereja vendida com sendo cereja de Resende for efectivamente de Resende, não se verificam variações positivas significativas no respectivo encaixe com receitas de IVA, IRS, IRC e IMI, daí que se possa concluir que, apesar de as cerejeiras produzirem à brava e darem à luz cereja como se não houvesse amanhã a fuga aos impostos é uma verdade.
2 - Se, por outro lado, a cereja dita de Resende não for efectivamente de Resende, estamos perante um caso (milhares de casos, aliás), de contrafacção, usurpação de nome / marca e consequente fuga aos impostos, na medida em que a cereja produzida e, depois, vendida, não é registada em sede própria, dando lugar ao crescimento da chamada economia paralela, onde, como se sabe, o lobby da cereja tem uma importância fundamental.
Conclusão:
BPN´s, PPP´s, subvenções vitalícias, reformas chorudas no final de dez anos de "trabalho", subsídios de reintegração, rendimentos mínimos a quem não precisa, coçar a micose em local de trabalho, obras megalómanas, esbanjamento de dinheiro em concursos, ajustes e afins, viatura, combustível, motorista e telemóvel 24/7, cartão de crédito, viagens em 1ª classe, impostos em níveis nunca antes vistos, desemprego em massa, pobreza em crescendo.
Tanta gente enganadinha...
Motosseras e gasolina. Temos de acabar com este flagelo, já!
Cortemos as cerejeiras de Resende pela raíz.
Não à cereja. Sim ao Aloé-Vera.
Por um mundo mais saudável.
www.ohescribatensaquiumestudodocaralhoesoqueriasertaoespertocomotu.pt
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Ah e tal Mg, agora que o povo regressa dos banhos e este admirável mundo dos blogs recupera pujança e vigor, vais botar os corninhos de fora e dar um ar da tua graça, ou ainda tás mais pra lá do que pra cá? E, já agora, as tuas férias, correram bem?
Ah e tal, não sei, que neste admiravél mundo dos blogs nunca se sabe.
E sim, as férias correram bem, obrigado.
(só para me assegurar que não estou a meter a pata na poça, que raio de coisa é essa das férias de que o povo tanto fala?)
E sim, as férias correram bem, obrigado.
(só para me assegurar que não estou a meter a pata na poça, que raio de coisa é essa das férias de que o povo tanto fala?)
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coisas cor de rosinha que de tão fofinhas que são até nos vêm lágrimas aos olhos,
E era...,
É o que temos,
enfim...,
Foda-se...,
Não é fácil...,
Não há direito
terça-feira, 20 de agosto de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
Ai doutor...
A mais nova: Está diferente, hoje. Cortou o cabelo!
O escriba: é! Nota-se? :)
A mais nova: nota. Eu gosto! :p
A mais velha: Ai... Eu não... :( Gosto do cabelo maior. De passar a mão na cabeça e poder agarrar os cabelos. Assim não dá...
O escriba: ele cresce. Não se apoquente. Mais umas semanitas e volta ao estado habitual.
A mais nova para a mais velha: Ai, não diga isso! Está muito bem assim..
Fica-lhe bem, doutor...
Damn... Errei o alvo.
Estou chateado!
O escriba: é! Nota-se? :)
A mais nova: nota. Eu gosto! :p
A mais velha: Ai... Eu não... :( Gosto do cabelo maior. De passar a mão na cabeça e poder agarrar os cabelos. Assim não dá...
O escriba: ele cresce. Não se apoquente. Mais umas semanitas e volta ao estado habitual.
A mais nova para a mais velha: Ai, não diga isso! Está muito bem assim..
Fica-lhe bem, doutor...
Damn... Errei o alvo.
Estou chateado!
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Porra, pá! E ninguém me diz nada?
Atão ontem foi feriado e ninguém me avisou?
Vai um gajo trabalhar e à chegada, ninguém lhe diz "deixa estar, Mg, hoje não é preciso. Além do mais, é feriado. Vai lá tratar das tuas coisas."?
Realmente, já não há respeito. Apanham a malta distraída, e pumbas, já foste!
Hoje não devia ir trabalhar, é o que é.
Bem... Vamos lá...
Vai um gajo trabalhar e à chegada, ninguém lhe diz "deixa estar, Mg, hoje não é preciso. Além do mais, é feriado. Vai lá tratar das tuas coisas."?
Realmente, já não há respeito. Apanham a malta distraída, e pumbas, já foste!
Hoje não devia ir trabalhar, é o que é.
Bem... Vamos lá...
terça-feira, 21 de maio de 2013
Mg já está a delinear estratégias para passar a perna ao Gaspar e comandita (se bem que, como a nossa comunicação social é o que é, e publica as noticias à última hora, só o pode fazer em 2014)
Parece que o dia da Libertação de Impostos acontece a 4 de Junho para os portugueses. Isto, em 2013.
Como este ano o escriba já não vai a tempo, a estratégia está montada para 2014: por alturas do Natal (antes, durante e depois), enfardar como um desalmado. Comer e beber como se não houvesse amanhã. Apanhar uma caganeira descomunal. Comer e beber ainda mais. Correr 20 kms por dia. Chegar a 31 de Dezembro literalmente podre. A 1 de Janeiro, ir às urgências de um hospital. Não seguir a medicação nem as orientações dadas. Sacar atestados médicos de forma consecutiva até 5 de Junho.
Começar a trabalhar a partir dessa data.
Conclusão: Mg não paga impostos no próximo ano!
(o pior é se o Gaspar me troca as voltas e, em vésperas de regressar ao trabalho e depois de ter dito que já estou fino e apto para vergar a mola, o tipo - ou quem o substitua - informe que será preciso trabalhar até 31 de Dezembro para pagar as contribuições para o Estado...)
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(des)governo,
Aflige-me pah,
Como disse?,
É do caralho,
É o que temos,
It's all about the money,
muita falta faz um pau de marmeleiro...,
Não é fácil...,
Não há direito,
Santa paciência
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Das coisas da sede.
Pois bem...
É o seguinte: entre este momento (menos feliz) e este momento (já melhorzinho), Mg, como não podia deixar de ser, tratou de repor algum, pouco, stock de vinho.
Numa breve incursão por um hiper do tio Azevedo, Mg dirige-se à sua zona predilecta (juntamente com a das batatas fritas, snacks e bolachas) para iniciar procedimento de escolha.
Opta pelo habitual: uma box de 5 litros, que dá para o dia-a-dia, tem preço em conta e é prático.
Como já tinha experimentado algumas das marcas disponiveis, opta por algo que não fosse muito caro e que lhe parecesse mais ou menos (ou que, pelo menos, lhe inspirasse alguma confiança).
Como o tempo não era muito, vai de escolher ao calhas, dentro do preço que lhe parecia aceitável.
Dirige-se à caixa, todo contente da vida, a fazer festinhas ao pipo e já a salivar.
Chegado a casa, a desilusão.
Ainda hoje Mg não sabe se aquilo era vinho com água a mais, ou se era groselha misturada com um bocado de água.
Após o primeiro gole, vai de olhar para a caixa com olhos de ver e a coisa era produzida em terra de nuestros hermanos.
Não prestava. Fraco, fraco, fraco.
Como não sou de falar mal das coisas, até porque gostos não se discutem, não lhes vou dizer qual era a moarca do vinho...
É o seguinte: entre este momento (menos feliz) e este momento (já melhorzinho), Mg, como não podia deixar de ser, tratou de repor algum, pouco, stock de vinho.
Numa breve incursão por um hiper do tio Azevedo, Mg dirige-se à sua zona predilecta (juntamente com a das batatas fritas, snacks e bolachas) para iniciar procedimento de escolha.
Opta pelo habitual: uma box de 5 litros, que dá para o dia-a-dia, tem preço em conta e é prático.
Como já tinha experimentado algumas das marcas disponiveis, opta por algo que não fosse muito caro e que lhe parecesse mais ou menos (ou que, pelo menos, lhe inspirasse alguma confiança).
Como o tempo não era muito, vai de escolher ao calhas, dentro do preço que lhe parecia aceitável.
Dirige-se à caixa, todo contente da vida, a fazer festinhas ao pipo e já a salivar.
Chegado a casa, a desilusão.
Ainda hoje Mg não sabe se aquilo era vinho com água a mais, ou se era groselha misturada com um bocado de água.
Após o primeiro gole, vai de olhar para a caixa com olhos de ver e a coisa era produzida em terra de nuestros hermanos.
Não prestava. Fraco, fraco, fraco.
Como não sou de falar mal das coisas, até porque gostos não se discutem, não lhes vou dizer qual era a moarca do vinho...
domingo, 5 de maio de 2013
Das quase ligações familiares.
A única parte da conversa alheia que apanhei enquanto passava pelas figuras:
"ainda somos uma espécie de primas"
(não dúvido nada. E também são uma espécie de trengas, mas isso acho que já sabem)
"ainda somos uma espécie de primas"
(não dúvido nada. E também são uma espécie de trengas, mas isso acho que já sabem)
sábado, 4 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Do paradeiro desta não sei, mas se lhes entregar o Gaspar, será que aceitam?
Pela primeira vez há uma mulher na lista dos terroristas mais procurados do FBI
Terrorista por terrorista, metia umas massas ao bolso e a gente ainda se livrava dele.
Vou ligar ao Obama a ver o que ele diz.
domingo, 28 de abril de 2013
Já é quase segunda...
Uma garrafa de maduro tinto ao almoço.
Tudo tranquilo.
Dois copos de verde branco ao lanche.
Tudo lixado.
Conclusão: mais vale muito e bom que pouco e fraco!
(amanhã vai ser bonito, vai... a ver se não há surpresas no feriado...)
Tudo tranquilo.
Dois copos de verde branco ao lanche.
Tudo lixado.
Conclusão: mais vale muito e bom que pouco e fraco!
(amanhã vai ser bonito, vai... a ver se não há surpresas no feriado...)
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