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sábado, 2 de janeiro de 2016

E depois de passada a panca

Eis que Maria acorda* e começa a percorrer a cama com as pernas.

- Que foi? Tás com frio?
- Não, tou à procura das minhas cuecas.
- Não as tirasses..
- Parvo.

(um pouco depois...)
- Oh... Tás em cima das minhas cuecas.
- E depois?
- E depois sai de cima delas..
- Há pouco também estava em cima, e não era das cuecas, e não te vi a pedir para sair.
- Estúpido...






* Que raio.. Coisas que acontecem só ao escriba. Ele que gosta tanto de ficar ali, a fazer conchinha, horas e horas sem fim, à conversa ou a fazer festinhas na cabeça e o raio da Maria adormece, praticamente sempre, logo de seguida. Não se faz...

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

E que tens feito tu, oh escriba, que andas assim um tanto ou quanto arredado deste admirável mundo dos blogs e ninguém sabe nada de ti?

Basicamente, o mesmo de sempre, que sou moço pacato e recatado.

E o que não tenho feito? Ora...
- não vi filmes do Oliveira;
- não li, não comprei (também não sei um único título de um dos livros lá dele), nem faço a mínima ideia de quem seja esse Modiano;
- não comi bagas nem sementes;
- não bebi desses sumos feitos com bróculos e couves;
- não tirei selfies (mas folgo em saber que há quem fique contente em meter o respectivo pau no cú);
- não fiquei colado à televisão a ver o passeio de um morto pelas ruas de Lisboa, nem especialmente eufórico por ver um dos "meus" lá naquilo do Panteão, que parece que tem lá os supra-sumos todos, tudo gente que em tempos foi muito boa, muito válida e coiso e tal, Amén;
- pior que isso, a heresia das heresias, a mãe de toda a podridão mental e a madrasta da pobreza de espirito, não fui Charlie. É também certo que não tenho conta lá naquilo do livro das caras, mas, fosse eu integro e de valor, e tinha aberto uma propositadamente para poder ser Charlie. Não o fiz. Não o fui. Sou um traste.

Mas isso não me incomoda nada.
O que me incomoda, e que, no fundo, é o que me traz aqui, é ver incomodados lá com as fotos de uma mulher grávida, que, por sinal, mostra um bocado de pele (já vi mulheres na praia a mostrar bem mais) e que, por (não) acaso, vai a votos daqui a um mês.

Ora, é ver as mulheres incomodadas porque o que queriam, no fundo e com aquela idade, era ter um corpo e uma carinha laroca como a dela, sem falar naquele ar de furacão selvagem que rebenta tudo por onde passa e ver os homens incomodados, porque o que queriam, no fundo, era estar lá na capa da revista a segurar-lhe as mamas, e tê-la ao lado, na cama, todas as noites, em vez do bisonte com quem casaram.

Por mim, que não percebo nada disto, acho que está muito bem como está, não tenho nada contra lá isso da revista e sou até capaz de garantir que, em vindo com (mais ou menos, não importa: o que importa é que venha) jeitinho, lhe colocava o voto na urna.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Calma, que já não estou bêbedo...

Lá porque quando saí (tarde e a más horas), ia de guarda-chuva na mão, mesmo estando ainda um pouco de solinho bom e uma temperatura mais ou menos, isso não faz de mim um tolinho.

É que, mesmo não gostando do adereço, de manhã o céu estava bravo e ainda apanhei umas pingas na cabeça (sim, não o abri, mas já não estava bêbedo...).

Ficar em paz, sim?

quinta-feira, 2 de abril de 2015

E até parece mentira, mas não é.

Parece mentira, mas parece que ainda ontem foi o dia 1 de Abril ( como o tempo passa...)







(foi mesmo, pahhh, foi mesmo... Bolas...!!)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O escriba está a levantar-se e informa que passou a noite em cima de Linda Porca.

Preciso da 70ª alma perdida.

Que não seja por mais nada: só para me tirar de cima da minha fã número 1.

(já não vou para novo e estou cansado)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Parto do principio que está tudo bem servido, é o que é.

Quase um mês longe do tasco, e o máximo que consegui (honras para a Linda Porca) foi um Cu-Cu!
(Quase) Ninguém quer saber do escriba, é o que é.

E isso deixa-me triste.

E se eu tivesse morrido?
E se tivesse sido atropelado por uma vara de porcos (podia ser de porcas, né?)
E se tivesse sido raptado por uma ninfomaníaca boazona?

Pois... Ninguém se preocupa!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

E que diferença faria um neurónio mais.

Alerta não sei das quantas.
Temperaturas abaixo de coiso.
O povo chega, ao final da tarde, com as suas viaturas.
Pensa-se que no dia seguinte irá estar frio, muito frio, pela manhã.
Carros ao relento, gelo nos vidros, é o mais certo.
Montes de lugares para estacionar, mas quanto mais perto de casa, melhor (o ideal até seria lá dentro), que isto de andar 20 ou 30 metros a pé é muito.
Ora, perto de casa, longe dos primeiros raios de sol.
Mg chega e sabe que vai deixar a viatura cá fora durante a noite. Olha os lugares livres e escolhe um dos mais afastados. 20 segundos a passo até casa, o que dá uma miséria de metros.
Mg olha o povo, todo contente por ter estacionado mesmo à porta.
Amanhã, será Mg a rir-se dos espertos, lixados da vida logo pela manhã, porque a porcaria do gelo não derrete, enquanto os primeiros raios de sol da manhã já fizeram esse trabalho pelo escriba, que liga a viatura e arranca com ar triunfante, na certeza que amanhã, em havendo gelo pela manhã, e em ficando a viatura do escriba ao relento, a cena se repetirá e sairá reforçada a certeza que um neurónio (um só!) faz mesmo muita falta e podia ter feito toda a diferença.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Ménes, então?

Claro que se agora forem lá não vêem nada disso.

Primeiro, porque eu já botei faladura e saltei ainda mais lá pra cima, e depois, porque a faladura que eu botei não era sobre passas, mas sobre estátuas ou lá que raio é que o escriba faz, por isso, o que viram (quem viu) já não vêem mais, daí que se devam dar por afortunados, porque são daquelas coisas que acontecem uma vez na vida, o que é ainda melhor que sair o Euromilhões, que é daquelas coisas que não acontece vez nenhuma na vida.
E, melhor de tudo, não paga impostos!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

E as uvas passas? Foram as 12?

Quê?!

Não como disso e não é por as comer feito alarve e pedir desejos à doida que a coisa se dá.