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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Adeus, adeus, 5!

Para o ano que vem, já não há feriado. 

E para me começar a habituar, hoje vou trabalhar.
Há que dar produção!

Vítor Gaspar agradece (digo eu...)!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Foi ontem.

A meio da tarde.

Custava-me sentar.
Doía-me tudo.
Peidava-me à brava.
Foi então que percebi: fui enrabado.
Novamente.

A diferença é que vão fazendo a coisa cada vez mais à bruta: não só não usam vaselina, como pegam em grãos de areia para a coisa doer ainda mais.

E foi assim.

Reclamar para quê?

sábado, 9 de junho de 2012

Já cheira, já...

Um Mundo tão pequeno, uma vida tão curta e esta cambada não ganha juízo de uma vez por todas e acaba com isto?
Não é propriamente necessário passar a andar aos beijinhos e abraços a toda a gente e de flor espetada na lapela; basta ganhar tino e pousar as armas.
Realmente, isto já cheira mal.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Breve pausa.

Só cá vim para isto:



Até ao próximo capítulo....

(neste, tenho inveja do Pai Simpson, que a esta hora deve estar a beber umas geladinhas no tasco do Moe)

Aaahhhhh, o belo do feriado!

Ter de trabalhar o dia todo, provavelmente pela noite dentro, para fazer o que - em condições normais e sem correr o risco de haver erros e dar tempo para revisão geral - seria para fazer durante uma ou duas semanas (mesmo que acumulando com o resto que não pode ficar para trás) só porque alguém se lembrou de andar a nanar durante 6 meses, é uma bela forma de comemorar o fim do feriado.

Valha-me que não vou ter chamadas a cair no telemóvel, nem emails na caixa de correio.
Parecendo que não, ajuda muito!

terça-feira, 5 de junho de 2012

Oh, Doutor!


1, 2, 3, 4.

1 - Deu-se o 25 de Abril.

2 - Em consequência disso, melhoraram muitos indicadores que dizem muito acerca do Estado da Nação.

3 - Alfabetização das Portuguesas e dos Portugueses?
Em grande! Nunca antes visto.

4 - De um povo iletrado passamos para um povo altamente instruído.



E assim, em quatro passos se explica o facto de termos a maior concentração de doutores e engenheiros por metro quadrado deste Planeta (não confundir "metro quadrado" com "besta quadrada": são conceitos diferentes!).

É só sumidades e iluminados neste pedaço de terra.
Que haja luz, pois então.

E paciência. Em doses industriais, que às vezes é bem preciso...

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Basta!

Publiquei, há cerca de 48 horas (atrás, é claro, porque ainda não consigo fazer viagens ao futuro e publicar posts 48 horas "à frente"), um post que, segundo a opinião da minha fiel leitora deverá, eventualmente, ser elevado à categoria de melhor post da blogosfera, ou, no mínimo, de melhor post do meu tasco.

Perante tal comentário, aguardei. Calmo e sereno, como mandam as regras do bom-senso e da boa paciência, essa enormíssima virtude. Talvez, quiçá (palavra cara, esta!, oh Mg) da ingenuidade.

Resultados, nem vê-los, para grande desconsolo meu (ingenuidade novamente, percebi depois).

Chega, pois, a altura de dar um valente murro na mesa (ou no teclado, vá...) e soltar um sonoro Basta!.

É hora de descer um degrau mais na qualidade do que por cá se escreve.

Tarefa difícil, bem sei, mas se fosse fácil qualquer um o poderia fazer e eu não fazia cá falta nenhuma.
Para tarefas difíceis estou cá eu, portanto, pelo que me permito postar a seguinte imagem, rumo ao degredo e à miséria total:



(Um dia, quando tiver uma legião de leitores assíduos que me permitam obter uma amostra representativa - três elementos, portanto - colocarei à disposição desses desocupados seres uma sondagem, onde se possa aferir, de acordo com os princípios e métodos científicos mais elevados e até hoje conhecidos, se o espécime acima é um pónei Christine Lagarde ou um pónei Barbie. Pelo andar da carruagem julgo que no máximo dos máximos tais resultados estejam disponíveis lá para os finais de Agosto de 2015.)

Que contributo poderá dar, portanto, este equídeo minorca na definição da menoridade futura deste espaço?
Por si só, nenhum, esclareço desde já.

Mas se disser que brevemente farei um post com anões, facilmente se percebe qual é o terceiro passo deste empreendimento.

Aguardem.



quinta-feira, 24 de maio de 2012

Incompreensível!

Esta notícia.

Numa altura em que é preciso aumentar a produtividade, numa altura em que é preciso estimular a economia, numa altura em que é preciso elevar os índices de satisfação e de bem-estar da nossa população, não se permite o aumento das mamas, impede-se o estímulo dos seios e bloqueia-se a elevação das tetas?

Realmente, só em Portugal...

Temos o que merecemos: mamas pequenas.
Tal como a mentalidade de certa "autoridade que regula o setor dos cosméticos".


São alérgicos, é?!
Vergonha!

terça-feira, 22 de maio de 2012

Ah, malandro!!

Pois bem!
Fui ao Livro das Caras e fechei a conta.

Quer dizer, fechar, fechar, não fechei, que o estupor não deixou. Ou eu é que não vi bem (verdade seja dita, nunca percebi grande coisa daquilo).

Procurei, procurei, procurei e vi lá uma opção de "deactivate account" e pensei para com os meus botões: "é isto, Mg. Bora lá que nem é tarde nem é cedo".
E assim fiz.

Em primeiro lugar, um questionário com mil e uma opções para que informasse o sr. Zuckerberg e os novos accionistas da empresa acerca do porquê da minha decisão.
Como não tenho nada para lhes explicar, clico no "next" (ou algo que o valha) e retorno ao mesmo ponto: tenho mesmo de informar.
"Ah, bolas! Queres ver que tenho mesmo de falar com esta gente e explicar-lhes ponto por ponto o porquê do encerramento? Venham ao porquemeapetece, porra, que está lá tudo e o tasco está sem clientela".

Mas valha-nos que o tuga é desenrascado e um misero ponto final no quadro onde, supostamente, deveria detalhar os porquês, resolveu a questão.
Resolveu, como quem diz, que a seguir veio a facada no coração (os tipos não brincam em serviço): duas fotos de duas moças, de quem eu, supostamente, sou (era) muito amigo lá no FB com uma legenda por baixo - "fulana vai sentir saudades tuas"; "sicrana vai sentir saudades tuas".
Tocaste no meu ponto franco, oh Livro das Caras, admito, mas mesmo assim encho o peito de ar, ergo a cabeça e sigo, destemido, na minha cruzada.

"Tens a certeza, Mg?"
"Sim, tenho", respondo eu de forma seca.
"Ok. Assim seja. Informamos que a tua conta foi desactivada".

Minutos depois, um email: "Hi Mg,
You have deactivated your Facebook account. You can reactivate your account at any time by logging into Facebook using your old login email and password. You will be able to use the site like you used to.
Thanks,
The Facebook Team"

Conclusão: ainda existo por lá, mas sob a forma de sniper - escondido e sem  ninguém dar por mim.
Se um dia tiver um momento de fraqueza, basta-me introduzir a password e volto a ser um info-incluído.

Resta-me perguntar aos leitores deste blog (se é que o tasco tem leitores: duvido muito!) que tenham conta no FB: conseguem procurar e informar de alguma opção que me permita A-P-A-G-A-R a conta? De vez? Definitivamente? Para sempre? Sem deixar possibilidade de reentrada?

Não queria dar parte fraca e voltar a entrar lá, até porque já se criam movimentos para o meu regresso e eu não me disponibilizei para uma recandidatura a um lugar lá no Faissebucas.

Agradecido.