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segunda-feira, 1 de abril de 2013

segunda-feira, 18 de março de 2013

Pequeno incidente? Terrorismo!

Pequeno incidente com o sapato de Kate Middleton




Em declarações exclusivas a este blog, o sapato já afirmou que se encontra bem, estando neste momento a descansar em casa, após uma passagem pelo sapateiro, onde efectuou alguns exames de rotina e de despistagem de eventual problema mais sério.
A Casa Real já emitiu uma declaração, onde se mostra extremamente preocupada com os sucessivos ataques aos sapatos, perpetrados pelas grelhas metálicas nos últimos meses, e informou que se irá reunir de emergência com o Primeiro-Ministro britânico, por forma a discutir medidas com vista a terminar esta espiral de violência.




quinta-feira, 7 de março de 2013

Deus também dorme.

Não?

Então, no mínimo, anda distraído. Ou com muito trabalho e sem capacidade para acorrer a todos.

Mentira?

terça-feira, 5 de março de 2013

Quando chega a hora

quem tiver de ir, vai.

Só estranho terem sido tão rápidos a dar a noticia.
A menos que a noticia não seja em primeira mão...

domingo, 3 de março de 2013

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

À malta do Twitter.

Desocupadas/os.

Sempre que forem twittar e quiserem saber se alguém mais, algures por aí, vos acompanha nesses afazeres, já têm forma de saber quantos são.

Incríveis, os números.

Piiiiiiinggggg

domingo, 20 de janeiro de 2013

Fair-play.

Lance Armstrong: o mentiroso admitiu a mentira.
O ciclista norte-americano confessou que venceu dopado as sete Voltas à França que tinha no currículo.

Para mim, trata-se do desporto fisicamente mais exigente do mundo.
Sol, chuva, descidas surreais, subidas que são autênticos infernos.

Centenas e centenas de quilómetros em curto espaço de tempo, dia após dia.

O corpo humano não é uma máquina, mas há quem prefira arriscar e tentar gravar o seu nome na História .

Para quê, Lance?
Em jogo limpo, se calhar até ganhavas duas ou três voltas. Em jogo limpo...

Arriscaste, perdeste.
E agora já não sairás à rua de cabeça levantada (mesmo que os restantes também estejam - ou estivessem - dopados), a tua mulher vai evitar dizer que está casada contigo e os teus putos vão ser gozados na escola porque o pai é um aldrabão.


E os que te tinham como herói, agora têm-te por um enganador.
Mesmo que tenhas vencido batalhas complicadas, longe das duas rodas de uma bicicleta.

Valeu a pena?

sábado, 19 de janeiro de 2013

Planos para hoje?

Ficar em casa, que o dia tá mau.

Aqui.

Aqui.

Ou aqui.

Não subestimar a força da Mãe Natureza.



É o vinho, senhores, é o vinho...

- Tu bebes sempre vinho maduro?
- Sim, porquê?
- Por nada. Acho que nunca te vi a beber vinho branco.
- Mas também há maduro branco.
- Há?
- Sim. E as vezes bebo, mas prefiro o tinto.
- Eu pensei que só havia maduro e branco.
- Não. Há maduro e verde. E dentro desses, branco e tinto.
- E qual é a diferença, então?
- As zonas onde ele é produzido e as uvas com que é feito.
- Ahh... É que eu pensava que o maduro era com uvas maduras e o verde (que é o mais clarinho, o branco) se fazia com uvas verdes.
- Tás a falar a sério?
- Tou.
- Está bom o Ice Tea? É de pêssego, não é?
- ...


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Estamos de volta.

Concluído que está o período de nojo, fruto do término das 72 horas após o final do jogo dos três golos do Glorioso no Alvalade XIXI, que valeram outros tantos pontos, por consideração e respeito ao SCP, eis-nos de volta.

Que se passou nos entretantos?

O Sporting não perdeu nenhum jogo (pelo menos em futebol), mas também não jogou, o que acaba por se revelar uma façanha pouco digna de registo.

Passamos incólumes pelo 12/12/12, o que não admira, pois algo de espectacular só irá acontecer a 21/12/12 (quase, quase, uma capicua): mais concretamente, o fim do Mundo. Bem vistas as coisas, e tendo em linha de conta as vezes que o Mundo já acabou (ou, pelo menos, tinha planos para isso), acho que estamos perante uma não-efeméride.

Pontifex (ou Joseph, para os mais chegados) estreou-se no Twitter.
Dizem as noticias que o Pastor Alemão irá dirigir-se aos fiéis (desconhece-se se se dirigirá também aos infiéis), principalmente às 4ªs feiras, o que para mim tem muita lógica e está acertado. Senão, vejamos: manda a Lei dele que ao Domingo deve descansar. As suas funções, no entanto, não lhe permitem cumprir com essa obrigação, porque a isto de rezar missas aos Sábados e aos Domingos a malta não se pode baldar, porque é quando há mais povo e as esmolas são em maior quantidade e o patrão estando por perto é sempre outra coisa.
Ora, não podendo descansar ao Domingo, descansa o Pastor no dia imediatamente a seguir: a segunda-feira.
Na terça, reunião geral, para discutir o estado dos depósitos e dos malabarismos no Banco do Vaticano, as novas noticias sobre pedófilos que, eventualmente, até se conseguem abafar e as noviças de algum convento que dão umas borlas e têm jeito para a reza.
Pelo meio, uma ou outra visita às Irmãs, só para ver se está tudo conforme...
Assim, e depois de preparado o Bê Á Bá para os fiéis Twitterianos, é natural que só se dê a um ar da sua Graça na 4ª feira.
Os fiéis apercebem-se na 5ª, interiorizam na 6ª e no Sábado e Domingo, lá estão, para dar graças às modernices e contribuir para "os pobres".
Tem lógica.


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Foi ontem.

A meio da tarde.

Custava-me sentar.
Doía-me tudo.
Peidava-me à brava.
Foi então que percebi: fui enrabado.
Novamente.

A diferença é que vão fazendo a coisa cada vez mais à bruta: não só não usam vaselina, como pegam em grãos de areia para a coisa doer ainda mais.

E foi assim.

Reclamar para quê?

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

11 anos

11 de Setembro.

Ainda hoje me lembro do que tinha para fazer nesse dia e não fiz.
Recordo-me das repetições sem fim e do monopólio que nesse dia (e nos seguintes), os ataques geraram (naturalmente!) em tudo quanto era órgão de comunicação social.

Com Osama ou sem Osama, ainda hoje há coisas que me fazem confusão:

- Porque é que se fizeram seguros bilionários dia(s) antes dos ataques?
- Porque é que se mudaram montes e montes de documentos do local do ataque para outros locais, também dia(s) antes?
- Porque é que ainda há gente que diz que os aviões que embateram nas torres não pareciam aviões "normais" (descaracterizados e nada parecidos com um normal avião de passageiros)?
- Porque é que as torres ruiram, como um baralho de cartas, sem que nada o explique?
- Porque é que ainda se insiste que a temperatura eventualmente gerada pela combustão do combustível jamais seria motivo suficiente para deitar abaixo dois monstros daquela envergadura?
- Porque é que, aquando do desmoronar das torres, se veem pequenas explosões, que em câmara lenta dão toda a impressão de serem "controladas" e sincronizadas?
- Porque é que, também em câmara lenta, se vê que o que atinge o Pentágono não se parece em nada com um avião?
- Porque é que há aviões, e respectivos componentes que, pura e simplesmente, "desapareceram"?  Evaporaram-se com o impacto e com o calor do fogo?
- Porque é que um Presidente da Nação mais poderosa do Mundo continua impávido e sereno em frente a umas dezenas de criancinhas, depois de, supostamente, saber das noticias (e das "novidades")?
- E porque é que, depois de as deixar, uma das primeiras coisas que faz é um discurso à Nação?
Se fosse eu, quereria, em primeiro lugar, saber o que aconteceu, com todos os pormenores possíveis, em segundo, saber quem estava no terreno e onde estavam os seguintes na linha de sucessão e em terceiro, saber as medidas tomadas e as ordens já dadas, no sentido de delinear as acções de socorro, as acções preventivas e garantir a segurança do que ainda restava. Sentido de Estado? Pois...

A história continua mal contada.
A verdade? Alguém a saberá.
Será que o Mundo (ainda) vive na mentira?

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

E a história repete-se.

Ano após ano, é sempre a mesma coisa.

Até quando? Até não haver mais nada para queimar?

Falta fazer o quê, oh senhores que percebem disto?


segunda-feira, 23 de julho de 2012

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Adalberto, pah!

Pede também uma licenciatura em referendos.

Depois, avança com uma campanha dura (eu disponibilizo-me para te ajudar no que for preciso) e obtém um resultado histórico.

Autonomiza-te.

E passa a viver das bananas, do carnaval e do circo (do circo não, que isso já há todos os dias).

Eu baterei palmas e gritarei vivas à estrondosa vitória.

Se a coisa correr mal e quiseres tiveres mesmo de enveredar por um mega-off-shore aí na ilha, só espero que aos submarinos que por cá temos lhes seja dada, finalmente, utilidade.

H8. Tiro na madeira, seguido de afundamento.
Os bons serão bem aceites no contenente.
A ti, que te dê uma diarreia infernal antes de levares com um torpedo nos cornos na testa.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Os amadores

    Copy / paste ( hoje não há vontade para mais...) de algo que recebi por email , mas que me parece bem a propósito.. 

 Reza assim:

Um agricultor coleccionava cavalos e só lhe faltava uma determinada raça.  
Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha esse determinado cavalo e atazanou-o até conseguir comprá-lo.    
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:    

- Bem, o seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e, caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.    

Alí perto, o porco escutava a conversa toda...    
No dia seguinte deram o medicamento e foram-se embora.

O porco aproximou-se do cavalo e disse:    
- Força amigo! Levanta-te daí, senão serás sacrificado!!!    

No segundo dia, deram-lhe o medicamento e foram-se embora.
O porco aproximou-se do cavalo e disse:    
- Vamos lá amigo, levanta-te senão vais morrer!    
- Vamos lá, eu ajudo-te a levantar... Upa! Um, dois, três.    

No terceiro dia deram-lhe o medicamento e o veterinário disse:    
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.    

Quando se foram embora, o porco aproximou-se do cavalo e disse:    
- É agora ou nunca, levanta-te depressa! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Óptimo, vamos, um, dois, três, agora mais depressa,  vá...    
Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Tu venceste, Campeão!!!    

Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo a correr no campo e gritou:    
- Milagre!!! O cavalo melhorou! Isto merece uma festa... para comemorar 'Vamos matar o porco!!!'  

 * Reflexão: *    
Isto acontece com frequência no ambiente de trabalho e na vida também.    
Dificilmente se percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso, por isso saber viver sem ser reconhecido é uma arte. Se algum dia, alguém lhe disser que o seu trabalho não é de um profissional, lembra-te: 'Amadores construíram a Arca de Noé e os profissionais, construíram o Titanic'.

'Procure ser uma pessoa de valor, em vez de uma pessoa de sucesso'.

 E é isto!