E disse.
Só darei posse a um governo que garanta maioria no Parlamento e estabilidade para quatro anos.
(mas se meter comunas e bloquistas, esqueçam lá isso...)
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015
sábado, 24 de janeiro de 2015
Crianças. Agora que é fim‑de‑semana e não tendes escola e, por isso, talvez tenhais mais vagar para me responder, expliquem-me lá melhor essa coisa da violeta.
É que eu ainda sou do tempo em que era azul para os meninos e cor de rosa para as meninas.
Havia os neutros, claro, que davam para ambos; os brancos, os bejes e outros de que agora não me recordo.
Mas nunca, em 253 anos de vida, vi tanta confusão por causa do violeta.
É que toda a gente fala nisso...
Explicais-me?
(quando acordardes, está bem?, que às 8.30h ainda é hora de dormir...)
Havia os neutros, claro, que davam para ambos; os brancos, os bejes e outros de que agora não me recordo.
Mas nunca, em 253 anos de vida, vi tanta confusão por causa do violeta.
É que toda a gente fala nisso...
Explicais-me?
(quando acordardes, está bem?, que às 8.30h ainda é hora de dormir...)
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Mg até nem é muito de ver televisão, mas lá calha de quando em vez, e quando calha, Mg lá se lembra porque nem é muito de ver televisão
A ver uma noticia sobre aquilo do Charlie e dos milhões de exemplares impressos (o equivalente a um ano de jornais, mais coisa menos coisa, se tiver carácter semanal) e a ouvir uma senhora dizer que encomendou "soixante quinze" e só recebeu trinta.
Nas legendas, nesta televisão pública que também eu pago, a senhora parece que tinha encomendado 515.
Ora, não sendo o francês o meu forte (só 3 anos de aulas quando era mais catraio, embora sempre com nota 5) ainda sei que "soixante quinze" são sessenta mais quinze, o que, na minha 2ª classe já deveria dar qualquer coisa como 75.
E depois anda o povo a pagar para esta gente, que podia ter um pouco de lisura e cuidado, mas não, que o que interessa é vomitar informação, muitas vezes, desinformando, e outras, esquecendo questões mais importantes que as noticiadas, enquanto se recalca vezes sem fim, coisas que poderiam ser esquecidas logo à partida.
Confuso? Nem por isso..
Uhhhhhhhhhh.
E viva o Acordo, já agora.
(isto foi ontem à noite. Não vi se hoje já corrigiram isso lá na RTP, mas logo vejo, já que é coisa para passar até aos últimos noticiários do dia).
Nas legendas, nesta televisão pública que também eu pago, a senhora parece que tinha encomendado 515.
Ora, não sendo o francês o meu forte (só 3 anos de aulas quando era mais catraio, embora sempre com nota 5) ainda sei que "soixante quinze" são sessenta mais quinze, o que, na minha 2ª classe já deveria dar qualquer coisa como 75.
E depois anda o povo a pagar para esta gente, que podia ter um pouco de lisura e cuidado, mas não, que o que interessa é vomitar informação, muitas vezes, desinformando, e outras, esquecendo questões mais importantes que as noticiadas, enquanto se recalca vezes sem fim, coisas que poderiam ser esquecidas logo à partida.
Confuso? Nem por isso..
Uhhhhhhhhhh.
E viva o Acordo, já agora.
(isto foi ontem à noite. Não vi se hoje já corrigiram isso lá na RTP, mas logo vejo, já que é coisa para passar até aos últimos noticiários do dia).
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Daquilo das televendas.
Porque é que o povo de lá diz que os produtos estão disponíveis por tempo limitado, se o raio dos anúncios estão sempre a passar?
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
E que diferença faria um neurónio mais.
Alerta não sei das quantas.
Temperaturas abaixo de coiso.
O povo chega, ao final da tarde, com as suas viaturas.
Pensa-se que no dia seguinte irá estar frio, muito frio, pela manhã.
Carros ao relento, gelo nos vidros, é o mais certo.
Montes de lugares para estacionar, mas quanto mais perto de casa, melhor (o ideal até seria lá dentro), que isto de andar 20 ou 30 metros a pé é muito.
Ora, perto de casa, longe dos primeiros raios de sol.
Mg chega e sabe que vai deixar a viatura cá fora durante a noite. Olha os lugares livres e escolhe um dos mais afastados. 20 segundos a passo até casa, o que dá uma miséria de metros.
Mg olha o povo, todo contente por ter estacionado mesmo à porta.
Amanhã, será Mg a rir-se dos espertos, lixados da vida logo pela manhã, porque a porcaria do gelo não derrete, enquanto os primeiros raios de sol da manhã já fizeram esse trabalho pelo escriba, que liga a viatura e arranca com ar triunfante, na certeza que amanhã, em havendo gelo pela manhã, e em ficando a viatura do escriba ao relento, a cena se repetirá e sairá reforçada a certeza que um neurónio (um só!) faz mesmo muita falta e podia ter feito toda a diferença.
Temperaturas abaixo de coiso.
O povo chega, ao final da tarde, com as suas viaturas.
Pensa-se que no dia seguinte irá estar frio, muito frio, pela manhã.
Carros ao relento, gelo nos vidros, é o mais certo.
Montes de lugares para estacionar, mas quanto mais perto de casa, melhor (o ideal até seria lá dentro), que isto de andar 20 ou 30 metros a pé é muito.
Ora, perto de casa, longe dos primeiros raios de sol.
Mg chega e sabe que vai deixar a viatura cá fora durante a noite. Olha os lugares livres e escolhe um dos mais afastados. 20 segundos a passo até casa, o que dá uma miséria de metros.
Mg olha o povo, todo contente por ter estacionado mesmo à porta.
Amanhã, será Mg a rir-se dos espertos, lixados da vida logo pela manhã, porque a porcaria do gelo não derrete, enquanto os primeiros raios de sol da manhã já fizeram esse trabalho pelo escriba, que liga a viatura e arranca com ar triunfante, na certeza que amanhã, em havendo gelo pela manhã, e em ficando a viatura do escriba ao relento, a cena se repetirá e sairá reforçada a certeza que um neurónio (um só!) faz mesmo muita falta e podia ter feito toda a diferença.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
O escriba já está em pulgas com o evento que se aproxima a passos largos.
A mensagem de próspero ano novo de sua excelência, a múmia.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
E convém não esquecer que estamos em inicio de mês. Depois de reflexão profunda sobre a questão que anteriormente se apresentou, há que não esquecer que...
... em condições normais, hoje seria feriado.
Um bom dia de trabalho para todos.
Sinceros cumprimentos.
(diz que é a Restauração da Independência. Sa fodam os espanhóis. Vivam as espanholadas!)
Um bom dia de trabalho para todos.
Sinceros cumprimentos.
(diz que é a Restauração da Independência. Sa fodam os espanhóis. Vivam as espanholadas!)
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domingo, 5 de janeiro de 2014
A Múmia.
Tantas e tantas foram as vezes que a figura podia, e devia, ter dito alguma coisa, e nada...
Se julga que por cavalgar, em directo, a onda da morte, está a marcar pontos, pela parte que me toca já vem tarde.
E hoje sim, podia muito bem ter estar calado. Pelo menos não estragava.
Se julga que por cavalgar, em directo, a onda da morte, está a marcar pontos, pela parte que me toca já vem tarde.
E hoje sim, podia muito bem ter estar calado. Pelo menos não estragava.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Porque isto do Ano Novo e da passagem de ano, é sempre fodido.
Mg nunca ouviu ninguém dizer "ah e tal, passei o ano a foder".
Em bom rigor, Mg, que já escalou uns largos pares de anos, só por uma vez passou do 31/12 para o 01/01 a fazer o amor.
E que bom que foi, a cada badalada do sino que ao longe se ouvia, acompanhar com uma badalada própria do seu badalo.
Foi um bom ano, e o escriba, desde então, pode dizer que passou um ano a foder.
Neste ano, que também se pode dizer que foi fodido, e à hora em que isto sai para o ar, o escriba estará, provavelmente, rodeado de gente, com taça de champanhe numa mão e a porcaria das uvas passas noutra.
"come, que dá sorte", dir-lhe-ão, enquanto faz uma cara feia e repete, pela milésima vez, que essa tradição é uma tradição tão parva quanto usar uma peça de roupa interior azul (será para atirar ao chão, de qualquer modo, e o escriba nem quererá saber se o embrulho é azul ou preto, ou vermelho, ou cor de rosa às bolinhas brancas, estando mais interessado no presente).
E a cada uva passa se pedirá um desejo, e Mg, que terá alguma dificuldade em pensar em 12 desejos, tentará compensar com 12 goles no copo (se um não chegar, outros se seguirão).
E a determinado momento, irá pensar que se 2013 foi fodido, 2014 será ainda pior, por muito que a gente diga - e queira - que não, e que por cá continuarão os coelhos e os anibais desta vida, acompanhados da sua comandita de inegável valor e inquestionáveis qualidades, a fazer, durante todo o ano, aquilo que Mg preferia estar a fazer na passagem de um para o outro.
A badalar, com maior ou menor intensidade.
E Mg, uma vez mais, sentir-se-á pequeno, porque só consegue foder uma de cada vez, ao invés de outros, que de uma assentada, fodem os que querem e lhes apetece, dando umas atrás das outras sem tirar, e cada vez com mais vontade e mais vigor.
E, para miséria de um povo, ninguém os fode a eles.
E assim chega o Ano Novo.
Feliz Ano Novo!
Em bom rigor, Mg, que já escalou uns largos pares de anos, só por uma vez passou do 31/12 para o 01/01 a fazer o amor.
E que bom que foi, a cada badalada do sino que ao longe se ouvia, acompanhar com uma badalada própria do seu badalo.
Foi um bom ano, e o escriba, desde então, pode dizer que passou um ano a foder.
Neste ano, que também se pode dizer que foi fodido, e à hora em que isto sai para o ar, o escriba estará, provavelmente, rodeado de gente, com taça de champanhe numa mão e a porcaria das uvas passas noutra.
"come, que dá sorte", dir-lhe-ão, enquanto faz uma cara feia e repete, pela milésima vez, que essa tradição é uma tradição tão parva quanto usar uma peça de roupa interior azul (será para atirar ao chão, de qualquer modo, e o escriba nem quererá saber se o embrulho é azul ou preto, ou vermelho, ou cor de rosa às bolinhas brancas, estando mais interessado no presente).
E a cada uva passa se pedirá um desejo, e Mg, que terá alguma dificuldade em pensar em 12 desejos, tentará compensar com 12 goles no copo (se um não chegar, outros se seguirão).
E a determinado momento, irá pensar que se 2013 foi fodido, 2014 será ainda pior, por muito que a gente diga - e queira - que não, e que por cá continuarão os coelhos e os anibais desta vida, acompanhados da sua comandita de inegável valor e inquestionáveis qualidades, a fazer, durante todo o ano, aquilo que Mg preferia estar a fazer na passagem de um para o outro.
A badalar, com maior ou menor intensidade.
E Mg, uma vez mais, sentir-se-á pequeno, porque só consegue foder uma de cada vez, ao invés de outros, que de uma assentada, fodem os que querem e lhes apetece, dando umas atrás das outras sem tirar, e cada vez com mais vontade e mais vigor.
E, para miséria de um povo, ninguém os fode a eles.
E assim chega o Ano Novo.
Feliz Ano Novo!
E não tens, Mg, mais desejos fofinhos para o novo ano que se avizinha?
Tenho sim.
Que as pulgas de mil cães vadios infestem o cu de certa gente, e que os seus braços encolham, por forma a que não se possam coçar.
Que as pulgas de mil cães vadios infestem o cu de certa gente, e que os seus braços encolham, por forma a que não se possam coçar.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Bom fim de semana, gente de bem.
E um Feliz Natal a todos os vitalícios!
Abraço. Bem hajam.
Maioria alivia cortes aos políticos
Abraço. Bem hajam.
Maioria alivia cortes aos políticos
Ao contrário dos idosos e dos beneficiários do RSI, o património dos ex-políticos não é tido em conta na hora de suspender a pensão
Uma proposta de alteração ao OE — apresentada pelas bancadas da maioria — retira o património imobiliário dos ex-políticos como critério para a suspensão da subvenção vitalícia de que 279 antigos titulares de cargos públicos beneficiam. Uma alteração que, ao que apurou o Expresso, surgiu depois de grande pressão junto do Governo para que fossem aligeirados os critérios que, de acordo com a formulação original, praticamente acabavam com as pensões vitalícias.
A pressão para alterar esta norma terá chegado sobretudo do PSD e do PS, aqueles que reúnem a maioria dos subvencionados. A alteração foi aprovada 5.ª feira, com os votos do PSD, PS e CDS. Na redação inicial, o Governo prometia retirar a subvenção aos ex-políticos que, simultaneamente, auferissem outros rendimentos ou pensões acima de €2 mil, ou que dispusessem de um património imobiliário acima dos €100 mil. Uma medida que, de acordo com fonte oficial, implicava praticamente um “apagão total” na lista de pagamentos aos antigos políticos que, anualmente, custa ao Estado cerca de €8 milhões. Desde 2005, no início do Governo Sócrates, foi suspensa a atribuição das pensões vitalícias aos políticos, mas aqueles que já beneficiavam destas subvenções continuaram a receber. Na nova versão proposta pelo PSD e pelo CDS, apenas conta para efeitos de pagamento das subvenções os rendimentos dos ex-políticos em salários ou pensões. Critérios como o património financeiro ou imobiliário usadoscomo motivos de exclusão dos beneficiários do RSI ou do Complemento Solidário para Idosos — não são aqui tidos em conta. Uma discriminação que, de acordo com fonte parlamentar da maioria, se justifica por se tratar de uma pensão que, apesar de muito generosa, é tecnicamente uma pensão coritributiva, logo, o seu pagamento não pode depender do património do beneficiário. Fonte governamental garantiu que a proposta dos deputados não altera o impacto da medida. 85% dos ex-políticos com subvenção recebiam pelo menos outra pensão do Estado.
Expresso | Sábado, 23 Novembro 2013
In http://www.asjp.pt/2013/11/23/maioria-alivia-cortes-aos-politicos/
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
A D. Angela e os senhores da Troika também fazem benchmarking.
Diz que foram tirar ideias lá para os lados da Líbia e que Portugal (que tem bom tempo e boa comida, com excepção do tempo, agora, que diz que chove, mas que até acaba por trazer água para os lagos) até dá um bom Parque.
Os Tugas fazem de patos.
(e o escriba voltou a ler o seu jornal de referência)
Os Tugas fazem de patos.
(e o escriba voltou a ler o seu jornal de referência)
domingo, 8 de setembro de 2013
Mg dirige-se aos sedentos.
Se um dia quiserdes beber uma cerveja e vos desafiarem a beber uma mistura nova, que parece que é cerveja com sumo, o que a torna numa cerveja boa, fresca e levezinha, dizei que não, que se pedísteis uma cerveja foi porque cerveja era o que queríeis, caso contrário tínheis pedido um sumo, daqueles cuja marca começa com S e acaba em "ol", que esse ao menos não engana e é o que é.
Sumos travestidos de cerveja com sumo, em garrafa de vidro, é que não.
Ou é cerveja ou é sumo cuja marca termina em "ol". Meios termos é que não, que esses sabem igualzinho aos sumos, e ficamos a pensar onde raio terão metido a cerveja.
(para quando os patrocinadores chegarem-se aqui ao escriba, hein?)
Sumos travestidos de cerveja com sumo, em garrafa de vidro, é que não.
Ou é cerveja ou é sumo cuja marca termina em "ol". Meios termos é que não, que esses sabem igualzinho aos sumos, e ficamos a pensar onde raio terão metido a cerveja.
(para quando os patrocinadores chegarem-se aqui ao escriba, hein?)
domingo, 1 de setembro de 2013
Algumas considerações sobre records e de como todo o país pode beneficiar com isso.
Mulher polaca pretende fazer sexo com 100 mil homens e inscrever o nome no Guiness Book
(para começar, a noticia é retirada da Visão, pelo que quem insinuou que o escriba só lia um determinado jornal, pode começar a meter a viola ao saco. Toma!)
Adiante.
Diz que a coisa se passa assim:
São 100000 gajos, cada um com direito a, no máximo, 20 minutos, durante os quais a candidata ao record parece fazer de tudo, incluindo sexo "tradicional" (deve ter a ver com as tradições próprias de cada país, digo eu...)
Pelo meio, ainda se desloca de cidade em cidade, o que demonstra bem o seu caracter inovador e empreendedor, ao bom estilo das entregas ao domicilio da comidinha. Neste caso, quem é comida é ela. Parece-me bem, que anda aí muita gente com fome.
Agora, as contas.
Vamos imaginar que ela só trabalhará 8 horas por dia (um horário de trabalho normal, até porque o resto do tempo será passado entre viagens e a pôr gelo na passarinha) e que os fregueses, chamemos-lhes assim, não são toinos e aproveitam os 20 minutos que lhes são concedidos.
Numa lógica dessas, seriam aviadas três pilas por hora, o que perfazeria 24 por dia e 8760 por ano (não, não estamos a considerar feriados nem datas religiosas, porque estas coisas do pinanço não se compadecem com isso: 8 horas por dia, ai ai, ui ui, dá-me de força mas não me rebentes toda que ainda estão 96532 gajos à espera de vez, sim?)
Quer também isto dizer que a coisa, a este ritmo de caracol, se daria por concluída, em cerca de 11 anos e meio.
Ora, eu não sei quais são os planos do Governo, nem como as coisas andam de dinheiro para grandes obras entretanto interrompidas, mas se quisermos ser pacientes e aguardar uma dúzia de anos, pode ser que a proponente, a troco de umas toneladas de gelo e um carregamento de Halibut, aceite terminar a tournée em Portugal.
No final, nacionalizamos a mulher e temos o problema do túnel do Marão resolvido, sem custos para o erário publico!
Escusam de agradecer.
Tenham um Santo Domingo.
(para os que andam indignados nas redes sociais, informo que já saiu o valor da inscrição, e que por menos de 10 euros se faz a coisa, pelo que escusam de andar por aí a dizer que ela é só mais uma chupista - ok, ok, também o é, mas não é isso o que importa - e que não tem decência e só quer é ganhar dinheiro e fama e coiso e tal. É preço de amigo, está bem?!)
(para começar, a noticia é retirada da Visão, pelo que quem insinuou que o escriba só lia um determinado jornal, pode começar a meter a viola ao saco. Toma!)
Adiante.
Diz que a coisa se passa assim:
São 100000 gajos, cada um com direito a, no máximo, 20 minutos, durante os quais a candidata ao record parece fazer de tudo, incluindo sexo "tradicional" (deve ter a ver com as tradições próprias de cada país, digo eu...)
Pelo meio, ainda se desloca de cidade em cidade, o que demonstra bem o seu caracter inovador e empreendedor, ao bom estilo das entregas ao domicilio da comidinha. Neste caso, quem é comida é ela. Parece-me bem, que anda aí muita gente com fome.
Agora, as contas.
Vamos imaginar que ela só trabalhará 8 horas por dia (um horário de trabalho normal, até porque o resto do tempo será passado entre viagens e a pôr gelo na passarinha) e que os fregueses, chamemos-lhes assim, não são toinos e aproveitam os 20 minutos que lhes são concedidos.
Numa lógica dessas, seriam aviadas três pilas por hora, o que perfazeria 24 por dia e 8760 por ano (não, não estamos a considerar feriados nem datas religiosas, porque estas coisas do pinanço não se compadecem com isso: 8 horas por dia, ai ai, ui ui, dá-me de força mas não me rebentes toda que ainda estão 96532 gajos à espera de vez, sim?)
Quer também isto dizer que a coisa, a este ritmo de caracol, se daria por concluída, em cerca de 11 anos e meio.
Ora, eu não sei quais são os planos do Governo, nem como as coisas andam de dinheiro para grandes obras entretanto interrompidas, mas se quisermos ser pacientes e aguardar uma dúzia de anos, pode ser que a proponente, a troco de umas toneladas de gelo e um carregamento de Halibut, aceite terminar a tournée em Portugal.
No final, nacionalizamos a mulher e temos o problema do túnel do Marão resolvido, sem custos para o erário publico!
Escusam de agradecer.
Tenham um Santo Domingo.
(para os que andam indignados nas redes sociais, informo que já saiu o valor da inscrição, e que por menos de 10 euros se faz a coisa, pelo que escusam de andar por aí a dizer que ela é só mais uma chupista - ok, ok, também o é, mas não é isso o que importa - e que não tem decência e só quer é ganhar dinheiro e fama e coiso e tal. É preço de amigo, está bem?!)
quinta-feira, 25 de julho de 2013
A sopa dos pobres.
Cavaco? O tanas!
Os contribuintes.
Querem comer, que paguem do bolso deles. Ou é a crise?
Cavaco Silva convida deputados para almoço em Belém
"O Presidente da República ofereceu o tradicional almoço aos deputados, para assinalar o fim da sessão legislativa. Foram convidados para o almoço informal no Palácio de Belém, a Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, os diferentes vice-presidentes do parlamento e ainda os líderes das diversas bancadas. Antes do almoço foi a tradicional fotografia de família que antecipa a partida para férias dos deputados, a partir de 31 de julho."
Realmente, oferecer com o dinheiro dos outros não custa, não é?
Os contribuintes.
Querem comer, que paguem do bolso deles. Ou é a crise?
Cavaco Silva convida deputados para almoço em Belém
"O Presidente da República ofereceu o tradicional almoço aos deputados, para assinalar o fim da sessão legislativa. Foram convidados para o almoço informal no Palácio de Belém, a Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, os diferentes vice-presidentes do parlamento e ainda os líderes das diversas bancadas. Antes do almoço foi a tradicional fotografia de família que antecipa a partida para férias dos deputados, a partir de 31 de julho."
Realmente, oferecer com o dinheiro dos outros não custa, não é?
Já agora, era pagar-lhes as férias: um ano nas Selvagens.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Respeitando as hierarquias, Mg dirige-se, agora, aos Portugueses.
Andem por onde andarem, continuareis a estar fodidos.
Boa noite.
Boa noite.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Mg, que já passou por inúmeras situações de variadas naturezas, está novamente confuso e quando pensava que já nada o podia surpreender, eis que. No entanto, de uma coisa tem a certeza
... embora não sabendo se há, ou não, palhaços, este projecto de país é um circo.
Claro que isto não tem nada a ver com Palácios, até porque os palhaços, a existirem, estão no seu devido lugar - as tendas de circo - , mas mesmo assim fica o escriba a pensar se alguém, no Facebook, já teceu algumas considerações sobre as ultimas horas.
(já agora, e para que conste e não restem dúvidas, Mg refere-se a Fafe, que é a capital dos ditos cujos. )
Claro que isto não tem nada a ver com Palácios, até porque os palhaços, a existirem, estão no seu devido lugar - as tendas de circo - , mas mesmo assim fica o escriba a pensar se alguém, no Facebook, já teceu algumas considerações sobre as ultimas horas.
(já agora, e para que conste e não restem dúvidas, Mg refere-se a Fafe, que é a capital dos ditos cujos. )
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Com que então, Mg, essa besta insensível, nem uma palavra dirige aos seus?
- Mg, como é, pah? Abandonas o estaminé e nem um ai nem ui? Isso faz-se?
- Sim, eu sei. Sou uma desgraça. Mas vou já resolver isso, tá bem?
- Sim, eu sei. Sou uma desgraça. Mas vou já resolver isso, tá bem?
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Porra, pá! E ninguém me diz nada?
Atão ontem foi feriado e ninguém me avisou?
Vai um gajo trabalhar e à chegada, ninguém lhe diz "deixa estar, Mg, hoje não é preciso. Além do mais, é feriado. Vai lá tratar das tuas coisas."?
Realmente, já não há respeito. Apanham a malta distraída, e pumbas, já foste!
Hoje não devia ir trabalhar, é o que é.
Bem... Vamos lá...
Vai um gajo trabalhar e à chegada, ninguém lhe diz "deixa estar, Mg, hoje não é preciso. Além do mais, é feriado. Vai lá tratar das tuas coisas."?
Realmente, já não há respeito. Apanham a malta distraída, e pumbas, já foste!
Hoje não devia ir trabalhar, é o que é.
Bem... Vamos lá...
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