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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Oh escriba, e então? Que coisas é que te afligem?

Assim de repente... gente que para estacionar paralelamente à via de trânsito em que circulam, começam por colocar o carro na perpendicular antes de declararem abertas as hostilidades.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Bom fim de semana, gente de bem.


E um Feliz Natal a todos os vitalícios!
Abraço. Bem hajam.



Maioria alivia cortes aos políticos
Ao contrário dos idosos e dos beneficiários do RSI, o património dos ex-políticos não é tido em conta na hora de suspender a pensão
Uma proposta de alteração ao OE — apresentada pelas bancadas da maioria — retira o património imobiliário dos ex-políticos como critério para a suspensão da subvenção vitalícia de que 279 antigos titulares de cargos públicos beneficiam. Uma alteração que, ao que apurou o Expresso, surgiu depois de grande pressão junto do Governo para que fossem aligeirados os critérios que, de acordo com a formulação original, praticamente acabavam com as pensões vitalícias.
A pressão para alterar esta norma terá chegado sobretudo do PSD e do PS, aqueles que reúnem a maioria dos subvencionados. A alteração foi aprovada 5.ª feira, com os votos do PSD, PS e CDS. Na redação inicial, o Governo prometia retirar a subvenção aos ex-políticos que, simultaneamente, auferissem outros rendimentos ou pensões acima de €2 mil, ou que dispusessem de um património imobiliário acima dos €100 mil. Uma medida que, de acordo com fonte oficial, implicava praticamente um “apagão total” na lista de pagamentos aos antigos políticos que, anualmente, custa ao Estado cerca de €8 milhões. Desde 2005, no início do Governo Sócrates, foi suspensa a atribuição das pensões vitalícias aos políticos, mas aqueles que já beneficiavam destas subvenções continuaram a receber. Na nova versão proposta pelo PSD e pelo CDS, apenas conta para efeitos de pagamento das subvenções os rendimentos dos ex-políticos em salários ou pensões. Critérios como o património financeiro ou imobiliário usadoscomo motivos de exclusão dos beneficiários do RSI ou do Complemento Solidário para Idosos — não são aqui tidos em conta. Uma discriminação que, de acordo com fonte parlamentar da maioria, se justifica por se tratar de uma pensão que, apesar de muito generosa, é tecnicamente uma pensão coritributiva, logo, o seu pagamento não pode depender do património do beneficiário. Fonte governamental garantiu que a proposta dos deputados não altera o impacto da medida. 85% dos ex-políticos com subvenção recebiam pelo menos outra pensão do Estado.
Expresso | Sábado, 23 Novembro 2013

In http://www.asjp.pt/2013/11/23/maioria-alivia-cortes-aos-politicos/


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Não é intenção do governo torturar os Portugueses.

Eu também concordo.

Sob o ponto de vista do governo, são mimos.
Sob o ponto de vista dos tais Portugueses, são enrabadelas, mas com doses generosas de vaselina, o que, dizem os tais Portugueses, facilita muito mais as coisas.

Muito querida, a senhora.

Lá anda a bandeira a fazer outra vez das suas...


Presidência mexicana remete responsabilidades para a embaixada portuguesa.
O nosso presidente já terá vindo a publico afirmar que não foi a embaixada que colocou a bandeira de pernas para o ar e que, portantos, a culpa é dos gajos que falam espanhol, que são como os nossos vizinhos, que nem mandam bom vento nem bom casamento e que poēm o gasoil a preços tão baixos, que o pessoal ainda está na disposição de fazer 100 km só para atestar e ainda trazer, grates, um saco de caramelos.

Terminou reafirmando que os caramelos dos mexicanos é que se estavam a armar ao pingarelho e que não tinham nada de colocar a bandeira de pernas para o ar, embora acabasse por elogiar as novas cores, porque afinal, isto é como os detergentes e branco mais branco que o branco da bandeira não há.

(uiiii... O escriba também lê o Expresso?!!!)

sábado, 5 de outubro de 2013

Oh, Mg, tu que até nem és um gajo saudosista, diz-nos lá o que passa pela tua cabeça.

Fácil.
Saudades dos 20's, em que se estavam quase 60 horas sem dormir e ainda se tinha coragem para beber duas cervejas ao pequeno-almoço, antes de deitar.
Agora?
Agora meia dúzia de noites mal dormidas e já não vejo nada à minha frente.

Se aos 30 é assim, nem quero saber como será a "ternura" dos 40...

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Mg, essa tua mania, pá, de andares sempre a implicar...

Atão tu não vês que isto está mesmo no bom caminho?
Mesmo assim, reza para que um dia destes esses senhores não precisem de uma ambulância e que não haja nenhuma disponivél porque os autocolantes esgotaram nas lojas e o pessoal não quer arriscar.

E o pior de tudo, é que parece que isto é mesmo verdade...

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Enfim, gente...

Com uma cara de merda (só para não dizer cara de caralho), especada em frente ao sítio onde tem de passar o cartão, só porque ainda falta um minuto para a hora oficial de saída e não quer passar o cartão antes de tempo.
Concerteza não se lembra que demorou 15 minutos a atravessar o edifício em passo de arrastadeira e que vai passar o cartão no polo oposto do sítio onde habitualmente o faz.

Enfim... Gente!

terça-feira, 9 de julho de 2013

O que é que Mg tem contra as brancas?

Nada!
Mas começar a ver o cabelo preto a cair cada vez mais, e o branco a crescer sem dó nem piedade, ao ponto de de um dia para o outro lhe parecer que apareceram mais meia dúzia de fios imaculadamente brancos, novinhos em folha, e ver que na barba, onde há 15 dias apenas tinha um mísero pelo branco, apenas visível com pelugem de 4 dias, cresceram, da noite para o dia, mais 4, é fodido! Sinais do tempo, vá... Mas fodido!

Da tosquia.

Sábado. O calor aperta. A trunfa de Mg começa a fazer-lhe confusão e decide que está na hora de a cortar.
A caminho, passa pelo tasco. A preguiça e a temperatura das minis fazem com que o tempo vá passando.
Faz-se luz. As gajas quando vão para os casórios ou outros eventos onde se mostram penteados e vestidos, vão tratar disso ao Domingo de manhã, pela fresca. Se elas vão, Mg também vai, decide. É uma questão de acordar mais cedo e ir ao barbeiro para umas tesouradas na lã.

Mas Mg é estúpido e desconhecia que cortar cabelo ao Domingo é só coisa para mulheres.
Segunda-feira não aguenta mais. Local habitual está fechado. Procura alternativas. Encontra local aberto. Corte-me esta porra, oh faxabor. Assim foi feito.

Está Mg entretido a ver as brancas cortadas (malditas, havíeis de morrer para todo o sempre!), quando se apercebe que o barbeiro não tem jeito para o negócio: cortou tanto, que agora só será necessário repetir o procedimento em 2014.
Pelo menos as brancas foram com os porcos. Não se perdeu tudo!

terça-feira, 2 de julho de 2013

E agora, Cavaco?

De uma assentada, Portas entala o Presidente e o Primeiro Ministro e começa a preparar-se para lavar a face durante os tempos que se aproximam: dias, semanas ou meses. Não importa.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Mg já está a delinear estratégias para passar a perna ao Gaspar e comandita (se bem que, como a nossa comunicação social é o que é, e publica as noticias à última hora, só o pode fazer em 2014)

Parece que o dia da Libertação de Impostos acontece a 4 de Junho para os portugueses. Isto, em 2013.

Como este ano o escriba já não vai a tempo, a estratégia está montada para 2014: por alturas do Natal (antes, durante e depois), enfardar como um desalmado. Comer e beber como se não houvesse amanhã. Apanhar uma caganeira descomunal. Comer e beber ainda mais. Correr 20 kms por dia. Chegar a 31 de Dezembro literalmente podre. A 1 de Janeiro, ir às urgências de um hospital. Não seguir a medicação nem as orientações dadas. Sacar atestados médicos de forma consecutiva até 5 de Junho.
Começar a trabalhar a partir dessa data.

Conclusão: Mg não paga impostos no próximo ano!

(o pior é se o Gaspar me troca as voltas e, em vésperas de regressar ao trabalho e depois de ter dito que já estou fino e apto para vergar a mola, o tipo - ou quem o substitua - informe que será preciso trabalhar até 31 de Dezembro para pagar as contribuições para o Estado...)


domingo, 19 de maio de 2013

Hoje é Domingo, pá, mereces descansar.

Como ele nada disse até agora, liguei para Belém.
Atendeu a secretária.
Diz que o homem continua a trabalhar doze horas por dia, inclusivé ao Domingo, e que hoje não é excepção.
Eu bem queria que ele saísse à rua, saísse da casa que (também) eu pago e dissesse algo ao povo.
Mas não. Teremos de aguardar pelos 90 minutos ( no caso do Benfica, pelos 92).

Entretanto, garantiu-me a sua secretária que o homem está a  trabalhar arduamente, pelo que não fará logoff do Facebook tão cedo quanto isso: diz que tem uns molhos de nabos para vender e umas vacas para comprar e o negócio tem de ser fechado hoje.

Conselho meu: acções do BPN são mais lucrativas, mas tu lá sabes...
Continuação de bom trabalho, maior.

ps: sou do Paços desde pequenino.


Já consultaste o oráculo, oh maior?

É que depois de sabermos que a 7ª avaliação da Troika foi conforme por inspiração divina e depois de teres mencionado outro santo qualquer a outro propósito, o teu povo hoje está em pulgas e tu (como na maior parte das vezes, diga-se) remetes-te ao silêncio de múmia e deixas a malta em sobressalto.
Como é, afinal, oh eminente figura? Que te disseram os santos?
Quem desce?
Quem vai à Europa?
Quem é Campeão?
Há, ainda, esperança para a nação Benfiquista?

Cavaco, pá, como é? Não dizes nada?
O povo desespera...

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Das coisas da sede.

Pois bem...

É o seguinte: entre este momento (menos feliz) e este momento (já melhorzinho), Mg, como não podia deixar de ser, tratou de repor algum, pouco, stock de vinho.

Numa breve incursão por um hiper do tio Azevedo, Mg dirige-se à sua zona predilecta (juntamente com a das batatas fritas, snacks e bolachas) para iniciar procedimento de escolha.

Opta pelo habitual: uma box de 5 litros, que dá para o dia-a-dia, tem preço em conta e é prático.
Como já tinha experimentado algumas das marcas disponiveis, opta por algo que não fosse muito caro e que lhe parecesse mais ou menos (ou que, pelo menos, lhe inspirasse alguma confiança).
Como o tempo não era muito, vai de escolher ao calhas, dentro do preço que lhe parecia aceitável.
Dirige-se à caixa, todo contente da vida, a fazer festinhas ao pipo e já a salivar.

Chegado a casa, a desilusão.
Ainda hoje Mg não sabe se aquilo era vinho com água a mais, ou se era groselha misturada com um bocado de água.
Após o primeiro gole, vai de olhar para a caixa com olhos de ver e a coisa era produzida em terra de nuestros hermanos.
Não prestava. Fraco, fraco, fraco.

Como não sou de falar mal das coisas, até porque gostos não se discutem, não lhes vou dizer qual era a moarca do vinho...