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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Os franceses são umas florzinhas.

Ora bem.
Parece que foi abolida há dias uma lei que proibia as francesas de usar calças (a menos que estivessem a segurar o guiador de uma bicicleta ou as rédeas de um cavalo, o que me parece, desde já, bastante pertinente).

O que me deixa mais confuso no meio desta história toda é: não há fiscais nem policia lá nas terras gaulesas? Ninguém vê? Ninguém toma uma atitude? Ninguém faz respeitar a lei?

Fosse eu a autoridade e, em cada caso de incumprimento, procedia de imediato à apreensão do objecto ilegal.
Mas isso era se fosse eu...

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Continuando nas aflições.

Aqui há tempos dei inicio a uma rubrica que versava sobre as coisas que me afligem.

Alguns pontos foram considerados, mas, por minha culpa, minha tão grande culpa, falhei ao não cumprir a promessa prometida de apresentar soluções claras e concretas, que visassem acabar com as ditas aflições.

Hoje, tal não acontecerá.

Avancemos, pois então.

Coisas que me afligem:
Gajas boas (antes que comecem a descontextualizar as coisas, peço que não interrompam a leitura).

Sim, gajas boas, tipo aquela que me apareceu hoje à frente, não sei se estão a ver.
Daquelas que põem um pé e depois outro em cima da passadeira e depois ficam ali numa indefinição enternecedora do género vou-não-vou.

E eu aflijo-me, porque fico sem saber se ela quer que lhe passe, ou não, por cima. Em sentido figurado ou, quem sabe, literal.

Solução: convidá-la para uma boleia, seguida de uma visita a um local ermo onde se possa debater calmamente esta problemática e, quem sabe, aprofundar os prós e contras do vou-não-vou e do passo-te-a-ferro-ou-deixo-me-estar.

Até à próxima. Muito obrigado.


Mães de filhos.

Pelo sim, pelo não, fechem-nos em casa.

Perigo de tatuagem!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Seja benvindo, sr. franquelim.

Escândalo, camarada Jerónimo?

Escândalo seria se fosse para lá gente séria. Isso sim.

As extraterrestres.

São, literalmente, duas bonequinhas.
E dizem que são extraterrestres.

A avaliar pelas fotos destas Barbies e pelo cérebro, que, numa análise superficial, me parece ser diferente de um cérebro humano, sou tentado a dar o braço a torcer e a concordar com as alienadas aliens.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Comer e dormir é coisa para adultos.

Deixam de dormir, de comer ou de ir à casa-de-banho para jogar, relatam os psicólogos. O que fazer para que os mais novos não se movimentem só no mundo virtual?

Bem... Eu respondo.
Em primeiro lugar, duas bofetadas nos pais. De seguida, e se necessário, duas bofetadas nos filhos.

É que eu não quero sequer pensar que os adultos de amanhã são estas crianças de hoje.
Fossem meus filhos...

sábado, 26 de janeiro de 2013

Diz que anda por aí uma confusão dos diabos...

... por causa de um concurso de blogs.

Quase casos de vida ou de morte.
Gente stressada, esta. Não sei o que será deles se lhes falha a internet.

E agora, com licença, que vou ali falar com a Sagres e a Super Bock, a ver se alguma delas quer patrocinar este tasco.




sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

A Troika gourmet-chic.

Novo conceito.
Inovação no blog.

Vem isto a propósito das Troikas e do sector da restauração.

Toda a gente acompanha o que se vai passando, mas o essencial não é, em meu entender, debatido.

Pensem comigo: a crise e o aumento dos impostos levam a quê? A poupar, claro está.

E onde se poupa num restaurante, sob o ponto de vista do dono do tasco? Nas quantidades.
Um bife que antigamente era XL, agora é só L.
As batatinhas assadas que dantes eram praí uma dúzia, agora são só meia.
As colheres de arroz que dantes eram meia dúzia, agora resumem-se a três.
A sopa. Sim, a sopa! Antigamente boa, encorpada, com sustança, como se costumava dizer. Agora? Um pouco de àgua.
O vinho da casa dantes bebia-se. Agora...

E, por fim, o ponto onde quero chegar: os restaurantes da chiqueza.
Aqueles onde se paga uma pipa de massa para comer um rissol (que lá tem um nome xpto), enrolado em meia folha de alface e acompanhado com um quarto de uma batata com maionese não sei das quantas e duas ervilhas.

E agora? Agora, se seguirmos a lógica dos restaurantes do povo, pagamos o mesmo depois de nos ser apresentado um prato com uma ervilha e uma rodelinha, fina, de cenoura.

O que antigamente era uma espécie de refeição, a partir de agora vai-se tornar num evento puramente artístico: a contemplação do prato. (Quase) Vazio.

Garçon, por obséquio, o que recomenda hoje?
Ervilha sobre o prato acompanhado de croquete-au-rest (o que em bom português quererá na altura dizer restos amassados e fritos em forma de cilindro)
Ou
Folha de alface ao camarão (será só a cabeça do dito, e já chupada, mas como é chic, provavelmente será esta a opção).

E por hoje está feito. Obrigado.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Afinal, é preciso...

Insistiam que não, não e não, mas afinal...

Agora, das duas uma: ou deixam de ser burros ou deixam de ser teimosos.
De uma vez por todas. Porque a malta, aqui deste lado, já não engole tudo o que dizem e já não se deixa levar facilmente com cantorias.

(quer dizer... deixar até vai deixando, mas é só até alguém se lembrar e "perder a cabeça")

domingo, 20 de janeiro de 2013

Há estragos e estragos.

Governo começa esta segunda-feira a avaliar estragos do mau tempo.

Segundo informação da Protecção Civil, de amanhã a quinze terá inicio a avaliação dos estragos provocados pelo Governo.
Pena que o mau tempo não tenha sido suficientemente mau.
Era terem ido todos com os porcos o vento.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

É de louvar, sim senhor!



Baseado em factos veridicos



MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA
Gabinete do Ministro
Louvor n.º 75/2013
Louvo o Inspector-Jefe D. Juan José Sanchez Martin, do Cuerpo Nacional de Policía, do Reino de Espanha, pela forma como, ao longo dos últimos anos, tem mantido uma proficiente cooperação técnico policial, no âmbito da investigação de crimes relacionados com a emigração
ilegal e o tráfico de seres humanos, entre a instituição a que pertence e as Forças e Serviços de Segurança portugueses, obtendo significativos resultados operacionais e estimulando a comunicação e a partilha de informações, experiências e conhecimentos, que muito têm contribuído para a eficiência, prestígio e cumprimento da missão destas organizações.
É também digno de realce o contacto muito frutífero que vem estabelecendo diretamente com vários responsáveis policiais portugueses, principalmente com inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Desde 1996, quando passou a desempenhar funções na Brigada Central contra Ias Redes de lnmigración Ilegal, da Comisaria-General de Extranjeria y Documentación, estes contactos materializaram-se na troca de informações e em serviços efetuados conjuntamente, de que resultaram a descoberta e a detenção de autores de vários e graves delitos.
Destacam-se neste âmbito, a operação ‘‘Relojoeiro’’, que permitiu o desmantelamento de uma rede que traficava ilegalmente cidadãos iraquianos para os Estados Unidos e que utilizava, como países de trânsito, Espanha, Portugal e a Venezuela. Também a operação ‘‘Gumanos’’, envolvendo cidadãos indianos e paquistaneses, e em que se conseguiram deter 18 pessoas, em Portugal e em Espanha, implicadas em crimes de celebração de casamentos fraudulentos, de falsificação de documentos, de exploração de trabalho emigrante e de pertença a organização criminal. De referir, ainda, a operação ‘‘Trufas Odessa’’, que permitiu a desarticulação de uma rede dedicada ao tráfico de emigrantes de nacionalidade ucraniana, mediante a utilização de veículos de transporte de mercadorias, para a sua posterior exploração laboral e sexual em Espanha, em Portugal e noutros países da União Europeia.
Pelas suas extraordinárias qualidades e virtudes pessoais e profissionais, pela excelência da sua ação em prol da segurança e da ordem pública e pela forma ímpar como vem sabendo interpretar as ameaças e os desafios da sociedade atual, estimulando respostas globais assentes numa cooperação aberta e sem fronteiras, particularmente entre os dois Estados Ibéricos, devem os serviços que o Inspector-Jefe D. Juan José Sanchez Martin vem prestando a Portugal ser publicamente destacados e classificados de extraordinariamente importantes, relevantes e distintos.
20 de novembro de 2012. — O Ministro da Administração Interna,
Miguel Bento Martins Costa Macedo e Silva.
206658755



Louvor n.º 83/2013
Louvo o Comandante da Guardia Civil, do Reino de Espanha, D. Francisco Sacristán París, pela forma como, ao longo dos últimos anos, tem mantido, através dos oficiais de ligação do Ministério da Administração Interna, na Embaixada de Portugal em Madrid, uma proficiente
cooperação técnico policial no âmbito da investigação criminal entre a instituição a que pertence e as Forças e Serviços de Segurança portugueses, obtendo significativos resultados operacionais e estimulando a comunicação e a partilha de informações, experiências e conhecimentos, que muito têm contribuído para a eficiência, prestígio e cumprimento da missão destas organizações.
É também digno de realce o contacto muito frutífero que vem estabelecendo diretamente com vários responsáveis policiais portugueses, mormente desde 1997, quando passou a desempenhar
funções na Jefatura del Grupo de Criminalidad Organizada. Destes contactos que se materializaram na troca de informações e em serviços efetuados conjuntamente, resultaram a descoberta e a detenção de autores de vários e graves delitos e a apreensão de importantes quantidades de droga e de bens resultantes da referida atividade criminosa. Recentemente esteve envolvido em investigações que implicaram um suspeito português de homicídio, que ocorreu nas ilhas Baleares, na denominada “Operação Pinto”, que resultou no desmantelamento de uma rede de exploração de imigração ilegal e na identificação de diversos suspeitos portugueses envolvidos no comércio ilegal de armas.
Pelas suas extraordinárias qualidades e virtudes pessoais e profissionais, pela excelência da sua ação em prol da segurança e da ordem pública e pela forma ímpar como vem sabendo interpretar as ameaças e os desafios da sociedade atual, estimulando respostas globais assentes
numa cooperação aberta e sem fronteiras, particularmente entre os dois Estados Ibéricos, devem os serviços que o Comandante D. Francisco Sacristán París vem prestando a Portugal ser publicamente destacados e classificados de extraordinariamente importantes, relevantes e distintos.
20 de novembro de 2012. — O Ministro da Administração Interna,
Miguel Bento Martins Costa Macedo e Silva.
206659524


Agrupamento de Escolas de Samora Correia
Louvor n.º 85/2013
Por aposentação da Assistente Técnica Maria José Casado Ferreira, cumpre -me o dever de conceder público louvor pelo modo dedicado e competente como exerceu as suas funções, para além de uma prestação inexcedível no trato pessoal.
7 de janeiro de 2013. — O Presidente da Comissão Administrativa
Provisória, Carlos Manuel da Graça Amaro.
206656154



Resumidamente, para aqueles que conseguiram chegar até aqui:
Para os espanhóis, faz-se um relato de vida quase ao pormenor, e são precisos quase dois toners e uma tarde de bater tecla para escrever tudo o que se entende por bem escrever.
Para a portuguesa, sigam duas ou três linhas, que em trinta segundos se despacham, e está a andar.

Não querendo colocar em questão o trabalho de uns e de outros, seria ajuizado não se abusar em determinadas coisas. O que é demais, é erro.
E, já agora, e como vem a propósito… Já encontraram a carripana? O louvor já saiu?

sábado, 12 de janeiro de 2013

As tias também me afligem.

Aquelas meninas e senhoras de bem, tá a ver?, que são cheias de tiques traços de personalidade chique, e que são tipo, supé parvas felizes, e supé elegantes mesmo que andem com roupa emprestada e comam todos os dias salsichas ao jantar e que aparecem em tudo quanto é festa e revista de entreter parolo e que são enjoadas educadas até mais não e que fizeram trinta por uma linha, ao ponto de envergonhar a mais puta das putas estudaram nos melhores colégios e que deram o golpe do baú casaram com senhores da sociedade, daqueles que jogam golfe e fumam charutos cubanos e bebem dos melhores whiskeys enquanto as respectivas partenaires bebem do leite do motorista ou do jardineiro e que estão imensamente por dentro das tendências homossexuais da moda e que sao patati e patata e ajudam os pobrezinhos quando o que precisavam era que alguém ajudasse o seu pobre espirito e que estão sempre muito sorridentes porque são muito falsas genuínas e são muito dissimuladas amigas dos seus amigos e cujo maior sonho era abraçar todas as pirocas dos senegaleses existentes no mundo todas as criancinhas do mundo e dar-lhes a frente e a traseira beijinhos e abraços e muitos miminhos e chamar muitos jornalistas para verem como elas são muito parvinhas boazinhas, e que quando chegam a casa, supé cansadas de mais um dia supé agitado, perguntam, chegadas à cama "correu bem o seu dia estupor querido? A mim sim, e agora faça o favor de apagar a luz para poupar na conta que eu quero dormir bem, porque amanhã tenho de estar estupidamente parva radiosa porque vou à conferência no quero saltar em cima do porteiro do hotel 5 estrelas, e não faço a coisa por menos de 3 fodas 3 capas de revista."

Solução? O desterro. Ponto.


PS - parece que anda por aí uma confusão qualquer com umas malas e uma marca de telemóveis. Alguém sabe do que se trata?

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

E assim nasce uma nova rubrica cá no estaminé.

Verifica-se por este mundo fora (mundo dos belogues, entenda-se), um movimento cada vez maior que versa sobre os relatos do que os respectivos escribas gostam, ou não gostam.

Ora, não sendo este escriba nem melhor nem pior que os outros, e nem vice-versa, damos hoje inicio, porque não?, à rubrica "Coisas que me afligem".

Mas (e nisto há sempre um mas, que neste caso vem por bem) como o escriba gosta de cavalgar a onda do pioneirismo e não se limita, pobre e tristemente, a relatar factos ou emitir opiniões, dará também o seu contributo para a resolução do problema, apontando soluções para as causas das coisas que o afligem.

Sem mais delongas (até porque já enchi chouriços qb).


Smarts (sim, as viaturas automóveis e não estes, que são parecidos em nome, mas diferentes em sabor - embora, diga-se de passagem, nunca tenha espetado a cornadura num, louvado seja o senhor, pelo que não lhes conheço o gosto - )

Então, anda um gajo todo fodido lixado à procura de lugar para estacionar o blogmobile, pescoço esticado ao máximo para visualizar em maior profundidade quando, voilá, se vislumbra um lugar.

Pescoço retorna à sua posição habitual, iniciam-se manobras de aproximação ao local enquanto a visão periférica tenta detectar e prevenir a presença de um abutre que esteja à procura do mesmo que nós e chegados ao Ground Zero...

Ah...espera... já lá está um Smart.
Pois... (é preciso dizer mais alguma coisa???!!!)


Solução: cortar o pescoço dos respectivos condutores. Dos Smarts e de todos os outros veículos com as mesmas dimensões.


E foi assim a primeira edição desta rubrica.
Esperamos que tenha sido do v/ agrado e que possa contribuir para uma vida melhor.

Sem mais,
Mg, o escriba.