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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Sua excelência altíssima falou.

E disse.

Só darei posse a um governo que garanta maioria no Parlamento e estabilidade para quatro anos.

(mas se meter comunas e bloquistas, esqueçam lá isso...)


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

E que tens feito tu, oh escriba, que andas assim um tanto ou quanto arredado deste admirável mundo dos blogs e ninguém sabe nada de ti?

Basicamente, o mesmo de sempre, que sou moço pacato e recatado.

E o que não tenho feito? Ora...
- não vi filmes do Oliveira;
- não li, não comprei (também não sei um único título de um dos livros lá dele), nem faço a mínima ideia de quem seja esse Modiano;
- não comi bagas nem sementes;
- não bebi desses sumos feitos com bróculos e couves;
- não tirei selfies (mas folgo em saber que há quem fique contente em meter o respectivo pau no cú);
- não fiquei colado à televisão a ver o passeio de um morto pelas ruas de Lisboa, nem especialmente eufórico por ver um dos "meus" lá naquilo do Panteão, que parece que tem lá os supra-sumos todos, tudo gente que em tempos foi muito boa, muito válida e coiso e tal, Amén;
- pior que isso, a heresia das heresias, a mãe de toda a podridão mental e a madrasta da pobreza de espirito, não fui Charlie. É também certo que não tenho conta lá naquilo do livro das caras, mas, fosse eu integro e de valor, e tinha aberto uma propositadamente para poder ser Charlie. Não o fiz. Não o fui. Sou um traste.

Mas isso não me incomoda nada.
O que me incomoda, e que, no fundo, é o que me traz aqui, é ver incomodados lá com as fotos de uma mulher grávida, que, por sinal, mostra um bocado de pele (já vi mulheres na praia a mostrar bem mais) e que, por (não) acaso, vai a votos daqui a um mês.

Ora, é ver as mulheres incomodadas porque o que queriam, no fundo e com aquela idade, era ter um corpo e uma carinha laroca como a dela, sem falar naquele ar de furacão selvagem que rebenta tudo por onde passa e ver os homens incomodados, porque o que queriam, no fundo, era estar lá na capa da revista a segurar-lhe as mamas, e tê-la ao lado, na cama, todas as noites, em vez do bisonte com quem casaram.

Por mim, que não percebo nada disto, acho que está muito bem como está, não tenho nada contra lá isso da revista e sou até capaz de garantir que, em vindo com (mais ou menos, não importa: o que importa é que venha) jeitinho, lhe colocava o voto na urna.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Calma, que já não estou bêbedo...

Lá porque quando saí (tarde e a más horas), ia de guarda-chuva na mão, mesmo estando ainda um pouco de solinho bom e uma temperatura mais ou menos, isso não faz de mim um tolinho.

É que, mesmo não gostando do adereço, de manhã o céu estava bravo e ainda apanhei umas pingas na cabeça (sim, não o abri, mas já não estava bêbedo...).

Ficar em paz, sim?

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Parto do principio que está tudo bem servido, é o que é.

Quase um mês longe do tasco, e o máximo que consegui (honras para a Linda Porca) foi um Cu-Cu!
(Quase) Ninguém quer saber do escriba, é o que é.

E isso deixa-me triste.

E se eu tivesse morrido?
E se tivesse sido atropelado por uma vara de porcos (podia ser de porcas, né?)
E se tivesse sido raptado por uma ninfomaníaca boazona?

Pois... Ninguém se preocupa!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Ouvido por aí, na rua.

"este país tem muita água"

Por sorte, nesse momento o escriba não passava em frente a um fardo de palha, caso em que, e se assim acontecesse, teria de completar com um "este país tem é muitos burros".

Mas como não foi o caso, o que sucede é que este país tem muita água.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

E que diferença faria um neurónio mais.

Alerta não sei das quantas.
Temperaturas abaixo de coiso.
O povo chega, ao final da tarde, com as suas viaturas.
Pensa-se que no dia seguinte irá estar frio, muito frio, pela manhã.
Carros ao relento, gelo nos vidros, é o mais certo.
Montes de lugares para estacionar, mas quanto mais perto de casa, melhor (o ideal até seria lá dentro), que isto de andar 20 ou 30 metros a pé é muito.
Ora, perto de casa, longe dos primeiros raios de sol.
Mg chega e sabe que vai deixar a viatura cá fora durante a noite. Olha os lugares livres e escolhe um dos mais afastados. 20 segundos a passo até casa, o que dá uma miséria de metros.
Mg olha o povo, todo contente por ter estacionado mesmo à porta.
Amanhã, será Mg a rir-se dos espertos, lixados da vida logo pela manhã, porque a porcaria do gelo não derrete, enquanto os primeiros raios de sol da manhã já fizeram esse trabalho pelo escriba, que liga a viatura e arranca com ar triunfante, na certeza que amanhã, em havendo gelo pela manhã, e em ficando a viatura do escriba ao relento, a cena se repetirá e sairá reforçada a certeza que um neurónio (um só!) faz mesmo muita falta e podia ter feito toda a diferença.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Bolas, Mg, às 3 da manhã?

Que foi? Não posso?
Não tinha sono...


E não eram 3. Eram 02.53 a virar para as 02.54.
Eu é que tenho a mania de agendar para horas ou meias horas, nem que com isso só atrase um ou dois minutos.

Que foi? Não posso?

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

E que mais rendeu a quadra, tu que sabes que nem só de quecas vive o homem?

Ora bem...

Um garrafão de maduro tinto, de lá de cima do Douro. Caseiro.
Top.

4 garrafas de verde tinto, colheita deste ano.
Menos top, mas também vão marchar.


E agora, calou, que tenho de trabalhar. Produzir para pagar impostos, ok?

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

No tecto?

Que tens no tecto do tasco, Mg?

E é ver o escriba, no dia de Natal, a entrar pelo tasco dentro.

Mãos nos bolsos.
Passeia-se de um lado para o outro.
Vai assobiando, como que a trautear uma música qualquer.
Ajeita uma ou outra cadeira.
Alinha os copos.
Dobra os panos.
Limpa uma pequena mancha em cima do balcão.
E enquanto faz isto, é vê-lo com pequenos sinais com as sobrancelhas, por vezes quase imperceptíveis, em direcção ao tecto.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Mg, que pensava voltar ao vosso convívio com um exclusivo mundial, lamenta informar que as coisas talvez demorem um pouco mais que o previsto.

E a protagonista, para completar a informação, diz que (dois pontos, mudar de linha, travessão)
(abre aspas, cita, fecha aspas)

 não sei onde pus a burqa e os óculos de plástico, mas, mal os encontre, assinamos a parceria. Redijo eu


Voltaremos logo que possível.

As minhas desculpas por vos ter defraudado.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Quer-se dizer que as festividades, afinal, ainda não acabaram?

Pois... Esqueci-me das Janeiras.

Mais uma parvoíce.

Orçamento de estado fresquinho, governo velho e que já mostrou ao que vem, presidente que é o que é, chove como o caraças, etc, etc, etc, e vêm desejar o quê?

Ao menos passem isto para o carnaval e passem a cantar as fevereiras ou as marças, que assim ninguem leva a coisa a sério...