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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Após breve interregno, o escriba retoma a emissão para dizer que hoje foi um dia importante.

Organização diz que foi a maior manifestação de sempre. Pela primeira vez os polícias do sector da segurança interna participaram em conjunto numa manifestação, em protesto contra os cortes previstos no orçamento. Em frente à AR, o ambiente foi de tensão.

Algumas dezenas, centenas ou milhares de agentes das forças de segurança em manifestação em frente à Assembleia da República.

Fazem o que nunca ninguém fez até hoje.
Sobem a escadaria.
O Corpo de Intervenção (em serviço) presente no local nada faz.

Não há invasão porque não querem.
Foram visiveis, aliás, os cumprimentos amigavéis entre os manifestantes e um ou outro elemento do CI.

Tivessem civis decidido subir as escadarias e os bastões tinham entrado em acção, como se viu em casos recentes.
Hoje?
Hoje, nada!

Disseram, à sua maneira, que já chega.
E mais não fizeram, porque não quiseram e porque sentiram que o que hoje fizeram foi o suficiente.

Políticos, magistrados e forças de segurança (os que empunham as armas e têm as chaves das chaimites e dos submarinos) são os três pilares que, sob o ponto de vista de um Governo (qualquer Governo!) têm de ser "controlados" e mantidos satisfeitos.

Um desses pilares hoje revoltou-se e mostrou (sem, aparentemente, nada de especial mostrar) que A linha foi quebrada.

E agora? 
Não sei.

Só sei que, parecendo que não, e independentemente do amanhã, hoje foi um grande dia.

E o nosso PM vai ter uma noite em branco, porque sabe que este dia de Novembro foi, sem dúvida, o pior dia do seu mandato.

Recuas, cedes, ou vais em frente, oh primeiro?

A revolta civil não chega.
Temos apoios de outros sectores?
O amanhã dirá.

Hoje, vou dormir satisfeito.
Independentemente das consequências e dos resultados desta manif.

A ver vamos se haverá paz ou se se fará História novamente.

domingo, 1 de setembro de 2013

Algumas considerações sobre records e de como todo o país pode beneficiar com isso.

Mulher polaca pretende fazer sexo com 100 mil homens e inscrever o nome no Guiness Book

(para começar, a noticia é retirada da Visão, pelo que quem insinuou que o escriba só lia um determinado jornal, pode começar a meter a viola ao saco. Toma!)


Adiante.

Diz que a coisa se passa assim:

São 100000 gajos, cada um com direito a, no máximo, 20 minutos, durante os quais a candidata ao record parece fazer de tudo, incluindo sexo "tradicional" (deve ter a ver com as tradições próprias de cada país, digo eu...)

Pelo meio, ainda se desloca de cidade em cidade, o que demonstra bem o seu caracter inovador e empreendedor, ao bom estilo das entregas ao domicilio da comidinha. Neste caso, quem é comida é ela. Parece-me bem, que anda aí muita gente com fome.

Agora, as contas.

Vamos imaginar que ela só trabalhará 8 horas por dia (um horário de trabalho normal, até porque o resto do tempo será passado entre viagens e a pôr gelo na passarinha) e que os fregueses, chamemos-lhes assim, não são toinos e aproveitam os 20 minutos que lhes são concedidos.

Numa lógica dessas, seriam aviadas três pilas por hora, o que perfazeria 24 por dia e 8760 por ano (não, não estamos a considerar feriados nem datas religiosas, porque estas coisas do pinanço não se compadecem com isso: 8 horas por dia, ai ai, ui ui, dá-me de força mas não me rebentes toda que ainda estão 96532 gajos à espera de vez, sim?)

Quer também isto dizer que a coisa, a este ritmo de caracol, se daria por concluída, em cerca de 11 anos e meio.

Ora, eu não sei quais são os planos do Governo, nem como as coisas andam de dinheiro para grandes obras entretanto interrompidas, mas se quisermos ser pacientes e aguardar uma dúzia de anos, pode ser que a proponente, a troco de umas toneladas de gelo e um carregamento de Halibut, aceite terminar a tournée em Portugal.

No final, nacionalizamos a mulher e temos o problema do túnel do Marão resolvido, sem custos para o erário publico!

Escusam de agradecer.
Tenham um Santo Domingo.


(para os que andam indignados nas redes sociais, informo que já saiu o valor da inscrição, e que por menos de 10 euros se faz a coisa, pelo que escusam de andar por aí a dizer que ela é só mais uma chupista - ok, ok, também o é, mas não é isso o que importa - e que não tem decência e só quer é ganhar dinheiro e fama e coiso e tal. É preço de amigo, está bem?!)

quarta-feira, 15 de maio de 2013

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Sábado, nas ruas; hoje, os praças.

Praças pedem a demissão de Passos Coelho

 «Senhor primeiro-ministro, a bem de Portugal e dos portugueses, faça-lhes um favor, demita-se e já agora emigre»

A Associação de Praças (AP) pediu esta segunda-feira a demissão do primeiro-ministro, acusando o Governo PSD/CDS-PP de «destroçar o país» e de «utilizar o povo português como cobaia de experiências sociais» com as novas medidas de austeridade.

«É por demais evidente o falhanço das políticas impostas por este Governo, que se baseou na desvalorização do trabalho e dos direitos sociais, impondo mais e mais austeridade, mais desemprego, mais precariedade», afirma a AP em comunicado enviado aos órgãos de comunicação social.

Numa referência às novas medidas de austeridade anunciadas, a AP diz não querer «ficar ligada a mais este vil ataque que está a ser perpetrado» e salienta que «não faz parte da condição militar iludir as situações» e «utilizar o povo português como cobaia de experiências sociais».

«Senhor primeiro-ministro, a bem de Portugal e dos portugueses, faça-lhes um favor, demita-se e já agora emigre», exorta a AP.

Nesta nota, a associação acusa o Governo PSD/CDS-PP de ter transformado «os pobres deste país em miseráveis e a classe média em novos pobres» e de dar origem a «um país destroçado, sem rumo e a caminhar para o abismo».

«Não podemos permitir que, ao sabor de qualquer troika, sejam retirados direitos legalmente consagrados na Constituição da República Portuguesa que jurámos defender e não podemos nem devemos permitir que uma nação como a nossa com mais de 900 anos definhe porque uns quantos senhores decidiram fazer de Portugal uma colónia dos interesses da alta finança europeia e mundial», advoga a AP.

As praças das Forças Armadas lembram que todos os militares são obrigados a «um juramento de defender a Pátria e guardar e fazer guardar a Constituição e as Leis da República e repudiam veementemente as políticas que estão a ser seguidas pois contradizem» tudo o que juraram «defender», cita a Lusa.


in TVI24

Começa a aquecer...
Onde irá parar?
E qual o papel das chefias? Estarão os homens das estrelas ao peito com vontade de se levantarem da cadeira e fazer alguma coisa?
Veremos.

sábado, 15 de setembro de 2012

Passava (também) por ela, mas...

Daqui

Somos (e valemos!) mais que isto.

Chegado do Porto, não da Manifestação, mas de outra luta, venho pelo caminho a ler as gordas.

100.000 no Porto?
Quantos em Lisboa?
Mais um milhares noutras cidades?
Não chega.

Apesar de ter acontecido algum inédito, e, acima de tudo, lamentável, que nos deveria fazer parar, nem que fosse apenas por cinco minutos, e pensar no que realmente está acontecer e no rumo que tudo isto está a tomar, ainda somos poucos na rua.

Quanta gente mora nas grandes áreas metropolitanas?
Quantos somos por esse país fora?
O RSI, o subsidio de desemprego e o próprio emprego, por este caminho, não durarão para sempre.

Recordo-me de há cerca de dois anos começar a comentar com a gente com quem convivo no dia a dia, que as imagens que víamos na TV (da Grécia, principalmente) não demorariam muito a ser realidade por cá.
Alguns riam-se, outros diziam que exagerava, outros afirmavam que não seriamos afectados.

Hoje, já não se riem tanto, embora me pareça, ainda, que não perceberam a real dimensão da coisa.

Ainda se vive na ilusão.

É preciso que o Povo saia à rua. Em massa. Em peso. Com força. Sem medo.
Antes que seja irremediavelmente tarde.

E é preciso também que as espingardas e as metralhadoras sejam empunhadas e que os motores das chaimites sejam ligados.
E que os bastões das Brigadas de Intervenção da PSP sejam empunhados noutra direcção.
(Os submarinos não contam para isto, porque os documentos perderam-se - inclusivé os documentos das "viaturas" - pelo que ainda se corre o risco de multa por parte da policia marítima...)

Qual  (e quando) o próximo passo?
Até quando deixaremos que o saque continue?
Até já não restarem dedos?