Mostrar mensagens com a etiqueta (des)governo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta (des)governo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Das coisas lá dos sacos e do Carnaval

Diz que lá para o outro lado do Atlântico, nestes tempos de Carnaval, o aquecimento faz-se com desfile de cães.

Mascarados de gente ou de outra coisa qualquer, não interessa.

Ora, toda a gente sabe que os bichos cagam, por norma, em qualquer lugar e sem pedir licença.
Arrebitam o rabo e lá vai có-có.

E mandam as regras da boa educação que se apanhe o có-có dos cães e se deposite o saco no lixo.

Ora, com esta história dos sacos passarem a custar uma pipa de massa, podíamos ter aproveitado e mandado o tipo lá da Lei para o Brasil, para fazer mais um cobres e contribuir para baixar o défice.

A coisa passava-se assim:
- metia-se o homem de rabo arrebitado;
- punha-se-lhe (que palavra catita, esta, punha-se-lhe) um cinto na cintura, com um mealheiro acoplado;
- enchia-se-lhe (catita, também), o rabo de sacos - ficávamos a modos que com um dispensador de sacos plásticos portátil;
- quando o cãozinho fizesse o có-có, o/a dono/a, ia ao dispensador e servia-se;
- enquanto se servia, colocava uma moeda no mealheiro (no mínimo, o equivalente a dez cêntimos de euro);
- no final da folia, ou em acabando os sacos, voltava o homem para Portugal e depositava o apuro nos cofres do Estado.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Bom fim de semana, gente de bem.


E um Feliz Natal a todos os vitalícios!
Abraço. Bem hajam.



Maioria alivia cortes aos políticos
Ao contrário dos idosos e dos beneficiários do RSI, o património dos ex-políticos não é tido em conta na hora de suspender a pensão
Uma proposta de alteração ao OE — apresentada pelas bancadas da maioria — retira o património imobiliário dos ex-políticos como critério para a suspensão da subvenção vitalícia de que 279 antigos titulares de cargos públicos beneficiam. Uma alteração que, ao que apurou o Expresso, surgiu depois de grande pressão junto do Governo para que fossem aligeirados os critérios que, de acordo com a formulação original, praticamente acabavam com as pensões vitalícias.
A pressão para alterar esta norma terá chegado sobretudo do PSD e do PS, aqueles que reúnem a maioria dos subvencionados. A alteração foi aprovada 5.ª feira, com os votos do PSD, PS e CDS. Na redação inicial, o Governo prometia retirar a subvenção aos ex-políticos que, simultaneamente, auferissem outros rendimentos ou pensões acima de €2 mil, ou que dispusessem de um património imobiliário acima dos €100 mil. Uma medida que, de acordo com fonte oficial, implicava praticamente um “apagão total” na lista de pagamentos aos antigos políticos que, anualmente, custa ao Estado cerca de €8 milhões. Desde 2005, no início do Governo Sócrates, foi suspensa a atribuição das pensões vitalícias aos políticos, mas aqueles que já beneficiavam destas subvenções continuaram a receber. Na nova versão proposta pelo PSD e pelo CDS, apenas conta para efeitos de pagamento das subvenções os rendimentos dos ex-políticos em salários ou pensões. Critérios como o património financeiro ou imobiliário usadoscomo motivos de exclusão dos beneficiários do RSI ou do Complemento Solidário para Idosos — não são aqui tidos em conta. Uma discriminação que, de acordo com fonte parlamentar da maioria, se justifica por se tratar de uma pensão que, apesar de muito generosa, é tecnicamente uma pensão coritributiva, logo, o seu pagamento não pode depender do património do beneficiário. Fonte governamental garantiu que a proposta dos deputados não altera o impacto da medida. 85% dos ex-políticos com subvenção recebiam pelo menos outra pensão do Estado.
Expresso | Sábado, 23 Novembro 2013

In http://www.asjp.pt/2013/11/23/maioria-alivia-cortes-aos-politicos/


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Após breve interregno, o escriba retoma a emissão para dizer que hoje foi um dia importante.

Organização diz que foi a maior manifestação de sempre. Pela primeira vez os polícias do sector da segurança interna participaram em conjunto numa manifestação, em protesto contra os cortes previstos no orçamento. Em frente à AR, o ambiente foi de tensão.

Algumas dezenas, centenas ou milhares de agentes das forças de segurança em manifestação em frente à Assembleia da República.

Fazem o que nunca ninguém fez até hoje.
Sobem a escadaria.
O Corpo de Intervenção (em serviço) presente no local nada faz.

Não há invasão porque não querem.
Foram visiveis, aliás, os cumprimentos amigavéis entre os manifestantes e um ou outro elemento do CI.

Tivessem civis decidido subir as escadarias e os bastões tinham entrado em acção, como se viu em casos recentes.
Hoje?
Hoje, nada!

Disseram, à sua maneira, que já chega.
E mais não fizeram, porque não quiseram e porque sentiram que o que hoje fizeram foi o suficiente.

Políticos, magistrados e forças de segurança (os que empunham as armas e têm as chaves das chaimites e dos submarinos) são os três pilares que, sob o ponto de vista de um Governo (qualquer Governo!) têm de ser "controlados" e mantidos satisfeitos.

Um desses pilares hoje revoltou-se e mostrou (sem, aparentemente, nada de especial mostrar) que A linha foi quebrada.

E agora? 
Não sei.

Só sei que, parecendo que não, e independentemente do amanhã, hoje foi um grande dia.

E o nosso PM vai ter uma noite em branco, porque sabe que este dia de Novembro foi, sem dúvida, o pior dia do seu mandato.

Recuas, cedes, ou vais em frente, oh primeiro?

A revolta civil não chega.
Temos apoios de outros sectores?
O amanhã dirá.

Hoje, vou dormir satisfeito.
Independentemente das consequências e dos resultados desta manif.

A ver vamos se haverá paz ou se se fará História novamente.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Não é intenção do governo torturar os Portugueses.

Eu também concordo.

Sob o ponto de vista do governo, são mimos.
Sob o ponto de vista dos tais Portugueses, são enrabadelas, mas com doses generosas de vaselina, o que, dizem os tais Portugueses, facilita muito mais as coisas.

Muito querida, a senhora.

terça-feira, 2 de julho de 2013

E agora, Cavaco?

De uma assentada, Portas entala o Presidente e o Primeiro Ministro e começa a preparar-se para lavar a face durante os tempos que se aproximam: dias, semanas ou meses. Não importa.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Mg já está a delinear estratégias para passar a perna ao Gaspar e comandita (se bem que, como a nossa comunicação social é o que é, e publica as noticias à última hora, só o pode fazer em 2014)

Parece que o dia da Libertação de Impostos acontece a 4 de Junho para os portugueses. Isto, em 2013.

Como este ano o escriba já não vai a tempo, a estratégia está montada para 2014: por alturas do Natal (antes, durante e depois), enfardar como um desalmado. Comer e beber como se não houvesse amanhã. Apanhar uma caganeira descomunal. Comer e beber ainda mais. Correr 20 kms por dia. Chegar a 31 de Dezembro literalmente podre. A 1 de Janeiro, ir às urgências de um hospital. Não seguir a medicação nem as orientações dadas. Sacar atestados médicos de forma consecutiva até 5 de Junho.
Começar a trabalhar a partir dessa data.

Conclusão: Mg não paga impostos no próximo ano!

(o pior é se o Gaspar me troca as voltas e, em vésperas de regressar ao trabalho e depois de ter dito que já estou fino e apto para vergar a mola, o tipo - ou quem o substitua - informe que será preciso trabalhar até 31 de Dezembro para pagar as contribuições para o Estado...)


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Este blog não percebe...

...tanta confusão por causa de se estar a vender gato por lebre, ou cavalo por porco.


Afinal, também dizem que Portugal tem um governo, não é?
E a Comissão Europeia ou a ASAE não fazem análises ao ADN e não o retiram de circulação porquê?